Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

Cerca de 923952 frases e pensamentos: Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

⁠Se eu tivesse que escolher um super-herói, eu escolheria o Superman. Ele é tudo o que eu não sou.

Com dezesseis anos umas brincam com bonecas, que porém não são mais as Barbies que eu tinha. Agora tem as Bratz. Outras leem Winx. Outras já estão na América. Umas têm blogs louquíssimos na Internet, baixam files, têm iPod. Algumas matam os pais. E outras se apaixonam e justamente fazem amor.

Eu me repito porque não sei ser outra coisa, eu me desgasto porque só sei ser muito. Não sei diversificar e não sei falar de outra forma, só conheço meu próprio modo. E, se me perguntar, não, não estou insatisfeita.

Eu quero escrever, mas não sei se eu posso.
Eu quero demonstrar, mas não sei se eu devo.
Queria eu poder demonstrar ao mundo tal amor, tal ódio.
Poderia talvez gritar a todos minha felicidade,
e esconder de tudo tamanha saudade.
Eu necessito de um afago, de um beijo, um carinho.
Preciso ver seus pequenos olhos para os meus sorrindo.
Eu não sei se posso mais escrever coisas belas...
Eu não sei, talvez eu saiba sim...um sorriso sincero de um
estranho realmente me destes, destes lágrimas, destes choro,
deste uma volta por cima.
Eu sei, eu realmente descobri... obrigada meu grande anjo por estar aqui.

É, eu tava lá. Fingi que não te vi e você fingiu que não me viu. Pelo menos em fingir nós dois concordamos.

Não importa com qual pé eu pise, por onde eu passo eu deixo marcas.

Eu quero ser capaz de correr e não ter a sensação de que vou tropeçar.

A beleza não está no que os outros veem, está no que eu sinto. E eu me sinto um mulherão da porra!

Eu vivo o hoje como se o ontem não tivesse existido e o amanhã não viesse!

Eu não sou pop, prefiro a discrição e não vejo graça em ser o centro das atenções nas festinhas da turma, correndo o risco de fazer o papel ridículo de animador da galera! Deus me livre, anonimato sim que é digno.

eu acredito
que Deus não acredita
mais em mim...
não, eu nunca menti,
mas é que ao orar
eu sempre ri
em vez de chorar...
ele pensa que sou forte,
ele pensa que tá tudo bem,
e na verdade está...
Ele me olha de lá,
eu o cumprimento daqui
e dia desses, depois de tudo cumprido,
a gente se fala, a gente se acerta
se Ele deixar a porta do céu aberta
para essa pagã entrar

A solidão me fez poeta.
Ou então eu penso ser.
Escrevo coisas bonitas.
Que não consigo dizer.
Coisas belas que na mente.
Ficam guardadas, contidas.
Que só com a mulher que amo.
Elas serão divididas.

Não me culpe em eu cuidar tanto assim da tua vida. Ela me faz bem, e é a única maneira que eu encontro para a minha estar em paz.

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.

Eu nunca a vi soluçar de lágrimas. Espernear. Ficar vermelha como uma menininha. Ela não é desse tipo. Mas se ela ficar em silêncio e suas pernas balançarem palavrões censurados, tome cuidado, cara.

Ela chora por dentro.

Eu não te culpo, meu bem, eu nunca te culpei. Você sabe que a culpa é algo que escorre da minha boca para a tua em sincronia, em sintonia, é via de mão dupla, eu sei também. E o erro que eu joguei nas tuas costas tem o traço do meu lápis, tem o som da minha voz, tem as minhas digitais. Mas, veja bem, era mais fácil assim, entende? Teu sorriso já é manchado de arrependimento e eu não quis sujar as minhas mãos.

Vezenquando eu baixo a guarda, fingindo que não queria viver sempre á sua disposição. Mas olha, vezenquando, eu acordo com vontade de ser sincera, outras vezes, acordo com vontade de ser forte. E aí, quando sou forte, não sou sua. Só sua sua nas noites de frio, quando ouço nossa música, quando vejo suas fotos. Nos dias restantes, não penso nem na possibilidade de pensar em você. Por todo o mal que me fez, por todo o mal que me faz, por todo o prejuízo, por cada uma dessas cicatrizes. Eu convivo com a tristeza de saber que embora o mais impossível, o mais improvável o mais sem sentindo amor, foi o maior amor que eu já senti nessa vida. E senti por você, só por você. Irônico, né ? Eu que vivo dando conselhos dizendo que devemos nos valorizar, vivo chorando baixinho, deixando escorregar uma lágrima aqui e outra ali, me olhando no espelho e tentando ver você. Eu fico repetindo até decorar ( como eu fiz com a tabuada ) que eu vezes você é igual á zero. Não tem como. A gente se divide ou se subtrai, a gente se trai em outras bocas, em outros corpos. A gente nunca é ” nós”. A gente é, não somos. Entende ? Eu queria que as coisas fossem diferentes, mas tem coisa que não é pra ser, então não é. Mas é, é uma pena, pena ter que partir, pena te ver indo embora e não poder dizer “até mais”. É adeus, aquele bem frio, aquele bem mal dado, igual bom dia em uma segunda-feira ás seis da manhã. Mas eu vou continuar igual boba escrevendo seu nome na última folha do caderno, com corações, e uma vontade imensa de te mandar todas as cartas que te escrevi. Mas só vou ficar na vontade, porque não pode amar quem não ama a gente, entendeu coração ?

Eu não desisto. Eu sei o que posso. Só preciso, é definir o que eu quero. Todos os desejos do mundo estão em mim. E a força está na minha vontade. E eu não vou me abalar.

Não tenha medo, eu apanhei da vida e eu chorei. Sou forte por fora, mas não lá no fundo. Nunca fui perfeito e você também não. Então, quando minha hora chegar, esqueça os males que eu causei. Me ajude a deixar alguns motivos para ser lembrado. E não guarde rancor. Quando se sentir vazia lembre-se de mim e esqueça todo o resto.

Eu só não quero um dia ter que olhar para trás e me perguntar: "afinal, quem foi o idiota que escreveu essa minha história"?