Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Não entreouvia as horas pregressas como uma tragédia, mas como um renascer de espírito meditado, aprendido e ensinado.
Quando permanecemos fiéis a Deus, Ele nos guia para longe dos lugares onde Sua Graça não habita, pois, onde há Graça, florescem o amor, a paz e a prosperidade.
Você me ama, então não finja que não, me faz saber, sentir e entender o quanto me ama. Não permita que a raiva ou qualquer outro sentimento te afaste de mim e se eu te der trabalho me ame mesmo assim.
Enquanto tu ficas procurando a resposta.
Estou processando a informação.
Afirmo, não sou a pergunta, não digo, eu faço.
Sou um ser humano em constante mudança.
Estou em busca do próprio caminho à margem das críticas.
Estou indo, não quer ir? Então fique.
Mas eu não quero ver você se lamentando e me criticando.
Você é uma luz, então brilhe.
"Kairós é o tempo da alma, não vem quando o chamamos, mas quando estamos prestes a esquecer quem somos.
"A coragem nasce no silêncio da oração, quando o coração se entrega ao Criador.
Não temo muralhas nem tempestades,
pois a luz divina me veste como armadura."
"A sabedoria é rio que corre sereno, não se prende às pedras do orgulho.
Quem bebe dela aprende a ouvir,
e encontra no silêncioo segredo da verdade."
Saberiam os tais pronomes destituídos, que, ao projectarem bofetadas de agravo, não explícitas, me abanavam a vulnerabilidade da emoção? No entanto, tal como a brisa que balança as folhas e, que ao abaná-las, as volta a deixar incólumes, assim ficava eu sob a protecção das palavras geniais dos Grandes.
Não tente forçar os cegos a verem a realidade nem os surdos a ouvirem a verdade. Mas seja íntegro com quem te valoriza: não minta para quem te escuta e jamais decepcione os olhos de quem te admira.
Talvez o sol não dourasse as lembranças, como ali, naquele momento no interstício de tempos, entre a noite e a madrugada.
Quando entregamos nosso coração a alguém não podemos esperar apenas momentos prazerosos e de alegria. Além das lutas, temos que estar preparados também, para a rejeição, e ele em pedaços. Elias Torres
CONVERSÃO.
CONVERSÃO é não ter absolutamente nenhum outro ponto de vista que não venha do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro ponto de partida que não parta do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro chão para caminhar que não seja o do Evangelho de Jesus Cristo.
CONVERSÃO é não almejar nenhum outro ponto de chegada que não seja o do Evangelho, sem nenhum interesse à não ser, caminhar com Jesus.
OU SEJA! CONVERSÃO é estar impregnada do Evangelho, dando razão a Deus todo dia, em um processo que pode ter começado um dia, mas que só terminará no Dia em que transformados de glória em glória nós nos tornarmos conforme a semelhança de Jesus.
CONVERSÃO é renovar a mente todo dia, sendo que, cada dia, se faz ou tenta ser melhor do que ontem.
CONVERSÃO é discernir este século e não nos conformarmos com ele.
CONVERSÃO é ver o mundo no mundo, e ver “mundo” também no que se chama de “igreja”, lar e em si mesmo.
CONVERSÃO é chamar de mundo não necessariamente o ambiente fora das paredes eclesiásticas, e nem tampouco chamar de “Igreja” o ambiente dentro das paredes eclesiásticas, pois o mundo estar dentro, como á igreja fora, ter discernimento, se fundamentar em Cristo
CONVERSÃO é saber que mundo é um espírito, um pensamento, ou uma atitude que pode estar em qualquer lugar,principalmente dentro de si, com seus preconceitos fora do evangelho, e está freqüentemente nos concílios de um modo muito mais sofisticado do que está nos congressos políticos explicitamente definidores de política no mundo.
CONVERSÃO é manter a mente num estado de arrependimento constante, de metanóia, de mudança de mente, que por vezes acontece com dor e outras vezes só pela consciência que vai abraçando o entendimento e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dizendo Deus tem razão. Sim! Conversão é crer que a Palavra tem razão sempre; e se ela tem razão eu quero conformar a minha vida conforme a verdade do Evangelho.
O que é, afinal, a emoção?
Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.
Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.
O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".
A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.
A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.
A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.
Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.
Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.
As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.
A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.
O sagrado não está nas luzes da festa, mas no modo como você acolhe quem não tem nada: o que você nega ao próximo, nega à sua própria humanidade.
Minha tese central, baseada a partir de Heráclito propõe que a impermanência não é um defeito do mundo, mas a sua lei fundamental. Ao dizer que "não se pode pisar duas vezes no mesmo rio", o filósofo argumenta que a identidade das coisas (incluindo a nossa) é um processo, e não algo estático.
Muitas vezes sofremos porque tentamos "congelar" momentos, pessoas ou situações que deveria não mais fazer parte da nossa vida. No entanto, a mudança nos ensina que a vida é um fluxo contínuo, ou seja, ela não para e nem tão pouco estará igual antes. Ora, o rio muda! Nós também mudamos a cada segundo (através de novos pensamentos, células que morrem e nascem, ou aprendizados).
Portanto o conflito surge apenas quando resistimos a essa correnteza. Aceitar a mudança não é desistir do controle, mas aprender a nadar conforme a maré da existência.
Afinal, o que nos mantém de pé quando tudo parece perder a cor? A resposta não está no conforto, mas no sentido.
O Chamado de Deus para os Jovens que Vêem, Velhos que Sonham.
No Antigo Testamento, o profeta Joel (2:28) fez uma promessa ousada: chegaria o dia em que "os jovens teriam visões e os velhos teriam sonhos". Em Atos (2:17), esse texto é resgatado para mostrar que a vida ganha um novo fôlego quando o "espírito" nos incendeia.
Mas entenda a provocação: ter uma "visão" é olhar para o futuro e ver uma tarefa. Ter um "sonho" é olhar para a vida e ver um significado que não envelhece. Sem isso, o jovem se arrasta e o velho se amarga. A pergunta é: você está apenas ocupado ou está realmente indo em direção a algo?
O psiquiatra Viktor Frankl aprendeu o sentido da vida da forma mais dura: sobrevivendo a campos de concentração. Em seu livro Em Busca de Sentido, ele destrói a nossa passividade ao dizer: "Nós não deveríamos perguntar qual o sentido da vida; nós somos os questionados pela vida. Viver significa assumir a responsabilidade de encontrar a resposta certa."
Frankl nos provoca a entender que o sentido não é algo que "cai do céu". Ele é construído em três frentes:
* No que você faz: O trabalho ou obra que você deixa para o mundo.
* No que você ama: A dedicação a alguém ou a uma causa maior que você.
* No que você sofre: A coragem de mudar a si mesmo quando não pode mudar a situação.
Se alguém como Frankl encontrou um motivo para viver no meio do inferno, o que te impede de encontrar o seu no meio da sua rotina? A Bíblia diz que os jovens profetizam e os velhos sonham porque o sentido da vida não tem data de validade. O sentido é o "porquê" que nos faz aguentar qualquer "como". Pare de esperar que a vida te dê um propósito. Dê você um propósito à vida. O que você vai fazer hoje com a liberdade de ser quem você é? O seu tempo está correndo. Responda à vida com coragem.
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