Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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Quem perdeu tudo na vida perdeu o que precisava ser arrancado, não o que merecia permanecer. Há perdas que não são castigo, são encerramento. O que cai quando tudo desmorona nunca esteve firme o bastante para seguir adiante.
Não existe repetição para certas quedas. A vida não desperdiça lições oferecendo o mesmo abismo duas vezes. Quando tudo se vai, não é para testar força, é para definir limites. Depois do fundo, não há outro fundo igual — há apenas a escolha de subir ou continuar vivendo de restos.
Nem todos os caminhos se cruzam novamente. Pessoas, oportunidades, versões de nós mesmos ficam para trás porque cumpriram seu papel. Insistir no retorno é negar o aprendizado. Quem entende a perda deixa de implorar pelo passado e passa a construir com o que sobrou de verdade: consciência, silêncio eó maturidade.
Perder tudo não é o fim. É o ponto exato onde a ilusão morre e a verdade começa.

Aprender dói menos quando é compartilhado
e pensar fica mais sério quando não vira vaidade.

As redes criam um ambiente onde o pedantismo prospera e a consciência disso não nos absolve.

Permitam-me compartilhar algumas palavras sobre este dia.
Não se trata de religião, mas do que representa uma estrela em nossas vidas: um objetivo a ser alcançado. Assim como foi para os magos, trata-se de um propósito que importa, que faz diferença — um objetivo de luz, que traz coisas boas, que é universal, que nos eleva, a nós e à nossa equipe.
É um momento para se importar com a dor do outro, para refletir, retomar as energias, estar com a família — que, durante boa parte do ano, se sacrifica e torce pelo nosso sucesso. É tempo de ajudar os mais frágeis ao nosso redor.
Este é um momento especial do ano. Desfrutem de tudo: dos presentes, das guloseimas, dos amigos. Mas, principalmente, sintam o Espírito Santo ou o espírito de Natal.
Dedique alguns instantes a si mesmo e ao agradecimento. A gratidão é sagrada.
Feliz Natal!

Quando você compreende que a sua igualdade não se mede pela vida do outro,
e que não existe espaço em você para disputar superioridade,
é nesse instante que descobre: a transformação já estava em curso há muito tempo.
Agora, não é mais sobrevivência — é vida plena.
Um recomeço firme, consciente, diferente.

Jesus o Cristo estava apaixonado por si-mesmo, não era por Israel e nem por nenhuma moça em específico, ele namorava a vida porque tinha liberdade.

Ó, filho do pecado, de que vale ganhar se não guarda as lembranças do que perdeu?

o silêncio se tornou mais cruel do que qualquer palavra.
Não houve grito, não houve despedida — apenas o peso da ausência,
um corte invisível que sangrava dentro de mim.
Simplesmente se virou contra mim,
como quem fecha uma porta sem olhar para trás,
como quem apaga uma chama sem se importar com o frio que virá.
E eu, perdido
descobri que tudo o que sabia, tudo o que ofereci,
não foi o bastante.
O que restou de mim não é parte dela.
Restou-me apenas a força de continuar,
a coragem de transformar dor em poesia,
a certeza de que até o amor mais devastador se foi.
Porque amar é também perder,
e perder é também aprender a renascer.
E se um dia ela lembrar de mim,
não será do homem que ficou para trás,
mas do fogo que ardeu tão intensamente
que nem o tempo conseguiu apagar.

O que se concede permanece enquanto não é provado.
O que se sustenta só existe depois de testado.

Assim, a elevação antecede a medida,
mas a medida decide se houve elevação.

O tempo não corrige o lugar —
apenas confirma se ele estava vazio.

Se um dia você decidir que não dá mais, por favor, me fala. Vai ser um dos piores dias da minha vida, mas, por favor, me fala.
Eu prometo tentar te esquecer, mas não prometo conseguir, porque não se esquece quem amamos, assim, do nada.
Como dizia William Shakespeare: “O amor é muito jovem para saber o que é consciência.”

Para não traumatizar quem não teve progresso, transforma-se em problema quem obteve sucesso.

Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.

O meu silêncio
O meu silêncio é tudo que tenho para te oferecer
Não consigo sentir nem recordar
Os teus beijos, as tuas carícias, os teus abraços
No meu silencio não consigo encontrar-te
Porque?
Por causa do teu egoísmo puro e simples
Mas, no meu silêncio,
Nas entranhas dos mais profundos
Escombros de mim desapareceram
Nunca pensei
Nem acredito!

Desculpa se não sinto a tua falta,
se não choro a dor da carência do teu amor.
Desculpa se não aceito as migalhas que caem ao chão,
porque meu coração aprendeu a querer mais,
a desejar o inteiro, o verdadeiro, o que floresce em plenitude.


Hoje eu escolho sorrir,
escolho dançar com a vida,
abraçar o sol que nasce em mim.
Não carrego mais correntes,
não me prendo ao que não me alimenta.


O amor que quero é vasto, é livre, é luz.
E se não vem de ti,
eu sigo em frente com coragem,
porque descobri que dentro de mim
há um universo inteiro pronto para amar.

Meu ombro é para quem não venceu a batalha, pois quando vencem, devem comemorar com todos!

Seja sincero, mas procure ser sábio e não conte toda a verdade.🕊

Passou o ano todo e não me deu um bom dia, então não venha com feliz Natal

Não troco minha autenticidade por nenhum tipo de aprovação. Entendi que sou única e especial. Opiniões alheias jamais irão moldar quem sou.


— J.

Crio no meu tempo.
Ideias gostam de espaço.
Não de pressão.


— J.

Não subestime minha essência calma.
Ela é feita de atenção, sensibilidade e escolhas conscientes.
Sou delicada, mas não ingênua.
Sinto demais, observo muito
e compreendo mais do que demonstro.


— J.