Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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⁠Empatia não deve ser uma palavra repetida porque está na moda; mas sentida porque te torna humano!

Passou-se um tempo...passou-se um tempo em que o momento de "agora" não me causa mais sentimentos, nem calafrios de emoção e adrenalina.
A única coisa na qual consigo fazer, é me lembrar; me lembrar dos momentos que podiam ter me significado alguma coisa, mas eu estava desligada demais para isso.
Me privei de sentir, para não sofrer mais, para não sentir mais a rejeição que tanto me assombrava no passado. Cheguei a esquecer que um dia fui cheia de vida...e disso me culpo, me culpo por me maltratar tanto, por maltratar aquela garotinha que de tantos sonhos se fantasiava.
Hoje, a única coisa que quero, é a minha vida, e os meus sentidos de volta.

⁠Sei que seguir sozinho não é fácil,
mas também não é ruim. Pois é
melhor seguir só do que com
más companhias.

⁠Não preciso seguir o caminho
de ninguém. Pois sempre segui
sozinho e hoje continuo sozinho
na fé com Deus.

⁠Não espere nada de ninguém,
se não irá se frustar futuramente.

⁠Não espere nada de ninguém,
espere de você tudo aquilo
que você quer alcançar .

⁠O amor pode não escolher idades, mas escolhe o afeto, o carinho, os momentos e as atitudes por alguém tomadas.

⁠O segredo é não desistir de tentar todas às vezes que você cair.
Um dia sem menos esperar chegará ao final que tanto deseja ou busca em cada sonho e objetivos.

Posso não saber para onde estou indo.
Mas hoje sei onde não quero estar.⁠

⁠⁠Até que ponto me chegas com humilhação!? Se faz feio mediante a tua idade,
que de mim não importa nada,
além de fiel e terrível desastre.

Acompanha-te os meus passos,
que há muito tempo me são largos,
tão linda amplitude do teu sorriso,
tão bobo meus olhos em franzidos.

Teu abraço que não me toca,
dói mais que pedir esmola,
pois bondade ainda existe,
e teu "não", calado, já me apavora.

⁠Confie no que você
sente... não no que você
ouve.
Flávia Abib

⁠"Jamais pratiques o mal. Mesmo quando te sentires injustiçado por todos, não te desesperes e não procures vinganças; o mal sempre atrai o mal. Não tentes fazer justiça, jamais, por tuas próprias mãos; somente o Pai do Céu pode julgar os nossos semelhantes."

⁠Se não existe comprometimento, o tempo sempre será uma desculpa

⁠Dar o que não tivemos dói, mas nos cura

⁠Se a pessoa não sabe para qual porto está navegando, não há vento favorável.

Sêneca
Cartas de um estoico.

Nota: Trecho da carta 71 (LXXI), Sobre o bem supremo.

...Mais

⁠Onde acaba o estado começa o homem que não é supérfluo.

Friedrich Nietzsche
Assim Falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

⁠Por que você some assim?
Acaso não sabe que quando some também leva um pouco da minha alegria?

Não me julgue, vc não sabe como me sinto nem onde doeu em mim.

Não me julgue, não tenho culpa das suas fraquezas e das suas incertezas.⁠

Não me julgue por amar de forma incondicional a mim mesmo e priorizar a minha saúde mental.

⁠Saber não é o suficiente. O que move as nossas mudanças não é o conhecimento, mas sim, a nossa vontade.

⁠A redenção é a morte

há alguns dias não tenho vontade de me levantar, permaneço deitado com os cobertores ate o queixo no escuro com minhas cortinas blackout puxadas

a televisão ligada sem volume ou com o volume no minimo me sugere as horas, é ínicio de madrugada agora, ha alguns dias foi meu aniversário, daqui ha alguns dias terá o feriado de 7 de setembro, através da internet não fico alheio completamente sobre os dias e meses

a passagem do tempo no entanto se mostra morosa, rude e angustiante, algo dentro de mim se levanta em súplicas por dias de sol e aroma de flores da primavera, então lembro que essa sensação de súplicas tambem me acompanhava no verão passado e na primavera passada

aa sendas escuras do meu quarto anunciam corpos mortos chovendo pelo teto e deitando-se nas feridas da minha cama empoçando jardins de flores pisoteadas

tremulam versos rotos e sem rimas do sangrar dos meus labios queimados pelo sol de inverno que não encontra fresta alguma na alma deste quarto escuro

suspiro, aspiro e respiro mendigando sonhos em clarões brancos de escuro desolação

respiro um acreditar dentro do meu corpo morto, em algum lugar ela toma entre suas doces mãos sua xícara de café e suas duas fatias de pão, sim duas fatias

no jazzer do meu cadáver ensurdece-me o pranto das paredes de olhos ardendo ante o odor fétido que exala do meu corpo morto

ocasionalmente meu corpo morto sente o aroma de terra molhada onde dançam lembranças de uma infância vivida, uma vida Amada e de uma velhice abortada

em algum lugar os mendigos tomam cachaça e consomem crack amortecendo suas vidas mortas, prostitutas em banheiros de motéis ajeitam a maquiagem para ir de encontro a seus proximos clientes mortos

neve escura se espalha e congela o quarto preparando minha sepultura

as ruas tossem vírus mortais, milhares caminham nestas mesmas ruas onde já não resta quase ninguém para morrer, estão mortos ha muitas luas, eu enfim junto-me a eles, não ha redenção, talvez nunca ouve..