Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
O jeito que eu te olho. Minha voz calma, mas ao mesmo tempo trêmula. Mãos geladas e suadas. Pernas fraquejando a cada palavra sua. Minha alma cedendo ao seu tamanho esplendor. Por favor, diga-me: Que tipo de criatura seria você? Uma espécie de anjo? Um anjo bom, ou um anjo caído? Será que você foi expulso de sua terra por tamanha beleza? Ou será que eu apenas morri e cheguei ao paraíso? Não sei, isso só você poderá me dizer.
Você fala, inventa, grita e chora. Mas no final sabe o que eu escuto? Nada. Você pensa que amolece meu coração com essas suas palavras repetitivas, mas não, você não o faz. Você acha que consegue arrancar sorrisos do meu rosto, é você consegue, mas não se iluda com apenas músculos faciais se mexendo. Enfim, eu não sou como as outras meninas, certo? Entendido? Assim como existem meninos babacas, existem garotas babacas. E olha que eu sei ferrar com a cabeça das pessoas. Cabeça e coração. Mais uma coisa: Eu permaneço indiferente diante as suas fracas atitudes.
Eu queria poder ver as coisas como as outras pessoas. Elas dizem que esses motivos, pelos quais eu desabo em lágrimas todas as noites, são insignificantes. Quem dera eu pudesse vê-los desse modo também.
Então me diga, é bom me amar? Você sente alguma coisa quando olha nos meus olhos, ou quando eu te falo alguma coisa fofa? Porque sinceramente, parece que você está do mesmo jeito desde que eu te vi pela primeira vez: Indiferente.
A melhor coisa é ver que estou perfeitamente feliz sem coisas e pessoas que eu pensei, que precisava.
Eu olho pra minha geração e vejo a decadência dela em tudo
Eu olho o tudo e vejo o nada. Aqui, ali, em todos os lugares os vejo.
Eles estão agora em tudo. Eles estão agora em nada.
Eles todos estão aqui. Eles todos então em nada.
Estão aqui e ali, ali em nada.
Despedida
Eu sou um de muitos que já passaram, e que ainda vão passar por esta terra,
Deixando pra trás um rastro de existência.
Um louco tentando escapar do absurdo coletivo.
Mais um medíocre aos olhos da humanidade.
Caminho sem rumo, sem direção a procura de uma ilusão, ao qual eu possa,
Chamar de amor.
Assim vou vivendo, queimando pouco a pouco, os sonhos que ainda me restam.
Digerindo a falsidade que me rodeia, rindo sozinho da demência humana.
Meus amigos são poucos, minhas conquistas menos ainda.
Mas minha coragem ainda triunfa, escondida na minha misericórdia.
E o corte da minha espada ainda se faz presente, dilacerando a altivez de quem ousar atravancar o meu caminho.
Vou-me assim vivendo, apenas com a pureza de um recém nascido.
Comprarei uma casa na montanha, distante de tudo e de todos.
Onde quem sabe em uma tarde fria de inverno ver-te-ei meu rosto refletido.
Em uma pequena poça de água formada pelas lagrimas que chorarei pela manha,
Ela me mostrara todos os anos que já se foram embora, darei meu ultimo suspiro, e um sorriso simples cansado pelo tempo, um estrondo ira cortar o silêncio quase angelical.
Logo após depois de uma imensa espera, finalmente irei acordar do sonho da vida.
"Sou fã de música! Seja pra cantar como eu quero, ouvir várias vezes a mesma durante o dia, dançar como eu sei, e interpretar com sentimento, bom ou ruim."
Prisioneiro de mim mesmo
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade eu encontrei,
Comprada, inalada, aspirada, injetada, limitada, passageira, mentirosa e traiçoeira.
Liberdade eu procurei,
Na liberdade que encontrei, me isolei, me entreguei, me viciei, me perdi, me escravizei.
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade de verdade,
Liberdade eu não achava.
Busquei em diversas fontes, subi no mais alto monte, lá de cima eu me dei asas, voei até os céus buscando romper o véu que escondia a liberdade, o que havia por trás do azul?, a liberdade estaria ali?, quem escondeu-a de mim?, eu preciso encontrar o sabor da liberdade, eu preciso sentir o que é ser livre de verdade.
Cansado e sem encontra-la, desisti de procurar, resolvi aterrissar, me encostei pra descansar, fechei meus olhos tentando dormir para aliviar meu cansaço, foi então que me vi olhando para dentro de mim, e que havia algo ali, onde eu nunca pensei em procurar, me encontrei com a verdade, ela me disse que ali, dentro de mim, morava a felicidade e que se eu a encontrasse seria livre de verdade.
Viajei por tanto tempo, gastei energia, vida e talento, procurei nos quatros ventos, o que eu só encontrei quando me olhei por dentro.
A verdade me ensinou o endereço da liberdade, antes porém me avisou que eu só a encontraria se acreditasse que era a liberdade que eu queria de verdade.
Deveria eu esconder a saudade que eu sinto de você...
Como uma forma de me defender, de um possivel final...
Ou devo extrapolar aos quatro ventos, que você e importante pra mim, e sem você não posso...
Eu posso até ter milhares e milhares de amigos mas eu conto nos dedos os que são verdadeiros e fiéis a mim.
Sabe por que eu odeio a humanidade?
Porque eu tenho medo da vida,
Eu vejo como as pessoas vivem,
E tenho medo de vivenciar.
Decisões erradas,
Situações extremas,
Medo excessivo,
Angustia nos consumindo.
Porque temos que sofrer?
Não poderíamos viver em paz?
Ou pelo menos respeitar o espaço do outro,
Para vivemos dignamente.
Da próxima vez que for me machucar, que for quebrar meu coração, que for pisar em mim como se eu fosse uma formiga inofensiva, lembre-se que tudo o que vai, um dia volta. E pode ter certeza: voltará em dobro.
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