Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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O mundo que se pode medir parece sólido, mas é na desordem que mora o fascínio. As leis que explicam a gravidade não conseguem tocar o território das emoções.

Apenas um por cento de progresso por dia
Já muda o mundo em mim
O teu amor me fez ver
Que até no pouco há um começo sem fim - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo

Somos maiores quando reconhecemos que somos pequenos perante a vida e o mundo.

O mundo é imenso..diverso..quase que infinito para alguns.
Mas ao mesmo tempo tão pequeno a ponto de se achar alguém tão especial dentro dele.

✻ FranXimenes ✻ 21/11/14

A maturidade começa quando você para de culpar o mundo e assume o cuidado da própria existência.

Quando o medo emergir, saiba:


Somos pequenos, mas gigantes.


O mundo é uma caixinha que, por infinitas caixas, somos incluídos.


Não podemos nos entristecer pelo mundo em que somos minoritários. Mas alegre-se: que mesmo pequenos, podemos transformá-lo.


Mesmo pequenos, somos grandes perante os pássaros que, ao contrário de nós, voam ao surgir no mundo.

A arte sempre foi o rascunho de um gênio que o mundo chamou de louco antes de aplaudir.

E se um dia o mundo pesar
Lembra onde pode aterrissar
Te espero aqui, com céu nos olhos
E asas pra te amparar - Frase da música Permita-se Voar do dj gato amarelo

⁠Mas, verdades são mentiras que todo mundo acredita, absolutos são possibilidades e resultados únicos são apenas provas de que nada podemos provar. Sempre falta algo.

Seja leve, amor
Deixa pra lá essa dor
O mundo já pesa demais
Aqui é lugar de paz - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

O mundo é uma pequena concha de retalhos que, costurada, se torna densa e peculiar. É diferente, mas o diferente vira aconchego, e nessa concha não podemos entrar se não for pela borda que costuramos eternamente.

Nós vamos vencer o mundo, a fé é maior que qualquer obstáculo.

Regras são o destino dos
que a sociedade
renegou.
Corroborar com o mundo é oferecer-se
à morte,
como quem se entrega ao náufrago
em tempestades.

Se no mundo fossemos a nossa única companhia,
a jóia mais valiosa perderia o
brilho e valeria tanto
quanto um ínfimo grão de areia
esquecido na
palma da
mão.


Mas um único curto gesto de
voz
custaria mais do que toda
riqueza guardada
no cofre da
existência.

Que é a felicidade senão utopia? Tanta desgraça no mundo e por vezes distraindo numa falsa alegria.

Quem flerta com o mundo espiritual achando que tem domínio, já está dominado.
O que é chamado não debate, não faz acordos, não recua.
E quando o preço se revela, não carrega assinatura humana.

O mundo seria muito melhor se o espírito do Natal fosse um gene dominante e transmitido geneticamente.

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

Nem todo mundo é bem-intencionado; silenciar os planos evita nadar contra a própria correnteza.

Todos os dias acordo com vontade de entender o mundo. Mesmo de perto, olho para longe, tentando compreender algumas loucuras. Se somos tão racionais, por que só lembramos de cuidar da gente quando estamos doentes, às vezes tarde demais? Fingimos ser inquebráveis, mas por dentro somos feitos de sentimento. Temos um coração e uma pele sensível, revestida de coragem, e só precisamos ter mais cuidado com a gente mesmo.