Pegada na Areia

Cerca de 68 frases e pensamentos: Pegada na Areia

Fé, sempre removendo montanhas

Para quem tem FÉ, sempre vai ter alguma porta aberta, pois ela remove montanhas e as más intenções dos corações: fazendo uma reforma íntima para que o homem encontre a sua luz verdadeira...E como ela remove montanhas, pode remover obstáculos e até transferir ( com ajuda do alto ) um problema que estava em um lugar para outro onde se tenha uma solução mais suave.
Acredite sempre em Deus, sempre em seus anjos da guarda e naquele que nos quer puros de coração: para que o vejamos e sintamos, no peito, a felicidade e a paz que esteve e sempre estará sorrindo para nós.
Amém 🙏

Inserida por PeregrinoCorrea

Reforma íntima
Quando os pensamentos se elevam e percebem que a escuridão é apenas uma ilusão, o véu se rasga e podemos ver o caminho que devemos seguir, para ter um encontro perfeito e harmonioso com "TODOS" aqueles que nos esperam, e nos aguardam para dar continuidade a nossa jornada de regeneração e progresso🙏 Fique com Jesus sempre.

Inserida por PeregrinoCorrea

Tem coisas que o tempo não apaga , ainda mais se for uma pegada com a luz apagada.
E sobre a areia da praia apenas nossas roupas jogadas,
ao lado de nossas pegadas em uma madrugada quente de verão .
Você dizendo não para, e é claro de jeito algum eu pararia
mas a gente pode parar pra se pegar em qualquer outra estação.

As pegadas na areia do tempo não são deixadas por pessoas sentadas.

Mar
abandonado
Pegadas
na
areia
a
vista
uma
sereia

Na areia da vida deixo pegadas.
Um lembrete que passei por ali.
Agora a água vem e leva.
Leva com ela todos os rastros que deixei.
Que serão eternos,
Eternos enquanto lembrados.

A grandeza de um olhar esta no rosto daqueles que seguiram as pegadas que Deus deixou na areia.

As pegadas deixadas na areia de uma praia não são deixadas por pessoas cansadas, mas sim por pessoas que um dia lá passaram.

Enquanto deixamos pegadas na areia, o tempo caminha ao nosso lado — como as ondas na praia — e, no seu compasso, espera a sua vez de apagá-las. Esse é o ritmo da vida.

Tem gente que passa pela vida como quem pisa em areia molhada, achando que vai deixar pegadas eternas… e o mar vem, educado e cruel, e apaga tudo sem pedir licença. Aí a pessoa olha para o horizonte e pensa “preciso ser lembrada”, como se a memória dos outros fosse um cofre inviolável. Spoiler nada é.

Olha o caso de Franz Kafka. O homem escreveu como quem sangra em silêncio, pediu ainda por cima que queimassem tudo depois da morte, quase sabotou a própria eternidade. E o que aconteceu Virou um dos nomes mais estudados do planeta. Agora me diz, com toda sinceridade, de que adianta essa fama póstuma Ele não está aqui para ver alguém sublinhando suas frases num domingo chuvoso, tomando café e fingindo que entendeu tudo.

Mesma coisa com Emily Dickinson. Viveu reclusa, escreveu centenas de poemas, guardou tudo como quem esconde cartas de amor numa gaveta. Morreu sem saber que seria lida por gerações. Bonito para a história, meio sem graça para ela, convenhamos.

E aí a gente fica nessa obsessão estranha de querer ser eterno. Como se virar nome de rua ou tema de prova de escola fosse a grande vitória da existência. A verdade é que tem uma certa vaidade nisso, uma tentativa desesperada de negociar com o tempo, como se dissesse “olha, eu vou morrer, mas me deixa aqui pelo menos em forma de citação”.

Mas a vida não é citação de rodapé. A vida é agora, bagunçada, meio torta, com café derramado e pensamentos pela metade.

Tem gente que tenta se imortalizar nos filhos, como se eles fossem uma continuação garantida. Só que não são. São outras histórias, outros caminhos, outras versões do mundo. Um dia, inevitavelmente, alguém lá na frente vai olhar uma foto antiga e perguntar “quem era mesmo essa pessoa?” e pronto, acabou a eternidade familiar.

E não é triste. É só real.

Talvez o verdadeiro legado não esteja em ser lembrada para sempre, mas em ser sentida enquanto existe. É no que a gente constrói, no que ensina, no jeito que marca alguém sem perceber. É aquela conversa que muda um pensamento, aquele gesto simples que fica ecoando na memória de alguém por anos, mesmo sem virar livro, estátua ou documentário.

Porque no fim das contas, a eternidade é superestimada. O agora é que é subestimado.

E tem uma coisa que eu acho quase revolucionária escrever sobre si mesma. Guardar pedaços da própria vida em palavras, como quem cria um arquivo secreto de sentimentos. Não para o mundo, não para a posteridade, mas para aquela versão futura da gente, meio esquecida, meio cansada, que um dia vai abrir um caderno ou um arquivo e pensar “nossa, eu já fui assim”.

Isso sim tem graça. Isso sim tem vida.

Porque ser lembrada pelos outros é incerto. Mas se reencontrar dentro das próprias palavras… isso é um tipo de eternidade que acontece em vida.

Agora me diz, não é muito mais interessante ser protagonista da própria memória do que virar curiosidade histórica?

E já que você chegou até aqui, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books… vai que um deles vira aquele pedaço de você que o tempo não apaga.

Pegadas na areia são marcas que as ondas levarão certamente, mas se você caminha sobre elas carregando em seu coração o amor ao próximo, ficarão registradas na eternidade, porque são passos importantes que estará dando em direção ao nosso Pai Celestial.

Tuas Pegadas de Amor

18/03/2026


Eu olhava a areia que tinha ainda que percorrer e logo o receio me veio. Tantas passos incertos para andar, o receio de andar e tropeçar nos meus próprios pés, o medo tomava conta de mim. Mas a esperança voltou a brilhar, quando olhei para o lado e lembrei que estava contigo. Era você, você que estava e sempre esteve comigo.




Quando eu nasci, tu estavas comigo de outra maneira, através da minha mãe e do meu pai. Fostes a mãe que me enchia de amor e carinho e o pai que provia o sustento. Ao longo dos anos que fui crescendo, você começou a me acompanhar de muitas maneiras diferentes: fostes o meu irmão, quando me agradava em dias difíceis, fostes minhas amigas, que me tiraram boas risadas, fostes os sacerdotes, aos quais me instruíram na igreja. Diversas pessoas, mas todas eram Tu, Deus, Meu Amor.




Admito, por muito tempo fiquei mimada pelo meu amor mais confortável: minha família. Como é fácil para um brasileiro nativo falar português também é fácil amar meus pais. Porém, um dia Tu me chamaste para te amar de outra maneira, o matrimônio. Usando o exemplo de línguas, a dificuldade para aceitar e amar meu companheiro, completo estranho, é o mesmo que um brasileiro querer aprender coreano. Mas qual seria a graça de amar alguém sem dificuldades? Somente perante as maiores dificuldades o amor é provado.




- Ei, meu bem. Chamou meu esposo.

- Oi! - falei, em tom de susto ao ter me chamado sem meio aos meus pensamentos.

- Ei, eu só queria te lembrar que te amo, meu amor.




Meu Amado pegou minha mão, acariciava meu indicador com o seu dedão e continuávamos a andar, me virei em direção a ele e o admirava com ternura, mas não somente por sua cuidada beleza e, sim, porque ele nunca deixou de me amar. Desde o momento em que nos casamos, o meu lar deixou de ser meus pais e passou a ser o meu lar. Agora eu vivo contigo, meu Esposo Jesus, amando e compartilhando a vida ao lado do meu cônjuge. E logo, te amarei ao amar não só meu amado companheiro, mas também meus futuros filhos.

Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.


Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.


E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.


E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.


Porque ela encerrou.


E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.


Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.


Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.


Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.


Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.


No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.


E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.


Eu escolhi viver.

Oh, Itaipu!
eu me desfolho em cada alvorada
no sal do ar, nas pegadas deixadas
na areia que me conhece por dentro,
e sabe do silêncio que carrego no centro.


Tuas águas são espelhos do que fui
e do que ainda serei...
quando me recolho às margens da tarde
e o céu se tinge de tons que só tu sabes dar.


Oh, Itaipu!
tu és poema que me atravessa em ondas
e em cada revoada de gaivotas que ronda
eu me reencontro inteira,
feito concha que escuta a si mesma.
✍©️ @MiriamDaCosta

“A areia da praia guarda pegadas que o mar ainda hesita em apagar — memórias de passos que o tempo não ousa levar.”

O amor não é como pegadas na areia,
Que o vento e o mar vêem e apagam,
Pois dominam todo nosso ser,
Outras pessoas virão,
Mais jamais as amarei,
Como um dia amei você.

Hoje senti algo diferente,
Não sei o que aconteceu,
Mas lembrei de bons momentos,
Entre você e eu,
Percebi que nada e eterno,
Mais sei que te amareis Eternamente.

Eterno, para sempre,
Não terá fim o meu amor,
Você chegou de repente,
Mudou meu jeito de ser e falar,
Conseguiu fazer-me apaixonar com você,
Sinto vontade de gritar aos quatro ventos,
O sentimento mais puro e complexo,
Que é simplesmente Amar Você.

Inserida por Lipeh22

Praia

Pegadas curtas
na areia.

Eu me ponho a acompanhar.

Quando acabam
junto a água,
vejo longe
uma criança se afogar...

Pulei na água,
assustada,
procurando por aquele ser.

Nada vejo!

Talvez eu tenha
começado a enlouquecer.

Inserida por sarahmagalhaes

"Só uma pegada na areia
Pensei que eram os meus passos
Então Jesus falou
Quando você não aguentou
Eu te carreguei nos meus braços."

Inserida por jottapnunes

"Pegadas na areia

Sob o brilho intenso de sol, de um céu azul, de uma brisa suave, de um mar esverdejante, caminhando namorando e deixando pegadas na areia."

Inserida por teresa_kodama

Caminhamos na areia, deixamos pegadas e o mar apaga. Tomamos decisões que marcam vidas e o tempo jamais apagará!

Inserida por DHRJ