Pedro Bandeira - Identidade
Não tem essa de bandeira quando o problema é o estado que põem armas nas mãos de bandidos,crianças e criminalizam o trabalhador.
Gratidão nao é uma bandeira que se sacode pra ser vista..
Gratidao esta impregnada de ações.
Eu nao sou fã das palavras.
Sou apaixonada pelas açõe
Tem dias que sou mesmo assim
Acendo o pavio da Intensidade
e levanto minha bandeira de loucura .
É a maneira que consigo
me blindar e me defender
de toda fútil "lucidez" desse mundo.
Para erguer uma bandeira basta apenas um braço, mas para que um grito ressone é preciso mil gargantas...............
A cruz é meu estandarte, minha bandeira,
pois nela encontro vida, perdão e poder.
Nenhum inimigo prevalecerá contra mim,
porque Cristo é meu escudo e fortaleza.
Mesmo quando a dor tenta me abater,
Deus ergue meu espírito e me faz andar.
É direito de todo indivíduo levantar a bandeira que quiser, como também é direito de outros recusarem-se a compartilhar trincheiras pelo simples fato de, pelo menos em tese, possuírem interesses comuns. Ninguém pode ser forçado a ocupar lugar na trincheira de outrem por ter voz como pessoa pública, possuir representatividade, ou ser formador de opinião apenas porque alguém quer reforçar a própria trincheira valendo-se de tal notoriedade, e acha que seu direito de cobrar posicionamentos é maior que o do outro de fazer suas próprias escolhas. Militância é uma decisão pessoal, e dar-lhe tratamento de obrigação é totalmente equivocado, pois que contraria o princípio da igualdade de direitos.
7 de setembro, bandeira no céu.
Mas nossa independência
É só papel.
Foi grito, foi pose, foi teatro, foi cena.
O povo aplaudia
mas a dívida
já nascia.
Do Ipiranga à City de Londres o grito virou contrato e o contrato virou corrente corrente invisível elegante, porém permanente.
Paga aqui, refinancia lá
juros sobe, esperança cai
o nome é bonito
soberania Nacional.
Mas no extrato.
Dependência Global.
Diziam
Somos livres, somos bravos, somos gigantes.
Mentira elegante!
Escravos modernos, pagadores constantes.
Dois milhões de libras
e um século inteiro de promessas quebradas
de um lado a coroa caía.
Do outro, o povo segurava as algemas douradas.
Se fosse hoje? Dois bilhões quem se importa?
O problema não é o preço.
É o ciclo. É a porta que nunca se fecha, é a dívida que nunca morre
O banco não te mata
ele te deixa vivo
Pra pagar.
Independência ou morte! gritou Dom Pedro.
E a Inglaterra respondeu
assine aqui, parceiro.
Enquanto o povo gritava
o banqueiro calculava.
Enquanto a criança nascia
a dívida já a registrava.
E aqui estamos
exportando vida
Importando miséria.
Riqueza some na bolsa
e volta na fatura bancária.
A bandeira tremula mas quem segura é o vento da ilusão.
Somos livres na música
somos livres no hino
mas escravos na prestação.
7 de setembro é só desfile
É só fumaça pra esconder
que a independência nunca chegou. E talvez nunca vá nascer.
No tecido dessas frases
sobre a haste desses versos
a poesia tremula inquieta
a bandeira da leitura
no poema que mais
esse vento completa
(Leonardo Mesquita)
"Vejo um Brasil de luto, de bandeira a meio mastro, Pela morte da Justiça, da ordem e da liberdade".
O Senhor é a nossa Bandeira.
Deus tu és tudo que eu tenho.
Bom dia Bahia, bom dia Brasil.
Por mais que tentem nos calar,
o Senhor é, e sempre será a nossa
Bandeira.
1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!
E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"
0400 "Sei bem o que é Ingratidão. Ingratidão é não terem ainda criado Bandeira, Hino e Medalha para me homenagear. Estátua não quero, pois Estátuas são banheiros de pássaros!"
Ainda pulsa a esperança
O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.
As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.
O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”
E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.
E no fogo,
A bandeira ainda brilha,
não como símbolo,
mas como desafio.
Que arda o que precisa arder,
para que o amanhã renasça das cinzas, intacto e audaz.
Vivemos tempos estranhos: o que antes gerava vergonha, hoje vira bandeira. E o que merecia orgulho virou alvo de chacota e cancelamento.
