Pedro Bandeira - Identidade

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No dia em que os homens descobrirem que a felicidade de ser pai supera o preço de uma descartável haverá uma explosão demográfica no mundo. No entanto quando se aperceberem de que a paternidade poe em causa a perversidade o malthusianismo será o refúgio.

Pobreza como destino é uma das piores concepções que o homem pode ter. O determinismo biológico da pobreza expressa a fraqueza do homem. Desta forma a pobreza não é um destino mas sim um constrangimento para quem tem inteligência para criar e mãos para executar

Negar favor a um amigo ingrato pode ser uma forma de preservar uma amizade. Porque a ingratidão é um golpe que esgota qualquer boa vontade.

⁠⁠As lágrimas enfraquecem o Homem, para ser vencedor deve matar a dor.

Um povo sem instrução, está condenado a carregar o peso vazio da sua própria cabeça.

Um cientista que se preze, não descansa, porque a ciência não tem pausa.

Se o saber não ocupa lugar, então a ignorância reside na mente dos homens.

Talvez um dia você encontre a pessoa certa e se essa pessoa for eu estarei-te esperando aqui então pode ir.

Um dia reencontrei ela após tanto tempo pensei que nunca mais iria ver ela.

⁠Lutei tanto para não me apaixonar de novo, aí eu encontro você.

⁠Prometi para todos os meus amigos que não iria me apaixonar, mas não sabia que iria te conhecer.

⁠Sabe aquela sensação de que você vai encontrar a sua alma gêmea?

Eu ainda tenho uma página sobrando, só por via das dúvidas. Você será sempre o meu mais bonito quase, e um dia os meus olhos pararam de procurar por ela onde quer que eu estivesse. Agora eu entendi por que as pessoas admiram a lua de tão distante.

Ontem, nós sabíamos um no outro.
Éramos um abrigo que se inventava em cada abraço, um mundo inteiro feito de pequenos gestos, de olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Eu sabia o compasso da tua respiração e o teu sorriso sabia abrir todas as janelas do meu peito.
Fomos dois corpos dançando na mesma luz, fomos casa e tempestade, fogo e calmaria, fomos eternidades enquanto durou o instante.
Tudo em nós éramos grandes, urgente, como se o amor não soubesse esperar.
Mas o tempo, esse ladrão silencioso, foi apagando as luzes acesas em nós.


Primeiro, um beijo menos demorado.
Depois, um toque que se perdeu no caminho.
Até que um dia, sem perceber, paramos de procurar um ao outro na escuridão.


Hoje, caminhamos como dois desconhecidos com memórias brilhando nas mãos. O nosso amor, que já foi incêndio, agora é cinza que o vento leva devagar, e só resta o cheiro de fumaça na lembrança. Não houve briga, não houve grito, só o silêncio que cresce quando dois corações desaprendem a falar a mesma língua.


Te vejo de longe, e ainda reconheço o contorno do teu mundo, mas ele já não me pertence. O nosso caminho se cruza na memória, não mais na vida. E por mais que a saudade tente gritar, aprendi que não se chama de volta o que já se tornou passado.


Mesmo assim, quando fecho os olhos, ainda sinto o toque da tua mão no meu inverno, ouço o teu riso correndo pelo meu peito, vejo nós dois, imensos, construindo planos que nunca nasceram.


Ontem fomos universos. Hoje somos constelações distantes, cada estrela brilhando sozinha, lembrando que um dia fomos parte da mesma noite.


E, no fundo, é bonito e cruel perceber: há amores que não morrem, apenas se transformam em eternas lembranças que nos acendem por dentro toda a vez que a solidão sopra.

Às vezes eu tento te entender, mas fico na dúvida se é real.

Tem coisas no mundo que temos que desistir para ganhar algo melhor.

Pensando bem, tem coisas que acontecem comigo que eu não queria que acontecesse com ninguém.

Talvez um dia agente se encontre de novo no mesmo lugar que nos conhecemos.

Se a vida me desse um pedido eu escolheria você.

Se o mundo dá tanta volta porque você não dá uma volta comigo.