Pedir para a Pessoa Amada Mudar
Capacidade, não é sobre o quanto você comporta — mas sobre o quanto
você suporta! (Pena)
—Onaile A Prudent
O que o mundo chama de “semana santa” eu chamo de dias difíceis — pois
começa na folia e termina na cruz.
—Onaile A Prudent
“A vida não é medida pela quantidade de amores que tivemos, mas pela
quantidade de amor que doamos” - (Pena)
—Onaile A Prudent
Às vezes plantamos sementes cujos frutos não vemos — são frutos
tardios. Mas aqueles que colherem lembrarão de você!
—Onaile A Prudent
Os maiores pesadelos não são os que nossa mente inconsciente produzenquanto dormimos — mas aqueles que bem acordados confeccionamos semescrúpulos.
—Onaile A Prudent (Bigorna)
VERBUM FONS GRATIAE: AVE LUX MUNDI
Ó escuridão, tu guardastes em Teu Segredo a sagrada luz que toda a humanidade suplica!
Levanta-te, ó gloriosa Presença que caminhou entre os homens! Tua voz foi ouvida, e teu exército marcha em direção à tua criação. Levanta-te de Teu Trono e livra teus filhos do abraço frio da morte!
Faça o céu e a terra estremecerem com Teu poder, pois Teu brilho faz o sol se curvar diante de Ti. Todas as estrelas do firmamento são as joias de Tua coroa e, sob Teus pés, as montanhas se estremecem com Teus passos, para que todos os reis da escravidão temam Tua gloriosa Presença.
Glória ao Soberano de todas as nações, que caminha no meio das criaturas de mais puro fogo, que cantam o nome do Senhor: Kadosh, Kadosh, Kadosh, Adonai Tzevaot!
Tu és "Ave" que surge para mudar o mundo; assim és o Espírito da Graça que habita no centro de toda a existência.
Avis spiritus qui habitat in corde omnis existentiae.
Veni, Sancte Spiritus, fons omnis gratiae.
Verbum in Omni
O que nos prepara para a vida não são os diplomas que conquistamos...“mas as escolhas que fazemos”.
—Onaile A Prudent (Bigorna)
A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.
Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.
Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.
A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.
Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.
Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.
Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.
Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.
O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.
Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.
