Pedaço
Toda mulher vem de um pedaço do divino, que inspira a Alegria e o Amor. Seres que vem ao mundo, especialmente para serem amadas e protegidas, pois sem elas o mundo não teria inspirações, não haveria Paz, não haveria Vida.
Para meu amado sobrinho que partiu e com ele foi um pedaço de mim.
As vezes acordo pensando nele e a saudade tomar conta do meu coração.
Ah saudade que corroe por dentro, que castiga minha alma. Eu queria te ver, te abraçar uma vez mais, mas mesmo nos meus sonhos vc me diz: " Eu não vou voltar" eu sei que não voltará, ninguém volta, o tempo não volta, a vida não volta, a vida só segue, não para nem para a gente juntar os pedaços de nós.
Ah saudade leva no vento meu beijo até o céu para o pedaço de mim que foi morar com as estrelas.
"Carrego seu coração comigo, eu o carrego no meu coração" para SEMPRE.
Com desejo, me envolve
cada pedaço do meu corpo
e me conduz ao paraíso.
Beijos que eriçam a pele
acendendo o fogo da paixão.
Toma-me por inteira
levando-me a um quase levitar.
Do amor, tem todos os ingredientes
aos prazeres mais profundo
exercendo em nos a verdadeira
arte de amar.
Toda vez que eu penso no passado e olho pro presente, um pedaço de mim se desmancha. Por que as coisas tinham que mudar tanto assim?
Eu não preciso estar aqui!
Não pertenço a este pedaço de carne.
Tenho repúdio a cada centímetro de minha pele!
A completa aversão a minha mente.
Incito a pertubação contra meu espirito
para ver o quão longe irei!
Não me reconhecendo.
Não suportando a densa estadia de estar onde sempre estou!
Em quanto tempo entrarei em colapso?
Em qual momento derrubarei meu império?
Isto é um desespero de não realizar a vida;
Pois todo desejo é vida, e toda vida é desejo!
E eu já não quero mais nada!
_Suas verdades fazem parte da minha insanidade,
coma um pedaço da minha alma e compreenda meu ser,
beba meu sangue tenha a certeza do mais puro sentimento...
ouça meus gritos e veja que estou sozinho na minha mente,
conturbado seja o presente por mero instante voz o digo te amo,
estarei murmurando os sussurros da perdição...
para esses os digo que liberdade nunca existiu,
num mundo de sombras estará a vida que nunca viu,
por quaisquer sentido se foi como amor que teve.
entre momentos de sanidade o vejo em amargas sínteses,
do julgo de ser por ser, indigno altar do ser animado...
A vida nos testa, e temos que seguir assim...
Todo pedaço de iceberg
Que tentaram jogar no seu caminho...
Observei...Recuei...Suspirei...
E lhes dei tempo...
O tempo foi o único refúgio que tive
Para que ele não me atingisse,
Mas descongelasse...
Hoje, lavo os meus pés
E rego meu canteiro com suas aguas...
Pois o mesmo não resistiu
A gravidade do tempo.
Estar tão longe
Em outro lugar
Andando em asfalto
Ou estático no decolar do avião
Esse pedaço de ti em mim
Vestido, capa transparente
Enraizado, protegido
Insuprimível
Nos explica o bom da vida
Paz, amor, realização.
Pelas vidas que passei deixei um pedaço de mim, ou carreguei um pedaço delas comigo deixando cicatrizes, e os lugares onde andei, guardam meu perfume e o tamanho dos meus pés. A verdade é que ninguém gosta de ser esquecido.
Francis Silrên
#Tconto
Bati a cabeça na quina
E no sangue que escorreu
Sequei.
Perdi memória e cafeína
E o pedaço que caiu
Deixei.
Cansaço de todas as quedas
Venceu o meu mar de cruz.
Desde lá, o meu peito carrega
Receio no que conduz.
De preto e branco – e transparente
Sobrou nem sei o quê.
Só um tom indiferente que nem deu
Pra conhecer…
E aí
Veio sua cor no meio da minha fraqueza
Lembrando que construir muro
Nunca é fortaleza.
Derrubando o meu eu de mentira
Só pra (eu) me encontrar.
E aí
Veio pra me colorir
No meio da pobreza
Lembrando que eu estava tendo
Mais gasto e despesa
Sendo de uma planeta morto
Só por controlar.
Agora
Traz o seu universo e faz de mim
Um coliseu
Deixa eu conhecer a cor
Que não nos pertenceu…
E fazer dela mais bonita
Pra nossa chegar.
Qual é o tom amarelo
Que te escureceu?
Deixa eu conhecer a dor
Que não reconheceu
Que o ouro estava escondido
Onde a gente dançar.
E aí
Eu me encontro por ser sua
E você por ser meu.
Aí cê vira mais de si
E eu cresço no que nos doeu
Lembrando
Por que eu voltei a mim
Pra te somar.
Tira esse casaco, a camisa
Chega e me aflora
Que só quem sente frio é quem
Pode escolher
Como fazer conforto e juiz.
Abre a tampa do buraco
E não nos deixa fora
Que só quem cai no fundo
É quem pode enterrar morto
E fazer raiz.
E eu colo as nossas bochechas
No meio dos invernos
Enquanto acham, eles
Que o (só)l é perspicaz.
Qual a cor das suas queixas
E do que lhe é eterno?
Eu quero lápis nos pedaços
Do que nos ré, faz.
Se os mais fortes
São os que sentem muito
Como eu diria há um tempo atrás…
Que cor é que o seu planeta
Pode ser e traz?
Tô te pedindo um passaporte
E ele não é gratuito
Qual o preço do planeta
Onde o pouco
Não é muito?
Vem
Ser o troco
Do que a vida nos deve
Vamos como em um filme
Com coragem de olhar.
Vem ser tudo de uma vez
Que é o suficiente
Pega essa lanterna
Para (só) assim,
Nos assombrar.
E aqui
Bato a cabeça na quina
Espero que limpe o sangue
E que compartilhe o seu.
Vou abraçar sua cicatriz
Se formos tipo gangue
Dentro de um museu.
Que eu quero você completo
E sem nada para esconder
Qual é a cor do seu planeta
Onde o meu pode caber?
Quero que tudo de antes
Seja pra explicar a força
Do que vem agora
E que essa não seja
Mais uma pandora.
Eu vou abrir a caixa
Porque, aí, me achei
Se ser leve é levar
Pra que descartar
O que nem poderei?
Porque já nos bordei
No que lembrei de mim
E no que eles perdem
Por demorar no sim.
Será
Que a vida veio nos pagar?
Será
Que a poupança nos
Poupará?
Será
Que a pergunta pode
Não
Nos machucar?
Será que podemos ser
Com ponto
No será?
Eu sei
Que mesmo se não ficar
Deverei dever um tanto
Por cê ter feito
O me encontrar.
E eu só espero
Que tenhamos a inteligência
De nunca mais tanto voltar
Ao que seria nossa ausência
E fraqueza por não chorar.
Então,
Qual a cor, me diz
Pra desvendar seu planeta
E não morar de aluguel?
Eu quero te colorir
Passeando em um cometa
Onde bater a cabeça
Não seja algo cruel.
Cê promete me sarar
E nunca fazer buracos
De balas
Para depois dar band-aid?
Quero sentar na sua mala
Fazer dela a nossa sala
E nos fazer viver
De sede.
Tem dias que você é tão eu,
Extensão do meu coração,
Um pedaço de mim,
Da minha história,
Minhas linhas,
Suas palavras,
Nossas memórias.
Seu rosto tem cara de lar,
Calmaria, eu no seu olhar.
Saudade
A verdade é que a saudade
não mata, fere.
Ela consome pedaço por
pedaço e tortura cada vez mais.
A distancia de dois corpos
situa-se entre a saudade e a
solidão.
Que corrói, machuca e dilacera
o coração.
A saudade é assim:
Uma hora mata e despreza.
Outr'ora abraça e aquece.
Que queres a torturar-me
tanto assim?
Não é melhor me deixar,
de vez, ir?
Agora vou, sem mais, nem porque.
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