Pecado
Os opostos
Os opostos quando se atraem nos levam a viver um pecado viciante.
O inimaginável é tratado com ironia no mundo do amor e na contra mão do engano é visto como heresia é despido de pudor.
Um pouco de ousadia da sentido a vida de quem colide ao enfrentar os riscos atravessando o sinal.
Se formos movidos pelo que nos faz bem o alcance do último degrau para ver lá de cima a vista sinuosa sobre a história desejada será mais plena.
Transpondo nas linhas sólidas pode-se acordar o urso adormecido pelo medo, pode-se abrir aquela torneira fechada da escolha ou pode-se alimentar daquela energia que da ritmo e rédeas a vida.
Os opostos se atraem quando a esforço, dificuldades, sentimentos contrários que se divergem em nossas mentes, se atraem na superação, na surpresa e no encontro entre o amor e os desafios propostos.
"Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: 'Confessarei as minhas transgressões ao Senhor', e tu perdoaste a culpa do meu pecado."
(Salmos 32:5)
Se não se arrepender agora, amanhã pode ser tard. Mas, se se arrepender agora, uma eternidade te aguarda.
Os calvinistas cometem um erro escandaloso quando afirmam que Deus criou o pecado; porém as escrituras afirmam que o pecado não é uma criação, mas um estado de violação inerente às criaturas.
Você pode pregar em pecado, cantar em pecado, profetizar em pecado, mas não poderá entrar no céu em pecado. Não se iluda, pois sem santidade ninguém verá a Deus.
O pecado não é somente a prática, mas essencialmente a inclinação e o desejo dentro do coração. A prática é o vômito do pecado que já estava operando dentro do nosso coração (Mt 5.27-28; Mt 15.19; Tg 1.14-15).
Depois da queda, a humanidade passou a manifestar a universalidade e a profundeza do pecado, numa constante inclinação para o mal.
Deus presenteou a humanidade com a eternidade (Gn 2.17), mas o pecado do homem trouxe a morte (Rm 5.12).
Quando o prazer que o pecado proporciona termina, aqueles se são seduzidos por ele se sentem vazios e tristes novamente. Mesmo que vivenciássemos o prazer do pecado diariamente, o mesmo vazio e tristeza retornariam a cada ciclo, e o desejo ainda permaneceria. Depois da queda, a humanidade se tornou insaciável, e mais do que isto, quanto mais estamos longe de Deus, mais essa sede aumenta e nos incita a buscar outro, e outro e mais outro prazer. Embora deixemos cada um com a esperança frustrada, a expectativa decepcionada e a alma vazia; sem Cristo continuaremos repetindo esse ciclo existencial vazio e alma doente.
Corrigindo a frase: “Eu não estava no Éden e herdei a culpa do pecado, mas você também não estava no Calvário e herdou a Graça”!
Frase correta: “Eu não estava no Éden e herdei a NATUREZA PECAMINOSA DE ADÃO, mas você que não estava no Calvário HERDARÁ A GRAÇA SE CRÊ”!
