Pecado
VERSOS IN POESIA
Oh meu dulcíssimo amor,
Na ilusão, és sim pecado!
Sou fido à sua formosura,
Junto ao desejo revelado!
Paixão, és lira desta vida!
Nela, a idealizo e a quero,
Com os versos, in poesia!
Percebo afinal meu pecado...
Em silêncio mais profundo...
Faria piedade a toda a gente...
Esta pena, esta dor...
Este é o preço da vida e todo o seu valor...
Horas que perdemos...
Vão pelo espaço acompanhando os astros...
E todo este feitiço e este enredo...
Na luta dos impossíveis...
Tão profundo meu segredo...
Das profundas paixões...
Dor infinita...
De guerra e amor e ocasos de saudade…
Da alma o profundo e soluçado grito...
De que fui para ti só mais um neste vasto mundo...
Hoje triste ouço a solidão...
Da luz que não chegou a ser lampejo...
Da natureza que parou chorando...
Diante meu descontamento...
A vida é assim, uma ânsia…
Fazes o bem...
Que terás o mal por paga...
E o sonho melhor bem pouco dura...
Por tanto querer-te...
Recebi amarguras...
Pouco antes...
Nada agora...
E a princípio não percebi...
Como chegastes...
Partiste...
Mas levastes um pouco de mim...
Na profundidade dum desencanto...
Fiz-te doçura do meu coração...
Não compreendestes...
Mudarás, todos mudam...
Mais tarde em tua vida, um dia, hás de tentar
revolver da memória este tempo de agora…
E sentindo então o vazio...
Lembrarás do deixado para trás...
Não se vive outra vez...
E o tempo a tudo vence...
Fostes embora...
Mas fiquei em paz...
Sandro Paschoal Nogueira
Perfumes de pecado...
Oras eu os sei...
Minha prisão de viver...
Inúteis as noites da minha rua…
Sem antes conhecer você ...
Rituais que previ...
Pleno de desejo e de ciúme...
Abismo do seu ser.
Sou saudade do longe donde vim...
Sou esperança por estar junto a ti...
No caminho da vida...
Fui outro, e, outro sendo...
Outro serei...
Tenho fantasmas não tão educados...
Que não sei eu...
Se são casados com o diabo...
Perguntaste-me outro dia
Enquanto olhava-me admirado...
Se a vida me comprazia...
Se eu desejava mudar meu fado...
Menti naquela hora...
E disse que não sabia...
Que te importa afinal...
O bem que me acalenta...
Ou que me fustiga o mal ?
De olhos vagos e perdidos...
Nos olhamos sem nos ver...
Quase tudo passa...
E tão pouco fica...
Dê-me alívio às minhas feridas...
De que são feitos os dias...
Pequenos desejos...
Ou mágoas sombrias?
O bem que nunca fora...
É o mal que se avizinha...
Mas enfim no que me é guardado...
São meus sonhos conturbados...
Alguns se perderam...
Outros na sarjeta foram jogados...
Anda, vem...
Nem todo prazer é pecado...
Da vida não tenho muitos jeitos...
Só saudades e embaraços...
Junto ao teu peito...
Me perco e me esqueço...
Olhando todos os céus...
Choram em mim os seus presságios...
O maior sonho que acalento...
É por ti ser amado...
Tudo que sou, sou prelúdio...
O resto foi o que eu não quis...
Como se o tempo fosse um sentimento...
Entre os teus braços enlaçar-me mais...
Sandro Paschoal Nogueira
É tolice não ter esperança, pensou. Além disso, acho que é pecado.
O pecado é real, e o delito é uma ilusão. Ele se manifesta como o caminho, senão, o próprio inferno. Não há no mundo dor maior, do que perder quem tanto ama, e estar ciente que o reencontro será demorado, ou quiçá, não ocorrerá jamais!
090901
“” Não há pecado que o desejo não perdoe
Nem ilusão que o coração não destoe
Entretanto foi assim mesmo
Pensando em você
Deixei minha alma, voar a esmo...””
Pecado é você no mesmo mundo que eu
e a gente estar assim, tão distante
benção, seria você sorrir nesse exato momento
e pensar
poxa!! podemos mudar isso dai.
e só para lembrar
estou à sua disposição...
Uma contradição religiosa? Os padres dizem que preguiça é pecado e eles não têm coragem de trabalhar.
Não acredito no "Pecado" pois foi inventado apenas para submeter as pessoas e poder vender a "confissão" como solução mágica ...
Amar com um infinito da intensidade nunca foi pecado, mas o risco de transpassar o limite da razão é inevitável;
Ser o quê você sempre sonhou e desejou é o juízo da verdade e o exemplo da paixão inventada;
Proporciono realidade em um jeito de amar impassivelmente no horizonte do querer abstrato do coração;
Peço ao vento que me traga suas verdades e sentimentos que acalentam-me como um sussurro singelo;
Busco no meu aparato razões de não estar e nem errar com meus acertos de um pecado inocente;
Quero a calmaria de doces palavras que me erga de forma redundante, mas com limite das virtudes;
Aceitando carinhos e sinceridade que me faça acreditar que ainda sou capaz;
Preciso de atenção e um pouco de sensatez entrelaçado com as primícias do amor;
Será que amar você é um crime ou pecado, pois se for eu me torno um pecador criminoso;
Mas eu escolho fugir para que não me pegue e continue a te amar;
Você como minha rainha sempre me leva onde quer com determinações;
É fato normal para entender que o amor é fora da lei e que não é pecado amar;
Foi um sorriso e foi por amor para desatar a dor e quando chover e acabar a luz? o que você irá fazer?;
não viverei em seu olhar sincero sem me enganar ou dependente desse amor;
Seu corpo tem curvas do pecado que os oferecem o fruto imprevisível estimando todo o meu prazer com a sua doce libido;
Mas não subestime os meus desejos tão inflamados que pulsam entre minhas veias desejando teu corpo;
Sonhos intensos para um longo experimentar da sua saliva que tanto me endoidece fazendo-me seu porto seguro para minha satisfação prazerosa;
Penso na bondade que vem de cima e não nas incertezas que são reais de uma terra invalida com pecados anormais;
Sei que em teu corpo tem o pecado de um desejo, no teu cheiro um perfume encantador que me desatina em forma de paixão;
Em teus olhos a leitura de um querer de fixar-me no coração, nos teus pensamentos o sonho de uma louca paixão;
Mas o mais importante é o que me anseia, em tua boca o gosto que tanto me instiga para bebê-la e matar minha sede e com as palavras de dizer o meu nome;
