Pe Fabio de Melo Amar

Cerca de 166386 frases e pensamentos: Pe Fabio de Melo Amar

Corre, pois a qualquer momento pode ocorrer um eclipse... Aproveita os momentos de luz pois poderá, brevemente, chegar a escuridão.

Inserida por fabio_rodrigues_2

Nunca confunda marketing com vendas; marketing é causa, venda é consequência.

Me agrada a simplicidade
Foi Deus quem me fez assim,
Quem não gostar do meu jeito
Tampouco importa pra mim.

Inserida por fabioleivas

São os médicos que apressam o tempo na longa espera das consultas, a que ansiosos, preocupado, aguardamos, a contar nos dedos, a angustiante demora. O do dia do pagamento, também, urgente, que não vemos a hora de receber pra ter um folegosinho a mais, uma alegriazinha fugaz. Quando vê, já estamos no finalzinho de março. Daqui a pouco meio do ano, e nos surpreendemos, "como o tempo passa rápido!". Que nada! Senta numa cadeira a manha inteira, feito no tempo dos castigos da época de menino, sem TV, hoje seria sem celular e vê como demora. Se bem que tem gente que muda tudo de uma hora pra outra num ângulo de 360°, mas não é o comum do agir, reagir. Falando em tempo de criança, vivíamos sem estresse, sem essa seriedade toda, naquela santa leseira, inocência, sem sabermos da vida o preço.

Inserida por Fabio02

Só o amor não basta !

Inserida por Fabiocastro

Quando a vida é a mensagem, palavras são secundárias.

Inserida por fabio_fetter

A natureza não é perfeita a natureza e harmônica. O líder comum busca a perfeição, o líder verdadeiro busca a harmonia.

Mentir pra si mesmo é burrice, para os outros é covardia.

Inserida por fabio_fetter

Duvido de sábios e dou créditos aos ignorantes.

Inserida por fabio_fetter

Quando eu era menino antes de começar as partidas de futebol, lembro, era executado o hino nacional e todos, automaticamente, levantavam hirtos, solenes, mudos, respeitosos. Uma vez teve um que não levantou e foi uma chuvarada de bagaço de laranja sob o grito uníssono de COMUNISTA!!! Não quero aqui discutir essa ou aquela ideologia, citei só pra ilustrar, não me entendam mal, não tenho preferência partidárias, voto só em candidatos. Não sei se isso, essa historia de cantar o hino, ocorria devido ao regime militar da época, não gosto de chamar de ditadura, ditadura qualquer época pode haver. Havia uma certa pureza, talvez, que fomos perdendo.

Inserida por Fg7r85

"Nem toda leitura é proveitosa. Há livros inúteis, livros ruins, livros que são perda de tempo e até livros prejudiciais. [...] Nem tudo o que é escrito merece ser lido."

Inserida por LEandRO_ALissON

Sabe aquela frase cheia de sabedoria?
Sabe aquela coragem que vence barreiras?
Sabe aquele sorriso lindo e farto?
Sabe aquele olhar, profundo e luminoso?
Sabe aquela alegria contagiante e benéfica?
Sabe aquela espiritualidade de uma amiga de Jeová?
Sabe alguém, impossível de não gostar?
Sabe entender o pq tudo deu errado até hj?
Eu sei, pq conheci alguém que me ensinou em um curto período, que as vezes a sorte bate a porta
Eu sei pq conheci alguém que tem tanta esperança, fé, que montanha é pouco perto desse poder
Eu sei pq conheci o que é meiguice na concepção da palavra, na personificação, ainda que imperfeita, dessa qualidade
Sei tudo isso, pq conheci VC
E como Jeová é bom, de fato, ele não mede bênçãos quando as distribui
Tá na hora de ser feliz, querida, e muito em breve, estaremos oficialmente juntos, e se Jeová permitir, pra sempre! Bjo

Inserida por fabio_teodosio

Destruir é fácil; criticar é confortável. Colocar-se na posição de quem vive a acusar os erros alheios é como apontar um canhão de dentro de uma casamata. Há pouco risco e faz-se muito estrago.

Inserida por LEandRO_ALissON

O pensamento crítico, tão exaltado, muitas vezes, é apenas o apontamento do óbvio. É que o erro, em boa parte dos casos, é algo tão evidente, detectável por qualquer mente sadia, que apontá-lo chega a ser quase uma tautologia. Não que discerni-lo seja equivocado, mas não deixa de ser, muitas vezes, também, só oportunismo.

Inserida por LEandRO_ALissON

Exaltar quem vive de mostrar as falhas alheias pode ser um erro, pois pode fazer você associar-se intelectualmente a alguém que, a despeito de aparentar sabedoria, não passa de um iconoclasta.

Inserida por LEandRO_ALissON

O amor pela tradição é um sentimento que já nasce junto da gente.

Inserida por fabioleivas

Deus não te abençoa porque você precisa, te abençoa porque você crê.
As dádivas não são provenientes da sua necessidade, mas da sua fé.

Olhando logo cedo, depois do almoço, o pedacinho de um programa contando a historia de determinado cantor sertanejo, com musica de fundo triste e tudo pra gente chorar de vez, o apresentado disse que ele sofreu Bullying na infância, que antigamente não tinha nome, era humilhação mesmo. Lembrei de um episódio acontecido quando eu era menino, de dois Ricardos, colegas de sala, que numa ocasião, na ausência da professora que teve de ir ao banheiro, resolveram mexer com Madalena, usando termos pejorativo (apelidos), brincadeiras de mau gosto, como se diz, seguida da risadagem dos outros. Pois bem, daqui a pouco Madalena, fustigada ao extremo, desesperou-se e, aos prantos, pegou a garrafinha de suco, que levava pro lanche, e tentando acertar eles, num dado momento a tampa abriu e o liquido saiu e molhou o quadro negro (não sei por que negro se o quadro era sempre verde). Aconteceu que na hora a professora ia chegando e parou na porta e perguntou a ela porque fez aquilo... Madalena se queixou dos Ricardos. A professora em vez de repreender os dois chamou foi a atenção dela, unicamente, e disse que ela é que não sabia "brincar". E mandou-a pegar um balde com sabão e lavar o quadro imediatamente. E assim, Madalena, fez, choramingando, sob a vista de todos. Quer dizer, sofreu Bullying dos Ricardos e da professora (um deles inclusive conhecido também por “careca”, condição essa de nascença, sem um fio de cabelo na cabeça, vai ver que aproveitou e descontou). Não achei certo isso, fiquei com muita pena dela. Era a mentalidade na época, cultural.

Inserida por Fg7r85

A VACA

Houve uma época em minha vida que eu “inventei” de aprender musica. Dirigi-me ao colégio Dom Vital, num dia da semana a noite, que lá davam aulas grátis, me disseram, numa sala nos fundos com o professor cavalo, digo,Tenório. O cara era de uma sutileza de um cacto, militar, deformado, da velha guarda. Chegando lá já tinha uma moça também interessada. Botei logo o olho numa clarineta preta em cima do birô, discreta, com detalhes dourados, que podia ser desmontada e facilmente acondicionada num estojo, também da mesma cor, discreta, muito pratica, um chame. Mas o professor Tenório deu pra ela, mais delicada, mulher, fragilzinha, coisa e tal. - E o meu, professor, perguntei? - Você fica com aquele, um bombardino. – Como? Como é o nome? Bonba o que? – Bom-bar-di-no! Aquele encostado na parede, lá no canto. Só restava ele, pelo jeito, ninguém queria, sobrou pra mim. Devia ser irmão da tuba, pelo tamanho. Perguntei se não tinha outro, de repente, dando bobeira... Ele disse que não, e disparou, se é pra aprender musica qualquer um serve, DO, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI, DÓ, tudo igual. E naquela noite mesmo eu levei o meu bombardino pra casa, caminhando um pedaço bom, revezando nos ombros, carregando nas costas, na cabeça... Parecendo um Cristo na semana santa. Nessas idas e vindas, numa tarde, fui interceptado por um colega, que também apreciava musica e tirar uma onda, mas era um cara até legal, um dos meus melhores amigos, em frente a um antigo colégio, na hora do recreio, que não deixou por menos e de notar o discreto e dourado instrumento, refletindo o sol em toda sua gloria e logo me interceptou. E eu querendo passar, e o chato: - Quer isso? – Um bombardino. E ele me pedindo pra soprar e eu querendo seguir e ele nada e querendo ver, insistente. Como via que não ia me livrar dele mesmo, a não que metesse na cabeça dele, e saísse correndo, deixei. Ai ele soprou com todas as forças! E já sabia soprar. Tem o detalhe da embocadura, posicionamento dos lábios, que esqueci de dizer, quando se esta começando, você sopra não sai nada, tem que aprender a soprar direito, mais essa, parece que tá quebrado, mas, não é, é um jeito de soprar, não é apito, que deixara seus lábios dormentes e os dentes doendo no final. E como tava dizendo, do amigo inconveniente, pareceu Bruno Mezenga , personagem de Antonio Fagundes no Rei do Gado, soprou com todas as forças, ficou igual a um berrante (risos geral da plateia). - Tá bom me devolve, amostrado, já teve seus menos de quinze minutos de fama. Em casa nos ensaios no quarto também era uma comédia, perguntaram na vizinhança se tinha uma vaca em casa. Ai por essas e outras, e também por má vontade minha mesmo, devo admitir, achava o bichinho feio mesmo, comuniquei ao professor Tenório, que tinha o péssimo habito de gritar com seus alunos, motivando-os, e usar de ironia, dias depois ao final da aula, que não ia mais levar pra casa, ensaiaria e deixaria lá mesmo. É Incômodo coisa e tal. E ele, com cara de indignado, disse, na frente de todos, parecendo emocionado, que quando começou a aprender musica foi justamente num bombardino e não sentia incomodo nenhum. Inclusive ajudando a mãe a fazer a feira com ele no ombro, de tão inseparáveis, que iam e vinham num barco. Sei... Acho que ele dizia isso pra todos, independente do instrumento.

(26.09.2016)

Inserida por Fg7r85

O ASSALTO

Naquela época toda vez que vinha do colégio, mais de dez da noite, cadernos na mão, atravessávamos o beco, eu e um amigo, era caminho. Mas teve um dia, que vou te contar, tomamos o maior susto! Quando já estávamos na metade, de repente, na outra extremidade, divisei um vulto sinistro, altamente suspeito e assustador. Alto, deveria ter uns dois metros, de compleição forte, bermuda sem embainhado, aproveitada de uma calça jeans, camisa de malha no ombro, em pé, do qual só se distinguia a silhueta e uns olhos ameaçadores, no escuro. Imediatamente, disse ao colega: - Vamos voltar, ele retorquiu: - Que nada! Se voltarmos ele corre atrás da gente. Nessa distancia, qualquer jeito, irá nos alcançar. Vamos em frente e seja o que Deus quiser! É... Tá bem, fomos em frente, com o coração na mão, assim mesmo. Só sei que tava o cara lá imóvel, a nos esperar, espreitar. E nós, indo de encontro a ele, nos aproximado do momento fatídico. Ele não saia do canto, sempre nos encarando, mal encarado que só, cara de bandido. Cada palmo de caminho era uma conquista, a metade do beco parecia tão comprida, nas atuais circunstâncias, dir-se-ia uma rodovia, uma avenida, do tamanho nossa tensão, expectativa, ansiedade. Nos aproximando, e ele só observando, momento tenso. Estudando cada movimento, cada passo, e eu esperando só o momento dele puxar o revolver e encostar em nossas cabeças, calibre 38, já tava vendo, e nos levando o dinheiro, dinheiro que nada, não tínhamos! Levando um tiro mesmo, levando a vida. Mas, fomos, dois heróis mortos, dois bois pro matadouro. E ele lá, feito uma assombração, quem dera fosse só isso. Nos aproximando cada vez mais perto. Chegando perto agora, passando em frente dele suspense, agora ou nunca, e ele nada, nada por enquanto, nenhuma reação, nos afastando, aos poucos, do raio de ação, seguindo nosso caminho habitual, nos afastando, sem olhar pra trás, graças a Deus, vivos... De repente, a uns cinco metros, uma voz! - Eiiiiiiiii!!!!!!! É ele! Tava muito bom pra ser verdade, comemorando antes do tempo, não disse, um assalto! Fomos nos virando, vagarosamente, sem movimentos bruscos, ficamos frente a frente, agora, com o ladrão. Ai ele com os olhos mais arregalados que nunca, perguntou: - Vocês não são assaltantes não, né? – Não, respondemos. Ai, foi que ele se moveu, finalmente, diria mais precisamente, desmoronou e disse: - Meu irmão, que susto, vocês me deram!!!! Já fui assaltado nesse beco! Queria correr e não conseguia de tanto medo!

(28.09.2013)

Inserida por Fg7r85