Pe Fabio de Melo Amar

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Apesar de tudo que aconteceu, de todas as dores
e tribulações que enfrentei, ainda estou de Pé e
firme. Ainda sou a mesma garota simples e complicada
mais apaixonada pelas delicadezas da vida, nada me tira
a grandeza de amar, meus dias são sempre coloridos,
mesmo que algumas vezes exista lagrimas eu sei por onde
eu já andei e hoje eu sei para onde devo andar.

Alguns dizem que o fruto não cai longe do pé.
Mas a semente voa.

Vai com o vento,
vai no bico dos pássaros,
vai rolando sem saber exatamente onde vai parar.

Às vezes encontra um chão bom.
Outras vezes, não.
E está tudo certo.

Quando encontra, nasce.
Vira broto, depois árvore.
Dá flor, dá fruto.
E o ciclo segue, quietinho, fazendo o que sabe fazer.

A vida é assim.
Simples.
Delicada.
Tentativa.

Nem toda chuva ajuda.
Tem chuva que cuida.
Tem chuva que leva embora.

Nem todo vento espalha.
Tem vento que só passa.
Tem vento que machuca.

Talvez a gente não precise ser grande demais.
Nem forte demais.
Nem certo demais.

Talvez baste ser um pouco mais suave.
Um pouco mais atento.
Um pouco mais presente.

Ser como a chuva boa.
Que molha sem machucar.
Como o vento leve.
Que passa e deixa espaço.

E deixar a vida fazer o resto.

Aqui


No pé da serra eu construí o meu barraco
Fugi da correria,
Da selva
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Onde animais indomados se corroem,
Se autodestroem
E morrem aos poucos.


No pé da serra eu vou viver em harmonia
Vou ver brotar a luz do dia,
Sem cortina de fumaça,
Sem medo de arruaça,
Sem essa de internacionalizar.


Aqui o viver é bem melhor,
Os animais se respeitam,
Não respeitam horários
Nem têm regras para seguir.


Aqui tem cheiro de mato,
Flor no regato,
Tem lírio e colibri.
Aqui tem vida, sim.
A língua falada é o viver,
Viver melhor,
Viver melhor.


Aqui não tem televisão,
Nem globalização,
Morte no asfalto,
Mãos para o alto,
“Isso é um assalto”,
Dá-me o teu dinheiro e a tua roupa,
És um prisioneiro nessa vida louca,
Na selva,
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Vive condenado a vegetar.


Marcos Decliê

No instinto de sobreviver, o veneno se desfaz em silêncio, críticas tornam-se pó,
julgamentos se perdem no vento. E o ser, ainda de pé, atravessa a provação intacto.

As amizades se eternizam em risadas, conselhos, lágrimas compartilhadas, abraços silenciosos e no pesar com carinho. O cuidado por alguém, mesmo à distância ou com o tempo desconhecido, mostra que o amor não precisa de um momento certo para começar e que, quando verdadeiro, nunca terá fim.

Sigo contra o vento selvagem, pé cravado na tempestade, olhos fixos na vitória.

Sou ausência tão presente que domina o espaço e pesa no ar. Quanto mais me apago, mais insisto em permanecer, pois até no último suspiro o fogo se lembra de arder em si.

Minhas promessas têm pé e braço, faço o que digo e digo o que penso, a palavra voltou a ter peso comigo.

Enquanto o mundo vocifera a exigência de força, a Fé sussurra a coragem paradoxal de se render ao pedido de ajuda.

O Silêncio de Deus é a resposta sutil de que o Mestre está, nos bastidores do impossível, movendo peças que não cabem à nossa visão.

É como se fosse um escombro sobre meus ombros sinto pesado, porque as ruínas do nosso passado nos pesam mais que o presente.

A melhor tática é calar e deixar que o Altíssimo mova as peças que a sua limitação não alcança.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

⁠Os nossos laços de afeto
comos nossos e para com
a nossa Nação não podem
ser fragilizados pela política

⁠Te levo na balada romântica
deste meu peito,
Faço amor com as palavras
por não ter você por perto,
Acampo com a minha
tenda nômade no teu Universo
para tornar-me o mel
que teus lábios fiquem sedentos,
Assim vou dançando dia
e noite nos teus pensamentos.

... em questões
análogas a cada espírito,
não há como terceirizar soluções - elas,
na verdade, permanecerão à espera de nós,
seus legítimosdonos - sejano intuito de corrigi-las ou mesmosubstanciá-las
com novos haveres e
competências!

⁠A descoberta.....
"Depois da tempestade, vem a calmaria."
Sinto-me leve,
Flutuando.
Os pensamentos mais organizados
A alma mais pura
O coração bate num ritmo normal
Enfim, consigo respirar.
Ela trouxe uma mudança profunda
Levou embora os desassossegos:
As angústias, as expectativas, enfim
Todo o sofrimento que estava me deixando cega.
Agora posso ver uma pequena luz
Que passa através de uma porta fechada.
Consigo sentir que o amor ficou aqui
Está olhando-me?
Rindo de mim?
Não, está feliz!
Agora o caminho vai ser seguido
Com luz.
Abrimos florestas,
Descemos montanhas,
Atravessamos rios,
Chegamos num campo:
Coberto de flores, 🦋, e pássaros.
Música!? Da melhor soa no tempo
A descoberta deixe-nos perplexos?
Uma sensação maravilhosa!
Vem de dentro,
E transborda,
Evapora pelos poros
E se perde no ar
Com uma fragrância própria
Que se chama amor.

⁠⁠Às vezes é melhor não sabermos o motivo de estarmos aqui porque a resposta poderá nos perturbar pelo resto de nossos dias...

Agradecer a Deus e cultivar
para que aumente mais a fé,
No pé de Pulasan conquistar
e com amor e poesia te tocar.

Por mais forte que esteja a tormenta, Deus ainda te mantém de pé.