Paulo Freire Fracasso Escolar
Beijos sem gosto, mãos rápidas e delírios que duram horas contadas
Pessoas ilimitadas limitando o gozo
O gozo de ser e não estar
Viver e não figurar
Talvez não devemos nos entregar
Afinal hoje o orgasmo da alma não é um prazer a se conquistar.
Viva, Mulher!
A melhor forma de celebrar o Dia Internacional da Mulher é estar junto dela, é ser cúmplice, é senti-la feliz, é ver o sorriso no rosto e a alegria de viver, é dar a mão numa dança sem fim, é erguer a taça da festa cada dia... é dizer sim e dizer não com carinho e ternura, é cantar a vida num só dia!
Viva a ti, Mulher!
FADAS SENSATAS
Para dizer o óbvio, as fadas são seres mitológicos. Talvez possam existir em um outro plano, outra dimensão, algo nessa seara. Mas vamos aos fatos: na nossa existência terrena, não convivemos com figuras mágicas.
No imaginário infanto-juvenil, é possível sonhar com fadas, bruxas, gnomos e seus pares. Às crianças estão reservadas a criação e a crença nesses seres, incluindo características físicas e psicológicas que lhes possam ser atribuídas.
Alguns adultos, na ânsia de nutrir o pensamento fantástico dos infantes, também podem compor histórias mágicas, repletas de pó de pirlimpimpim, varinhas de condão, caldeirões e todo aparato imaginável.
Contudo, é estritamente necessário que não haja a tentativa de atribuir aos seres humanos as mesmas qualidades dispensadas às fadas, haja vista que somos imperfeitos por definição empírica, por acepção filosófica, por revelações religiosas e por convicção científica.
Assim sendo, a sensatez até pode ser uma virtude que alguns homens e mulheres detêm e que outros, vez ou outra, utilizam; mas aplicada a humanos travestidos de fadas é uma aberração.
As pessoas são falhas. Vive-se a vida buscando superar as fragilidades e desenvolver os potenciais. Essa é a síntese da existência humana. Qualquer canonização ou fadificação são incongruentes com o que nos torna humanos: os erros.
Ter Medo é Um Antídoto
Se tenho medo? Tenho. Seria irresponsável, se não o sentisse. Ter medo é natural. Assumo-o, vivo-o e por isso procuro informação fidedigna e clara sobre a situação dramática que vivemos hoje.
E tenho medo pelas minhas filhas; medo pelos meus amigos; medo dos irresponsáveis; medo daqueles que ainda não compreenderam a dimensão da pandemia; medo da ignorância; medo dos que dizem não ter medo.
Sou pai e tenho medo. Sou Homem e tenho medo.
Então, procuro zelar por mim, por quem amo, por quem necessita de aconselhamento, de palavras e atos de quem tem medo, mas que toma atitudes responsáveis, altruístas, sensatas.
Tenho medo e farei tudo o que for possível para dar o meu apoio, o meu carinho e todo o amor, num momento quem que precisamos de todos!
A Humanidade precisa de pessoas que sabem ter medo e que agem em prol da Vida Humana!
O medo pode ser a vacina que precisamos para atuar com inteligência, eficiência e com cautela!
"Viveu com paixão?"
era a pergunta que os gregos faziam, quando alguém morria...
Vivamos com paixão.
O Vento
Sinto falta do teu alento,
dos teus sussurros...
do teu balanço suave,
de quando me tocavas a face!
Por onde te perdestes?
Por ti guardo meu amor em segredo
Minuciosamente te observo,
poderia desenhar-te nesse instante!
Como bom amante me chamas:
“Vamos viajar por entre esses muros,
correr pelos jardins,
tocar as flores
e as árvores,
ver as cachoeiras,
ouvir os pássaros,
Deslumbrar-mos com o pôr do sol
e com a lua cheia...”
Leva-me contigo,
que as horas depressa se vão...
Deitado sobre o gramado
eu imóvel, sonho acordado!
FILHOS, AGORA É A VOSSA VEZ
Filhos, agora é a vossa vez:
Cuidai dos vossos pais!
Sejam vocês mais responsáveis
E mostrem o vosso amor
E capacidade de iniciativa
Autonomia e liderança!
Façam as compras
Vigiem os estado de saúde deles
Atentai aos seus sintomas
Sejam corajosos e valentes!
Cantem, dancem com esperança
Protejam os vossos pais
Protejam os que vos amam
Lutem hoje pelo amanhã
Lutem para serem maiores
Lutem para serem melhores
Porque agora é a vossa vez!
Lisboa-me, meu amor. Lisboa-me de Tejo. Lisboa-me de Fado e Mouraria. Lisboa-me na luz e na calçada. Lisboa-me de noite e de dia.
Lisboa-me, amor, Lisboa-me!
Quando chegaste ainda não éramos. Foi preciso começarmos a ser para existirmos. E devagar, bem devagarinho seguimos pela estrada. Estradas diferentes. As existências fazem-se por estradas que fazemos, de alcatrão sujo e brita pontiaguda. Pés exangues, por vezes. De fadiga e esperança, de alma cabisbaixa e bonança, a estrada vai-se ladeando. Colhemos e desapegamos. Avançamos e deixamos para trás. Paramos e andamos, mas parados andamos. E chegamos, um dia. Assim, sem esperar, como se houvesse um terceiro dia. Ainda não éramos e, no entanto, poderíamos então sê-lo. Juntos. Fizemos estradas de iluminação até à madrugada.
E somos. Já somos uma nova estrada de duas vias, indo na mesma direção.
De mão dada, somos a estrada.
Sentado na poltrona , no ruminar com nosso Eu , travamos uma das maiores batalhas : Do que poderíamos ter sido e saudade de um tempo que não vivemos .
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