Paulo Freire Fracasso Escolar

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As lágrimas são palavras que ainda não foram escritas.

A vida é uma poesia que poucos conseguem apreciar

A chuva e o telhado, eu sem você!

Estou ouvindo a chuva bater no telhado, sentindo o telhado, a chuva bater, a chuva cair, a lágrima rolar, tristeza, a tristeza chegar, veio mais uma vez, veio outra vez.
Veio me roubar, veio me conturbar, vem como um ladrão vem me roubar, mas você, você nunca vem, como a chuva que sempre volta, eu nunca vejo você voltar!
Feliz é o telhado que sempre espera a chuva, e a chuva é a sua única alegria, a alegria que o telhado vem a sentir, mas eu não consigo sentir você, sem você não tenho ninguém.
Vem ser minha chuva, ser minha única esperança, vem, deixa eu te sentir não seja ruim, seja como a chuva que sempre volta e sempre dá á esperança voltar.
Tempestade de saudade, nem sei mais como seu rosto está, meu desgosto é que vem te mostrar, entra fica dentro de mim, tira sim o meu medo, ser o seu tanto de pena de mim.
Já perdi o medo, perdi a noção do perigo, sem você já até consigo viver por viver, só vivo por você, meu coração bate sem te ter.
Acabou a chuva, vou esperar outra chuva, mas você eu não devo esperar, você não vai voltar, mas a chuva vai o telhado alegrar, ela vai o telhado alegrar!
Ela não vai mais voltar, você não vai me chamar, mas eu vou chorar e ela vai voltar, a chuva vai voltar, o telhado vai se alegrar, eu vou ter minha lágrima rolar.
O romance entre você e eu já terminou, já acabou nosso amor, eu vou embora, pois acabou nosso amor, você me deixou, eu já me vou.
Como devo acreditar, como vou suportar, você tem que me ajudar, eu preciso me aceitar, preciso te deixar, tenho que acreditar.
Feliz é o telhado que espera a chuva voltar, ela vai voltar, ela sempre volta, você nunca volta, ela deixa esperança, você nunca deixa nada.
Não sei, só sei falar de nós dois, só sei que depois que você se foi, não sei mais o que foi, que eu acreditei, eu acreditei na sua volta e na volta da chuva, mas a chuva voltou, você não.
Essa tortura, ela dura, pendura e não tem cura se você não vem, se você voltar, vou curar.
O coração tristonho, cheio de sonho, vai sorrir e se encontrar, não vai mais a lágrima rolar.
Sinto saudades de você, meu fim ainda não teve fim, todo dia meu sofrimento começa de novo, toda vez você vem me atormentar com a lembrança de quando eu sabia pensar.
Não sei mais pois, só penso em nós dois, me lembra de seu cheiro, sua voz e a suave brisa da chuva fina á molhar nosso rosto ao luar, sim nós dois ao luar.
Eu pensei que nunca ia te perder, esperei o amanhecer, só depois percebi que tava sem o meu querer, não tinha como segurar, você deslizou como chuva desliza no telhado.
Se o telhado fica feliz de ver ela, a chuva deslizar e fugir, estou triste de não ter você aqui, e não sei onde está você, mas a chuva está pra cair.
As lembranças de nós dois, recordações de um tempo que se foi, saudade do amor que esteve comigo, e agora não espero porque não vem.
Sem medo, mas com receio me acordei, me deparei com a ausência de você, saudade sabor de desejo, sentido do meu meio ficar só, sem sua metade, mas com saudade.
Não vou mais falar de você, me deixou aqui, se soltou de mim, resvalou minha vida no abismo, que sem saber por um trisco, consegui me salvar, mas voltei á arriscar.
Feliz ta o telhado que sem ter risco, nem arisco precisa ficar, já que a chuva quando vem se divide com a sua metade, e o coitado sempre pensa, com a melhor parte ficar.

Diz Antonio Machado : __ Golpe a golpe, passo a passo, caminhante, não há caminho... O caminho é feito ao andar. Andando, se faz o caminho e se você olhar para trás tudo que verá são as marcas de passos que algum dia seus pés tornarão a percorrer. Caminhante, não há caminho.. O caminho é feito ao andar..... ( Paulo Coelho - Maktub )

Essa calmaria só é possível ao teu lado, após ter levado ao êxtase meu corpo cansado. Só vale a pena o meu dia quando estamos entrelaçados como um e que o silêncio possa ser ouvido uma das maiores de todas as poesias...
O bater de um coração apaixonado!

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.

"Pobre de quem tem medo de correr os riscos...talvez não se decepcione nunca, nem sofra como aqueles que tem um sonho a seguir...quando olhar para traz...vai escutar seu coraçao dizendo...desperdiçaste tua vida...!"

"⁠Autorresponsabilidade é a plena convicção de que você é o único responsável pela vida que tem hoje, consequentemente o único responsável por muda-la."

- Paulo Vieira

mesmo
na idade
de virar
eu mesmo

ainda confundo
felicidade
com este
nervosismo

Saber das coisas é uma bênção e uma maldição, pois inevitavelmente sabemos de coisas que gostaríamos que não tivesse acontecido ou que irá acontecer.

Ao entrar, seja prudente, você pode precisar sair.
Ao sair, seja sábio, você pode precisar voltar.

O sorriso abre portas!
Porém, o respeito às mantém abertas!

Ela mal sabia que a cada sorriso que abria minha felicidade se fazia.
Ela mal sabia que a cada olhar que refletia a minha alma reluzia.
Ela mal sabia que a cada palavra que dê sua boca saía mais amor em mim surgia.
Ela mal sabia que a cada gesto que fazia minha mente enlouquecia.
Ela mal sabia que toda vez que eu escrevia estava nela a inspiração para as poesias.
Ela mal sabia que toda vez que se feria era meu coração que doía.
Ela mal sabia que a cada vez que partia um sonho meu se desfazia.
Ela mal sabia que a cada caminho que percorria de longe eu a seguia e jamais a deixaria.
Ela mal sabia que rápido o tempo passaria, mas a luz que reacendeu em mim jamais se apagaria.
Ela mal sabia o quão complicado a vida seria, mas sozinha jamais estaria porque eu sempre a cuidaria
Ela mal sabia que repentina a morte chegaria, mas a história nossa escrita, nada nem ninguém de mim tiraria.

☾.•°*”˜˜”*°•.✫
Desocupei minha estante de prioridades pra caber infinitamente eu,
sem me diminuir por falta de espaço.✫ . ¸ ¸ . • ´ ¯ ` » Paulo Ursaia

Liberdade, não temos não...

O Estado coloca regras
Que somos obrigados a aceitar
Que muitas vezes são injustiças
Que ferem nosso direito de pensar

Sociedade determinada
A viver na escravidão
De um governo corrupto
Que só prospera a enganação

Liberdade!
Não temos não
Liberdade!
Só tem escravidão

Senti uma imensa vontade de rezar, e era a primeira vez que isso acontecia - desde que havia me afastado do caminho da fé. Embora sentada no banco, minha alma estava ajoelhada aos pés daquela Senhora à minha frente, a mulher que disse
"sim"
quando podia ter dito não, e o anjo buscaria outra, e nenhum pecado haveria aos olhos do Senhor, porque Deus conhece a fundo a fraqueza de seus filhos. Mas ela disse
"Seja feita a vossa vontade"
mesmo quando sentiu que recebia, junto com as palavras do anjo, toda a dor e sofrimento do seu destino; e os olhos do seu coração puderam enxergar o filho amado saindo de casa, as as pessoas que o seguiam e depois o negavam, mas
"seja feita a vossa vontade"
mesmo quando, no momento mais sagrado da vida de uma mulher, teve que se misturar aos animais de um estábulo para dar a luz, porque assim queriam as Escrituras,
"seja feita a vossa vontade"
mesmo quando, aflita, procurava seu menino pelas ruas, o encontrou no templo. E ele pediu que não o atrapalhasse, porque precisava cumprir outros deveres e outras tarefas,
"seja feita a vossa vontade"
mesmo sabendo que continuaria a buscá-lo pelo resto de seus dias, com o coração traspassado pelo punhal da dor, temendo a cada minuto por sua vida, sabendo que ele estava sendo perseguido e ameaçado,
"seja feita a vossa vontade"
mesmo que, ao encontrá-lo no meio da multidão, não tenha conseguido chegar perto,
"seja feita a vossa vontade"
mesmo que, quando pediu a alguém para avisá-lo que ela estava ali, o filho tenha mandado dizer que "minha mãe e meus irmãos são estes que estão comigo",
"seja feita a vossa vontade"
mesmo que todos tenham fugido no final, e só ela, outra mulher, e um deles tenha ficado aos pés da cruz, agüentando o risco dos inimigos e a covardia dos amigos,
"seja feita a vossa vontade".

Seja feita a vossa vontade, Senhor. Porque Tu conheces a fraqueza do coração dos Teus filhos, e só entregas a cada um o fardo que pode carregar. Que Tu entendas meu amor - porque ele é a única coisa que tenho de realmente meu, a única coisa que poderei carregar para a outra vida. Faz com que ele se conserve corajoso e puro, capaz de continuar vivo, apesar dos abismos e das armadilhas do mundo.

Paulo Coelho

Nota: Trecho de "Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei"

"Lembre-se que o amanhã é sempre um ótimo motivo para você consertar as besteiras de ontem, e o seu novo dia é sempre sua nova esperança, ou uma chance que te é dada e você, como louco, tem que pegar para seu próprio bem, na sua vida e, consequentemente, no seu futuro.
Creia nisso e seja muito Feliz."

Se amar fosse fácil eu estaria abraçada com ele, e a letra da música contaria uma história que é a nossa história.

A gente vive esperando que as coisas mudem que as pessoas mudem...
Até que um dia, a gente muda e percebe que nada mais precisa mudar.

O tempo de conhecer que ninguém espera.

É frustrante como as pessoas não se importam com o amanhã, existe no agora uma pressa faminta, por coisas que se espera ou vai demorar,se as atitudes não mudar. Nos relacionamentos não é diferente, na verdade é pior e não deveria, já que para construir um um futuro á dois é necessário o todo de um só sentimento.
Mas por vezes tudo termina antes mesmo de começar, tudo porque a pressa insiste em ser maior e sufoca a magia daquele frio na barriga, que todo mundo gosta, mas já não idenrifica.
Não há uma boa conversa, só entrevistas sem sentido , não há interesse pelo caráter, só vale se tiver pegada, não há olhares de mistério e conexão, tudo o que se vê é julgamentos e incompreensão.
Ninguém quer saber dos seus sonhos, teus desejos e manias, tudo o que importa, são tuas posses, tuas viagens, tua sorte ou não na vida.
Prega-se tanto sobre valores e moral , mas o que se busca é um amor condicionado , limitado, previsível, atormentado e enjaulado por ideologias e convicções, que primam servir aos anseios de uma sociedade que não tem tempo para ler um simples texto como este.
Homens e mulheres na busca incansável do amor, que tudo transforma, renova e faz coisas incríveis acontecer.
Não estamos fazendo o certo ou o errado, só estamos desafiando a nossa capacidade de fazer seja lá o que for com mais reflexão, carinho, atenção, espontaneidade, criatividade, originalidade e muito mais amor por nós mesmos.