Paulo Freire Fracasso Escolar
Um passado olvidado
Este é um fato verídico e sua narrativa advém de um homem com a mente senil, dotado de imaginação obsoleta. Não há em nenhum ponto de sua memória, resquícios das lembranças de sua juventude, no entanto evidencia o total desterro de suas recordações. A narração será, naturalmente lenta e compassada, pois com o passar dos anos o indivíduo extenua e perde toda a sua inerente diligência. O estranho neste enredo é que em nenhum momento lhe faltará decoro, pois o assunto em questão é peculiar e se afeiçoa a hombridade do narrador. Ao engajar o seu início, em momento algum deve ser interrompido, pois uma abrupta intervenção fará com que os corredores de sua mente se entrelaçam, pondo em risco a retidão de suas recordações. O motivo de todo esse desvelo é para com a integridade do palestrador, pois um pequeno vislumbre em sua atenção descarrilará a locomotiva dos trilhos de suas memórias, pois ministrar o seu relato é atribuir valores ao fenômeno imêmore de um passado olvidado.
Seja prudente com tudo aquilo que afirmas. Exercite o silêncio e a reflexão. Poderá surpreender-se com seu eco!
Apollo
Voem livres,
Borboletas de fino trato.
Descobre como se reveste essas azas tuas.
Pousa como se fosse poesia
Nas singelas noites de Lua.
Cobre de néctar o brilho do Sol.
Sejam livres, que eu sonho.
Voa-te pelas plantas, arvores, pessoas...
Segue, sem se preocupar com o caminho.
Segue o verde, o campo, a floresta...
Apenas voem, pequenas borboletas couradas.
Voa, que eu viverei a sonhar
E sorrir sempre que vier, do horizonte sem fim.
Em cada voo, leva-te esperança
Em cada partículas de mim.
Agreste
Sou nordestino, cabra da peste
Sou do sol do Norte, calor do agreste.
Nasci nas ruínas,
Garimpei nas minas
Hoje vivo no sudeste.
Vivo na labuta atrás do dicumé.
Na minha terra santa
Eu tinha esperança
De puder viver.
Aqui pur estas bandas, a fome reina,
O Trabalho é raro, vivo de punhados de troco.
O sol não queima a pele, arde na alma
Sordade da minha fianga na sombra de coco.
As veiz as fome aperta, nem farinha tem que armuçar
Meus fios se deita a dormir pra fome passar,
Espero na terra o milagre divino
Triste a chorar.
Quero ir me embora pro meu roçado
Culher meus mio, meu feijão pranatar,
Na face a esperança, no peito a alegria
Pras terra da minha infancia eu pudê vortar.
“Tenho a esperança que um dia fecharemos a fonte da corrupção que quase sempre começa com os governantes corrompendo os seus princípios”
Quando a vi pela primeira vez, você estava triste. Seu olhar era profundo e melancólico. Você estava desiludida, à espera de algo que talvez seus sonhos não pudessem alcançar. Eu não a perguntei o que a vida te fez. Indaguei a mim o que poderia fazer para deixar você feliz.
A verdade é: você é quem você é, e não há flores, nem montes, nem mares, nem amanhecer, nem florestas: não há natureza no mundo que supere a beleza de um ser sendo a si mesmo e se amando.
É claro que podemos ser o psicólogo de um do outro e trocar nossos traumas como figurinhas, mas agora, cale a boca e me beije.
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