Paulo Francis

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Paulo Francis, (1930-1997) pseudônimo de Franz Paulo Trannin da Matta Heilborn, foi um jornalista brasileiro, escritor, articulista e crítico de teatro, literatura e arte.

Não levo ninguém a sério o bastante para odiá-lo.

A ignorância é a maior multinacional do mundo.

Talvez o Brasil já tenha acabado e a gente não tenha se dado conta disso.

Não há quem não cometa erros, e grandes homens cometem grandes erros.

Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incumum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado.

Ser comunista, hoje, exige um ato de fé sobre-humana.

Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo.

Qualquer pessoa inteligente é contraditória

Dizem que escrever é um processo torturante para Sarney. Sem dúvida, mas quem grita de dor é a língua portuguesa.

[A respeito da caduquice da Petrobras]:
Godzilla morre no fim. Mas faz um estrago dos diabos.

Gosto que me leiam e saibam o que acho das coisas. É uma forma de existir. Trabalho é a melhor maneira de escapar da realidade.

Eu gostaria de ser o fantasma do Metropolitan Museum, escondido durante o dia e saindo à noite para olhar o que há.

A descoberta do clarinete por Mozart foi uma contribuição maior do que toda a África nos deu até hoje

Quem não lê não pensa... ...E quem não pensa será para sempre um servo.

Os baianos invadiram o Rio para cantar "Ó, que saudades eu tenho da Bahia...". Bem, se é por falta de adeus, PT saudações.

Marx escrevendo sobre dinheiro é como padre falando sobre sexo.

''Só se odeia, quem se respeita''

A história é monótona, a cada minuto nasce um leitor idiota.

Grandes homens como Romano Galeffi, Miguel Reale, Paulo Francis e Ives Gandra da Silva Martins foram humildes o bastante para consentir em aprender comigo. Empombadinhos preferem antes permanecer burros para sempre do que admitir, por um minuto que seja, que eu sei algo que eles não sabem. É um espetáculo patético, e eles nem se vexam de repeti-lo de tempos em tempos, com iguais e nulos resultados.

Inserida por LEandRO_ALissON

Quando o Paulo Francis deu a um de seus livros o título de 'Opinião Pessoal', foi por pressentir que se tratava de objeto em extinção no Brasil. Hoje em dia só há opiniões de grupos e partidos, e eu me tornei o representante incompreensível de uma espécie desaparecida.

Inserida por LEandRO_ALissON