Passei

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Passei os últimos anos fingindo. Montei uma rotina que funciona, preenchi meus dias com novos hábitos e tentei convencer a mim mesmo de que o passado tinha ficado para trás. Mas a verdade é que minha encenação ruiu hoje. Ver você seguindo em frente, construindo uma vida estável e independente com o seu próprio esforço, destruiu minha falsa sensação de superação. Ficou claro o tamanho do meu fracasso na tentativa ridícula de te transformar em esquecimento.Antes de continuar, me perdoe por quebrar o silêncio. Eu sei perfeitamente que perdi o direito de aparecer, e sinto muito por fazer isso sem aviso, mas eu precisava desta honestidade limpa comigo e com você. Não importa quem passe pelos meus dias ou o quanto eu tente me ocupar; no fim do dia, meus pensamentos sempre voltam para você. O que vivemos não foi uma fase que passou. Ficou gravado em quem eu sou de um jeito que o tempo e a distância só deixaram mais nítido.Eu assumo hoje, sem nenhuma desculpa, que o fim da nossa história foi responsabilidade inteiramente minha. Fui eu quem estragou o que tínhamos de mais valioso. Eu falhei com você no momento em que deveria ter sido o seu apoio seguro. Carrego o peso incômodo de saber que nossa separação não foi obra do destino ou do azar, mas o resultado direto das minhas escolhas erradas, do meu egoísmo e da minha imaturidade crônica.Se eu pudesse voltar atrás, se houvesse qualquer forma real de consertar minhas atitudes e o meu descaso, eu faria isso no mesmo instante. Eu abriria mão de qualquer plano futuro para recuperar o tempo em que estávamos juntos e bem. Desde que você saiu da minha vida, as coisas perderam o brilho. A verdade mais dura é que a última vez que experimentei uma felicidade real, sem precisar forçar um sorriso, foi ao seu lado. Depois de você, minha alegria virou uma resposta automática, um disfarce para o vazio.As pessoas dizem que o tempo cura tudo e que sempre há recomeços, mas a realidade é mais fria do que os conselhos de conforto. Eu sei que, no nosso caso, essa segunda chance talvez seja uma estrada que não existe mais. É doloroso aceitar que posso nunca mais ter a oportunidade de te mostrar que mudei com o impacto dessa perda, e entendo que essa solidão seja o preço justo pelos meus erros. Mesmo assim, se for preciso engolir todo o meu orgulho, deixar a vergonha de lado e implorar pela sua atenção, eu farei. Eu faria qualquer coisa para ter você por perto de novo, porque meu mundo ficou sem sentido sem o seu amor.Eu saio, conheço outras pessoas e busco a sua tranquilidade em outros rostos, mas é um esforço inútil. Meu coração já escolheu e recusa qualquer imitação barata. Eu queria muito estar dizendo tudo isso olhando nos seus olhos, deixando você ver a verdade na minha cara, sem a distância de uma tela. Mas, como respeito o afastamento que o momento exige, escrevo estas linhas. Você foi, e continua sendo, a única pessoa capaz de acessar o meu lado mais verdadeiro e vulnerável.Escolhi o dia de hoje para tirar esse peso das minhas costas porque, enquanto o mundo comemora o dia do seu nascimento, eu celebro o fato de ter tido a sorte de conhecer a sua essência. Parabéns por ser essa mulher incrível, madura e forte. Mais uma vez, peço desculpas por despejar essa carga em um dia que deveria ser só de leveza para você. É um egoísmo meu não conseguir guardar essa dor sozinho justamente hoje.Amar de verdade, como estou aprendendo da pior forma, também significa saber recuar para preservar a sua paz. Às vezes, o amor não se mostra na insistência de querer ficar junto, mas no respeito ao espaço que os meus próprios erros criaram entre nós. O sentimento real não morre com o fim do relacionamento; ele vira um respeito eterno e silencioso. Você sempre será o meu primeiro, único e definitivo amor.Me perdoa por tudo. Me perdoa por só entender o valor da sua presença quando me vi na escuridão que eu mesmo causei. Me perdoa por ainda ter esse sentimento tão vivo aqui dentro. Siga o seu caminho com a certeza absoluta de que a culpa do fim foi toda minha, mas que o meu carinho, a minha admiração e o meu amor por você são permanentes.Feliz aniversário, meu eterno grande amor. Eu só queria que você me ouvisse sem me julgar; mas, se me julgar, eu também te darei razão.

A voz de Deus.
Senhor, Passei a noite querendo ouvir sua voz, eapenas o silêncio me acompanhava.
No romper da aurora ouvi os pássaros, o novilho nascer, a jandaíra resplandecer seu mel,
o mandacaru florar anunciando a chuva.
No amanhecer, tua tempestade caiu no sertão, e eu não somente o ouvi, mas mostrasse o teu poder!
Perdoa Senhor esse tolo, só tua graça me basta

Passei metade da minha vida fugindo e agora na outra quero passar voltando

Passei minha vida dedicando a Matemática, quando eu decidi parar de resolver problemas Matemáticos. Eu já estava apaixonado por ela. Furucuto, 2026

“Deixei de ser marido e passei a ser o culpado por todos os fracassos dela.”

Tudo que eu passei na vida foi um sinal de que deus estava me alertando que aquilo pra mim não era bom e sim um livramento 🙏🏻

⁠⁠Já passei por vários pesares
hoje, busco mais leveza,
tento apreciar os detalhes
que alimentam a minha existência
olhares sinceros, momentos agradáveis
verdadeiros sentimentos,
gestos afáveis
e a Deus, agradeço e peço
pra que possa viver sempre de verdade.

Tu és como uma estrada misteriosa,
uma mulher surpreendente e intensa,
agora, que passei pelas as curvas
do teu corpo,
acho que é um caminho sem volta
por ter me levado a lugares
intensos e calorosos
com lindos atrativos,
uma viagem como nenhuma outra,
talvez, eu tenha encontrado o paraíso.

Passei por entre algumas árvores bem verdes e frondosas, a porta para uma terra mágica, cuja a flora é incomparável e abriga várias criaturas, onde a lógica tem pouco efeito,

Foi uma viagem fantasiosa ou talvez um lapso do tempo, seja o que tenha sido, não importa, esse passeio foi mesmo incrível e o trago na memória por tamanho realismo

E agora, aquele lindo lugar não existe apenas na minha mente, mas também nestes versos, assim, quando quiser, poderei viajar para lá novamente, lendo e recordando ou sonhando revivendo.

“Passei a vida procurando respostas e descobri que as melhores delas não encerravam minhas perguntas: ampliavam o horizonte. Hoje compreendo que não preciso chegar ao fim sabendo tudo. Basta-me chegar ainda querendo compreender.”

(...)
eu não sei se passei no teste
de ser gente ou alguma coisa
queria mesmo é ser a Mosca
dos filmes do Cronenberg
ou o inseto monstruoso do Kafka
que um dia não saiu mais
um dia me tranquei no quarto
um dia me tranquei na vida
e não fui mais
simplesmente não fui
e nem tentei encontrar
respostas ou motivo


Não há nada depois dessas coisas.


_______________________


(Fragmento do poema “Um inseto monstruoso”)
Lisa Alves — Jardim de Pragas (2025)

O pneu do meu carro furou, passei no borracheiro, ele tirou a roda, fez o conserto e colocou a roda no carro!!!
Perguntei quanto era e ele disse 25,00 reais, eu dei 30,00 reais a ele, ele ia devolver o troco e eu disse: pode ficar com o troco, ele me olhou e disse: Porque isso?
Eu respondi: Você trabalhou nesse sol, com esse calor, fez um trabalho bem feito, é por isso que dei o troco a você, ele me olhou com a cara fechada, deu o troco na minha mão e disse: Não preciso de esmola!!!!
Saí tão desolado daquele lugar, porque tanto orgulho pensei!!!

em nome de quem?

Eu passei tanto tempo procurando respostas que, em algum momento, comecei a desconfiar da própria pergunta. Talvez seja esse o castigo de quem tenta encontrar sentido em tudo, quanto mais fundo se procura, mais coisas deixam de fazer sentido. Eu olho para a minha vida e não consigo decidir se devo agradecer ou perguntar porque. Sei que existem pessoas atravessando dores que eu sequer seria capaz de imaginar, sei que seria pequeno demais colocar a minha história acima de todas as outras, e justamente por isso me sinto ainda mais ingrato quando reclamo. Mas agradecer não apaga a dúvida. Eu posso reconhecer tudo o que recebi e, ainda assim, olhar para o céu e perguntar que espécie de amor exige tanto de alguém antes de deixá-lo simplesmente viver.

Se tu realmente estás no controle das coisas, então eu preciso entender algumas delas. Quantos aprendizados ainda faltam? Quantas vezes uma pessoa precisa quebrar para finalmente compreender o que tu queres dela? Porque eu fui abandonado quando ainda nem sabia o que significava ser abandonado? Por que algumas ausências aconteceram justamente quando eu precisava aprender o que era presença? Por que certas coisas precisaram acontecer dentro de uma criança para que um adulto tivesse que passar anos tentando consertar aquilo que não foi ele quem quebrou? Se tudo isso deveria me moldar, por que a forma dessa moldura ainda dói tanto? Se existia um propósito naquilo, por que o propósito parece ter vindo acompanhado de feridas que eu continuo carregando sem saber onde colocar?

E então tu tiraste de mim quem eu mais amava, ou pelo menos foi assim que pareceu. Colocaste outras pessoas no meio da história, outras mãos, outras bocas, outros caminhos, como se cada uma carregasse uma peça de alguma resposta que nunca chegou inteira. Algumas não serviram para nada. Algumas só me confundiram. Algumas fizeram estrago e foram embora como se nunca tivessem passado por aqui. E depois, quando eu já estava tentando aprender a viver com a falta, tu devolveste aquela pessoa para mim. E isso talvez seja uma das coisas que mais me confundem, porque eu não sei se chamo de milagre, coincidência, consequência ou simplesmente vida acontecendo enquanto eu tento atribuir significado ao que não consigo controlar. Se foi tu quem devolveu, por que tirou? Se foi tu quem juntou novamente, por que permitiu que a história precisasse se perder antes? O que eu deveria ter aprendido com a distância que eu não aprenderia com a presença?

É nesse ponto que a minha fé começa a parecer uma conversa unilateral. Eu falo, tu não respondes. Eu interpreto o silêncio, encontro sinais onde consigo, transformo coincidências em pequenas revelações porque preciso acreditar que existe alguma coisa do outro lado me ouvindo. Mas existe? Você está me escutando? Porque eu não quero um Deus inventado para caber nas minhas necessidades. Não quero transformar qualquer coisa boa que aconteça em prova da tua existência e qualquer coisa ruim em uma lição conveniente. Não quero ser aquele que só acredita quando a vida obedece. Eu quero saber onde termina a minha responsabilidade e começa a tua. Quero saber quanto da minha história foi escolha, quanto foi consequência, quanto foi acaso e quanto foi simplesmente uma coisa que aconteceu porque o mundo é cruel o bastante para não precisar de uma explicação.

Eu tenho culpa. Sei disso. Carrego decisões que foram minhas, impulsos que foram meus, erros que ninguém colocou na minha cabeça além de mim. Eu me saboto, volto para lugares que sei que podem me ferir, destruo com as próprias mãos algumas coisas que passei anos pedindo para construir. Não posso colocar tudo em tuas costas só porque é mais fácil acreditar que alguém escreveu a minha história antes de mim. Mas então por que eu sou assim? Se tu me conhecias antes que eu pudesse me conhecer, se cada parte minha já era conhecida antes de eu aprender a pronunciá-la, onde termina aquilo que fizeram comigo e começa aquilo que eu escolhi ser? Quanto de mim é liberdade e quanto é herança? Quanto das minhas ruínas é responsabilidade minha e quanto foi construído por coisas que eu nunca tive idade suficiente para entender?

Eu queria acreditar sem precisar pertencer. É estranho, porque quando me perguntam no que eu acredito, nenhuma resposta parece suficientemente minha. Eu não consigo me encaixar perfeitamente em dogma nenhum, não consigo transformar o mistério em regra, não consigo fingir certeza onde só existe uma espécie de intuição. O que eu acredito parece íntimo demais para caber numa instituição, pessoal demais para ser resumido por alguém que nunca esteve dentro da minha cabeça. E talvez isso também me assuste, porque se a minha fé é tão particular, como sei que não estou apenas adorando uma versão de Deus criada pela minha própria necessidade de que alguma coisa faça sentido?

E se eu estiver perseguindo um fantasma?

E se todas essas conversas que tenho contigo forem apenas o homem tentando responder a si mesmo através do céu? E se eu não for teu filho? E se não houver ninguém ouvindo quando eu falo sozinho no escuro? E se a humanidade passou séculos construindo templos para uma ausência, ajoelhando diante de algo que nunca respondeu, inventando nomes para o desconhecido porque era insuportável admitir que talvez não soubéssemos de nada? Estamos adorando o quê, afinal? Uma presença? Uma ideia? Uma esperança? Um pai? Um espelho? O medo de descobrir que a morte é simplesmente o fim?

Eu não sei.

E talvez essa seja a coisa mais honesta que consigo te oferecer.

Porque o mundo inteiro parece estar andando na contramão daquilo que deveria ser. Gente boa sofre sem explicação, gente cruel parece prosperar, crianças carregam dores que nunca deveriam conhecer, pessoas se encontram depois de anos quando já deveriam ter seguido caminhos completamente diferentes, outras se perdem justamente quando tudo parecia finalmente no lugar. Eu vejo isso e tento encontrar uma ordem escondida, uma linha invisível costurando tudo, mas as vezes parece que estamos apenas jogando os dados e depois chamando o resultado de destino.

E ainda assim eu continuo falando contigo.

Isso é o que mais me irrita.

Depois de todas as dúvidas, de todas as perguntas, de todas as vezes em que achei que tu me abandonaste, alguma coisa em mim continua olhando para cima. Não sei se isso é fé ou medo. Não sei se é amor ou necessidade. Não sei se estou procurando Deus ou procurando alguém que consiga me dizer que a minha vida não foi uma sucessão aleatória de dores, encontros, perdas, escolhas e consequências.

Porque eu preciso saber para onde estou indo.

Não quero viver acreditando que cada sofrimento precisa necessariamente esconder uma lição. as vezes uma dor é apenas uma dor, e talvez o significado venha depois, quando alguém decide o que fazer com aquilo que recebeu. Mas se for assim, então o sentido da vida não está em descobrir por que tudo aconteceu, e sim em decidir o que fazer com o que aconteceu. E isso me assusta porque devolve para mim uma responsabilidade que eu gostaria de entregar a alguém maior.

Eu reclamo quando as coisas não andam, mas também sei quantas coisas andaram. Sei quantas vezes a vida me deu uma oportunidade que eu não reconheci, quantas pessoas chegaram, quantas portas se abriram, quantas vezes eu sobrevivi a versões de mim que eu jurava que não sobreviveriam. E mesmo assim, quando tudo para, quando aquilo que eu queria não acontece, quando o caminho fica silencioso, eu volto a perguntar onde Tu estás. Como se a Tua presença pudesse ser medida pela velocidade com que os meus desejos acontecem.

Talvez eu seja ingrato. Talvez eu seja humano. Talvez sejam as duas coisas.

Eu só sei que estou cansado de sentir que preciso escolher entre agradecer e questionar. Eu quero poder agradecer com raiva. Quero poder te amar sem te entender. Quero poder dizer que não gosto do caminho e ainda assim continuar andando. Quero poder admitir que algumas coisas me parecem injustas sem transformar isso numa sentença contra ti. Quero poder dizer que tenho medo de ter sido abandonado e, ao mesmo tempo, reconhecer que talvez nunca tenha estado sozinho.

Mas preciso de alguma coisa além do silêncio.

Porque se tu realmente está aí, eu preciso entender por que me fizeste tão capaz de sentir e tão incapaz de compreender. Por que me deste esse impulso de procurar significado em cada detalhe, de transformar encontros em destino, perdas em sinais, retornos em milagres e fracassos em culpa. Por que me deixaste com essa cabeça que não consegue simplesmente viver sem perguntar o motivo de estar viva.

Qual é o sentido de eu estar me questionando tanto?

Qual é o sentido de existir, se existir parece ser aprender a perder, aprender a amar, aprender a errar, aprender a perdoar, aprender a recomeçar e, depois de tudo isso, perceber que ainda não sabemos absolutamente nada?

Eu não quero uma vida sem dor. Talvez isso nem exista. Eu quero apenas saber se a dor está indo para algum lugar.

Porque as vezes eu olho para tudo o que aconteceu comigo e penso que fui punido por alguma coisa que não lembro de ter feito. Outras vezes olho para tudo o que recebi e me sinto um miserável por ainda pedir mais. Em alguns dias acho que sou forte. Em outros, acho que só aprendi a esconder melhor aquilo que ainda dói. E entre uma coisa e outra continuo tentando construir uma vida enquanto carrego perguntas que não cabem em lugar nenhum.

Então me diz, se tu está me escutando quantas vezes eu ainda preciso me perder para entender quem sou? Quantas pessoas ainda precisam entrar e sair da minha história antes que eu compreenda por que algumas foram permitidas e outras foram devolvidas? Quantas versões minhas precisam morrer para que eu finalmente pare de fugir de mim mesmo? Quanto da minha história ainda é minha para escrever e quanto já estava escrito antes que eu pudesse segurá-la?

E, principalmente, se tu realmente me ama, por que amar a vida as vezes parece tão difícil?

Eu continuo aqui.

Não porque tenha encontrado as respostas, mas porque, apesar de todas elas, alguma coisa em mim ainda espera.

E talvez seja isso que me mantém olhando para o céu mesmo quando tenho vontade de virar as costas.

Não a certeza de que existe alguém lá.

A esperança de que, se existir, tu finalmente esteja me ouvindo.

Você nao se desgastou
você se esgotou,
e tem dito a si mesmo..
eu já passei da conta
eu já passei..!.


Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado

Passei boa parte de minha vida buscando um lugar bom para morar ,até que o encontrei dentro de mim,lá tem tudo que preciso não me falta nada,é completo e sagrado,e ao adentrar esse meu Eu percebi que um andarilio não é um perdido,más trata-se de alguém que se encontrou,pois ele sabe que nada nos pertence tudo é passagem e que a verdadeira realidade esta dentro de cada ser e o que torna a vida bela é o toque do invisível de um ao outro.

Passei anos tentando descobrir quem eu era. Hoje desconfio que a pergunta mais honesta nunca foi essa. A verdadeira pergunta é: o que em mim ainda espera a coragem de ser vivido?

A Fé que se Move
O céu nos envia o amparo, mas não caminha pelas nossas pernas. Passei muito tempo acreditando que ter fé significava apenas aguardar que uma força externa mudasse a minha realidade. Eu queria o livramento sem precisar entrar na batalha; queria a terra prometida sem passar pelo deserto. Mas a espiritualidade não anula o nosso esforço, ela o multiplica. No instante em que parei de olhar para os lados procurando um salvador e assumi que a mudança dependia da minha própria atitude, o caminho se abriu. Entendi que a verdadeira oração ganha força quando colocamos os pés a caminho. Deus abençoa a nossa coragem de ir à luta, e não o nosso medo de tentar.

⁠Poema - Amizade Colorida

Peguei as tintas da arte
Passei o pincel
Pintei nossa amizade
Como arco-íris no céu
Deixei toda colorida
Linda igual o paraíso
Frases escritas
Criei esse improviso.

Meu coração a sua segunda casa
Só você tem a chave
O que ninguém sabe, ninguém estraga
Inspiração de novas frases
Você tem tudo que desejo
Amizade verdadeira
Carinho, abraços e beijos
Não é carteira
Mas tem valor
E um lugar seguro
O seu amor
Pra mim vale tudo.

Depois que morri para você passei a viver

Na vida eu passei por problemas
Algumas soluções vieram apenas
Outras eu conquistei a duras penas
A seu tempo todos os problemas passaram


E só as saudades dela ficaram