Passar Despercebido

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Muitas pessoas irão passar por nossas vidas.
Algumas vão passar despercebidas e vão embora sem notarmos.

Mas às vezes, uma pessoa passa por sua vida e mostra algo

Mas outras irão passar, nos fazer ver o mundo diferente e depois irão embora.
E quando isso acontecer, não seremos mais os mesmos
Pois deixamos um pouco de nós e levamos um dos outros

Refletindo aqui... nossa, a vida é curta demais e passa tão rápida e às vezes tão despercebida. Deixamos decisões tão importantes pra depois, como se o depois fosse certo, e vivemos o supérfluo do agora. Damos mais valor ao ter, metendo a cara nos estudos, no trabalho e deixando de lado as coisas mais importantes, a família, os amigos, os momentos, o sentimento. Ao mesmo tempo que brincamos de viver, vivemos uma brincadeira, vivemos sem se importar com o outro, como se muitas de nossas decisões não tivessem influência também na vida dos outros. Para um pouco e pense como tem vivido. Você realmente está feliz como está? Você tem feito pessoas felizes? Reflita.

Aprenda a observar o que passa despercebido.
Há beleza nas pequenas coisas que a vida te entrega sem alarde — o cheiro do café, o silêncio entre duas respirações, aquela pequena flor que nasceu linda e tímida, a luz que atravessa a janela como um convite a sentir.


Quando você expande seus sentidos, o mundo deixa de ser apenas cenário e passa a ser experiência. Cada detalhe vira mestre, cada instante vira resposta.


Busque algo que faça sentido para você, não para o mundo. O que sustenta a alma não é o aplauso externo, mas a coerência interna.


E valorize o seu “eu” — o mais verdadeiro, o que existe antes das máscaras, antes do medo, antes do ego.
Não entregue o volante da sua vida às exigências do orgulho: ele quer vitória; você precisa de paz.


Escolha a paz.
Escolha você.

A vida e muito curta para passar despercebido faça sempre o melhor que poder, pois a morte e eterna e inesquecível e vc sempre será lembrado pelo legado que vc deixou.

"O Amor que Passa Despercebido


"Como posso dar meu amor a você se você nem olha para mim? Você nem sabe o quanto o meu amor poderia te fazer feliz. Às vezes, o amor passa despercebido; perdemos a chance de amar por não olharmos ao nosso redor. O amor verdadeiro pode estar ao nosso lado e nós não conseguimos percebelo."
Leriano perêirah

Não esperei por ajuda quando a minha própria essência e valor passaram despercebidos por você. Não procurei validação quando você optou por ignorar minhas qualidades.
E, da mesma forma que não te cobrei nada, não ouso questionar, agora, a origem das suas brigas. Elas são apenas o reflexo da sua arrogância, a manifestação vulgar de um orgulho vazio. Está tudo dito, sem adornos ou desculpas.

As dúvidas e dores que a mente carrega não passam despercebidas ao olhar dos perspicazes.

O Velho Tempo.
.
Nada mais importa agora,
tudo passou despercebido.
Para que lembrar do tempo,
que já foi esquecido!
.
O velho tempo ficou nas estórias,
em telas sem as memorias,
nas versões antigas.
.
Para pintar os novos quadros
visualize as novas paisagens
que façam sentidos.
.
Construa um novo universo,
um outro tempo em si,
com instantes únicos e verdadeiros,
valendo a pena serem vividos.
.
Neles faça um novo Sol, uma nova Lua.
Nas novas Estrelas e constelações,
Construa sonhos de ideais iluminados,
a serem explorados.
.
Porque, se não esquecer as velhas partidas,
não haverá novas chegadas,
para as novas despedidas.
.
Ademilton Batista,
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro Vencendo o Tempo
DR21022018

O cérebro se prende ao que ameaça; o que acalma passa despercebido.


Somos moldados para notar o perigo antes da beleza.


Nossa espécie se adaptou para temer, não para admirar.

Renovar é silencioso.
A vida se refaz no detalhe,
no que quase passa despercebido.
Olhar para o simples é enxergar
o que é real.

Quando você observa sem interferir, começa a perceber padrões que antes passavam despercebidos. Não apenas padrões de pensamento, mas padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo do tempo. Essa visão clara é o que permite uma transformação real, não baseada em esforço, mas em compreensão.

Uma ação que não gera efeito é como um vento que passa despercebido.

Ninguém vê o quanto você luta para parecer bem… mas isso não passa despercebido no céu.

A beleza da Lua passa despercebida por nós depois de algum tempo. Solitária e fria, como a imagino, algumas lendas dizem que seu amante, o sol, foi separado de sua amada por desejos dos astros. Seu toque eram os raios que refletiam nela e nos atingia na Terra. Então seríamos nós agraciados pelo amor do Sol pela Lua, quando nos banhamos com sua luz? Seríamos testemunhas do amor infinito e distante entre os dois?
Solitária e fria, é assim que sempre imaginei a Lua. Já seu amado sol, humildemente se cala, nos permite sentir a luz de sua amada, sem ciúmes, sem arrependimentos. Testemunhamos sem perceber, o amor dos longínquos.
Bom, assim reza a lenda...

⁠Deus,
eu te agradeço…
por cada detalhe que passa despercebido,
mas que o coração reconhece.
Pelos sorrisos que chegam,
pelas respostas que vêm no silêncio,
e por esse cuidado que me envolve
até quando eu não percebo.
Obrigada por estar em tudo —
até no que eu ainda não entendo.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

As Estações da Vida


A natureza possui uma sabedoria que muitas vezes passa despercebida. As árvores não florescem durante todo o ano. Os rios não correm com a mesma intensidade em todas as épocas. O céu muda, os ventos mudam e as paisagens se transformam sem pedir permissão ao tempo.


Ainda assim, esperamos que nossa vida permaneça sempre na mesma estação.


Queremos dias de abundância sem períodos de espera. Queremos conquistas sem desafios. Queremos respostas imediatas para perguntas que talvez precisem amadurecer com o passar dos anos.


Mas a vida segue seus próprios ciclos.


Existem momentos em que tudo parece florescer. Os projetos avançam, os sonhos ganham forma e os caminhos se tornam mais claros. São fases em que sentimos a alegria do crescimento e a satisfação de colher os frutos de esforços antigos.


Porém, também existem períodos diferentes.


Tempos em que as mudanças acontecem de forma silenciosa.


Tempos em que os resultados demoram a aparecer.


Tempos em que somos convidados a confiar mais do que compreender.


Durante essas fases, muitas pessoas acreditam que estão paradas. Mas nem sempre a ausência de movimento visível significa ausência de crescimento.


A árvore que parece imóvel durante o inverno continua viva.


Suas raízes continuam trabalhando em silêncio.


E talvez seja exatamente isso que esteja acontecendo em muitas etapas da nossa própria caminhada.


Alguns dos aprendizados mais importantes não surgem nos períodos de conquista.


Surgem nos períodos de espera.


É durante eles que desenvolvemos paciência, resiliência e a capacidade de seguir em frente mesmo quando ainda não enxergamos o próximo passo.


Com o tempo aprendemos que não existe estação melhor ou pior.


Cada uma possui sua função.


A primavera nos ensina sobre recomeços.


O verão nos mostra a força da expansão.


O outono nos convida a deixar partir aquilo que já cumpriu seu papel.


E o inverno nos lembra que existem transformações que acontecem longe dos olhos.


Talvez a maturidade esteja justamente em aceitar esses ciclos sem lutar contra eles.


Entender que nem todos os dias foram feitos para colher.


Alguns foram feitos para plantar.


Outros para cuidar.


E alguns apenas para esperar.


Hoje compreendo que a vida não acontece apenas nos momentos em que florescemos.


Ela acontece em todas as estações.


Porque cada fase deixa algo dentro de nós.


Uma experiência.


Um aprendizado.


Uma nova forma de enxergar o mundo.


E quando olhamos para trás, percebemos que foram exatamente esses ciclos que deram forma à nossa história.

As coisas mais puras costumam passar despercebidas. Um gesto pequeno pode mudar um dia inteiro. O bem não precisa ser anunciado, ele se multiplica no escondido. Quem aprende a enxergar o valor do comum nunca mais volta a desejar o excesso.

⁠IARA REIS EVANGELISTA

Não posso deixar tal fato passar despercebido. Tu em tão pouco tempo de vida, superaste tudo que eu fui enquanto estudante. Além da dedicação incansável que vejo em ti, és sim, abençoada por Deus com o dom da sabedoria. Até hoje só me destes alegria. Continue neste caminho, pois ele é o único que pode levá-la em lugar tranquilo.

160823

A vida guarda sua maior beleza nas coisas que quase passam despercebidas.
É nos pequenos gestos, nos afetos sinceros e nas delicadezas que Deus espalha pelos dias que o coração encontra motivos para permanecer leve.
Talvez seja isso o que torna uma vida verdadeiramente inesquecível.
Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

morango.


Morango tem uma coisa curiosa, parece frágil, mas nunca passa despercebido.


Talvez seja a cor. Aquele vermelho vivo, quase exagerado, como se tivesse sido feito para chamar atenção mesmo quando está perdido no meio de tantas outras frutas. Talvez seja o contraste entre o doce e o azedo, entre aquilo que parece delicado por fora e aquilo que permanece na boca depois da primeira mordida.


Eu nunca gostei de morango.


E talvez seja justamente isso que torne tudo mais bonito.


Porque, antes de você, morango era só uma coisa que eu não gostava. Não fazia questão, não procurava, não sentia falta. Se estivesse na minha frente, provavelmente eu deixaria para lá.


Até você aparecer e, de algum jeito, me fazer gostar.


Não sei exatamente quando aconteceu. Talvez tenha sido aos poucos, como quase tudo que realmente muda a gente. Um dia eu provei. Depois outro. E, quando percebi, aquilo que antes eu não gostava já tinha se tornado uma das pequenas coisas que eu gostava.


E agora eu gosto de morango.


Só que existe um problema nisso.


Eu gosto de morango e lembro de você.


E talvez você tenha percebido hoje.


Ou talvez não.


Porque eu passei o dia inteiro falando de morango para você.


Morango pra cá.


Morango pra lá.


Uma hora era sobre comer morango, outra era sobre gostar de morango, outra eu simplesmente dava um jeito de colocar morango no meio da conversa.


E você não entendeu.


Achou que eu estava falando de morango.


E eu estava.


Mas não estava só falando de morango.


Esse era o jogo.


Você funciona assim pra mim, como o morango hoje.


E o morango?


Ai vem na cabeça o morango, falo sobre o morango, penso no morango, o morango hoje como foi pra você.


É como se o morango tivesse instalado numa parte lá, e fica chato, repetitivo, e porque você tá falando do morango o dia inteiro? porque você escreve sobre o morango o dia inteiro?
nem você mesma se fosse um morango iria querer ouvir falar do morango o dia inteiro.


Imagina como deve ser para as pessoas que me ouvem falar de morango.


A graça estava justamente em deixar a palavra passar pela sua frente o dia inteiro sem explicar por que ela estava ali. Eu queria ver se, em algum momento, você perceberia que eu estava tentando dizer alguma coisa sem realmente dizer.


Porque, para qualquer outra pessoa, era só uma fruta.


Para mim, era você disfarçada de fruta.


E talvez seja engraçado pensar que eu passei o dia inteiro te falando de morango sem falar de você nenhuma vez.


Ou melhor, falando o tempo inteiro.


Penso nas coisas que você gosta, nos pequenos detalhes que talvez nem perceba que deixou pelo caminho. Na maneira como certos sabores parecem ter sido feitos para você, nas pequenas preferências que foram ficando conhecidas por mim quase sem perceber.


E morango acabou entrando nesse lugar.


Talvez porque tenha a mesma contradição que você carrega. Uma coisa bonita, doce, quase delicada, mas que também sabe ser intensa. Que não precisa fazer esforço para ocupar espaço. Que basta aparecer para mudar alguma coisa ao redor.


E existe uma parte engraçada nisso tudo.


Porque eu posso olhar para um morango hoje e pensar que é só um morango. Posso cortar, comer, deixar de lado. Mas em algum momento vou lembrar que existe uma pessoa que fez aquela fruta significar alguma coisa diferente.


Você me fez gostar de uma coisa que eu nunca gostei.


E talvez você nem saiba o tamanho disso.


Porque algumas pessoas passam pela nossa vida e deixam fotos. Outras deixam frases. Outras deixam lugares.


Você deixou tudo isso, incluindo gostos novos.


Deixou pequenas preferências espalhadas em mim, como se tivesse colocado um pouco de você em coisas que continuam existindo mesmo quando você não está.


E talvez, se algum dia ler essas palavras, vá entender imediatamente.


Talvez você entenda e finalmente perceba que eu estava tentando te contar uma coisa.


Que quando eu dizia morango, eu queria que você pensasse em você.


Que quando eu insistia em morango, talvez estivesse esperando que você percebesse a coincidência.


Que eu nunca gostei de morango.


Mas você me fez gostar.


E agora eu gosto de morango.


E por gostar de morango, eu lembro de você.


Talvez seja justamente por isso que eu não precise dizer seu nome.


Porque morango já basta.


Você sabe.


Eu sei.


E, no fim, existem coisas que só fazem sentido para duas pessoas. O resto do mundo pode olhar e enxergar uma fruta vermelha, bonita, doce, comum.


Eu olho e vejo tudo aquilo que, de alguma maneira, ficou associado a você.


O gosto.


A cor.


As coisas que você gosta.


E aquela brincadeira que você não entendeu .


Talvez agora entenda.


Talvez tenha entendido e só tenha fingido que não.


Mas tudo bem.


Alguns jogos são melhores quando a outra pessoa demora para descobrir a resposta.


E a minha resposta foi simples:


morango.


Porque eu nunca gostei de morango.


Até você.


E agora, toda vez que eu gosto de morango, eu lembro de você.