Parque
a garça
estrangeira parque d’água
equilibra-se
na madeira arcada
de mangas
tece
de curva e pescoço
o ninho estranho
atrás da casa toda
água é lama
e a deusa
branca
torna-se galho
pelos calcanhares
o pássaro olha
a criança que rasga coxas
caule acima
atrás de rasgar a pele da fruta
depois de seis meses de espera
os bichos se encaram
o pássaro firma, cúmplice
sabem
que é papel dos velhos
cochilar durante os furtos
Quando criança a gente enxerga a vida como uma doceria gigante, ou um parque de diversões onde tudo é novidade, legal e possível.
Mas muitos ao se tornarem adultos, cai em um labirinto estreito e árduo de seguir, olhando em volta constatando uma prisão.
Perceber que estar no corredor da morte em sua existência, é uma batalha interna silenciosa e sutil a enfrentar.
E tudo o que você quer é correr, gritar e chorar, mas alguma coisa te segura; de canto e calado indaga observando: “será que todas essas pessoas são como vacas ruminando até a hora de ir para o matadouro, ou elas estão quietas como você, apenas planejando a sua fulga”.
Caminhos floridos,parque das flores plantando amores e colhendo odores,Caminho no conto de fadas as vezes a fada é safada eu adoro esse jeito sensata,Sem bater asas ela alcança voos onde garotas sonham em planar,Ela nada pelo meu oceano sem se afogar aprendendo a navegar nas minhas tempestades e curtir minha intensidade como o sol do verão,Aprendeu as estações e coleciona emoções.
Corona virus 2020
2020 sem abraço,sem beijinho,sem carinho,sem balada,sem passei no parque,sem cinema,sem shopping,sem ir a escola,faculdade ou curso,sem barsinho,teatro,shows,sem almoçar ou jantar em restaurante,sem ir a loja para comprar roupas,sapatos e outras coisas m ,sem museu,sem ir ao salão de beleza,sem faxineira ,baba,sem academia e muito mais coisas que não lembro mais.Ano sem motivação e sem expectativa rico ou pobre preso no mesmo lugar "dentro de casa ".cada dia que passa não se sabe o que vai acontecer no futuro. Medo é o que se passa na cabeça das pessoas.
Medo de ficar doente,ou perde alguém da família,Medo de perde o emprego ou quem já perdeu ficar sem ter o que comer,ou não ter dinheiro para pagar o local aonde mora,medo de ser despejado, medo do amanhã.
Vivemos um dia de cada vez,na esperança que isso logo passe. Se apegando na família ,em Deus , amigos ou até nos animais.
Doença maldita matou vidas , parou o mundo,afastou pessoas,deixou pessoas sem emprego e dinheiro, e sem comida .
Mas seguimos em frente por mais difícil que seja não desistimos. Esse ano será marcado para sempre em nossas vidas.
O ano que entramos em guerra com o invisível.Mesmo com a mascara cobrindo nosso sorriso os nossos olhos ainda luta para sorrir com o brilho no olhar escondendo as lágrimas dentro do nosso coração. E assim continuamos a lutar.
As inovações geradas pela nova revolução industrial são como o parque de diversão: No fundo, existe sim! um medo. Mas a adrenalina faz tudo valer a pena. E sempre depois queremos ir de novo, e de novo.
Medo de cobra, in em, mistificando o quantum, embora, também a ame, o parque, também pode ser, o de águas claras.
“O mundo parece um parque de diversões, cheio de crianças querendo brincar mais que outras, querendo ter brinquedos melhores, com o egos super inflados, mas alguns apenas observam, eu já brinquei, agora quero apenas observar, podemos dizer que existem esses dois tipos de pessoas, umas ligam pra nada e outras veem o mundo como ele realmente é.”
Ele chegou na entrada do parque, se apresentou e seguiu para a área de camping. Desta vez foi levanta a casa na cargueira e queria escolher um bom lugar para montar a barraca velha companheira. Partiu em seguida pelos veios da Serra já bem conhecidos e mais uma vez na trilha recebeu a visita dela. Encantado e feliz reduziu a cadência para não assuata-la com muita sacudidelas. Conversou um pouco, mas era no silêncio que os dois dialogavam. Depois de um tempo ela se despediu e voou e em sua mente ele pensava em quão raro e especial ele era.
Ter um bicho, me acompanhando nas trilhas, pousado em mim é raro e me sinto raro por ter está experiência sempre, mas mais especial é ter uma borboleta que pousa no meu tênis e vai comigo, da mesma espécie (acho que na verdade era a mesma moça da outra vez) uma segunda vez, no mesmo lugar, em épocas diferentes, me faz compreender o significado espiritual que isto representa. É mágico, transcende e só se explica sendo um anjo, um espírito de amor que veio trazer boas novas, paz e esperança na fé em Deus e em dias melhores guardados por ela a me proteger! Me sinto raro e grato por atrair sentidos verdadeiros e ser protegido do que não é e de receber e ser atendido em meus pedidos e nas surpresas boas que surgem no meio caminho.
Gosto de ver a felicidade alheia
Faz bem aos olhos.
Gosto de olhar as crianças brincando no parque...
Sentar no banco da praça e observar o vai e vem das pessoas em suas tarefas cotidianas, os carros passando rápido.
Gosto de sentir o vento no rosto, o calor do Sol e os pingos da chuva escorrendo pela testa.
Gosto de olhar o mar me perder em pensamentos que vão além do horizonte.
Viver a vida simples do subúrbio, tomar cerveja com os amigos na mesa do boteco.
Gosto de andar na cidade, olhar os prédios antigos, entrar nas lojas, comprar besteiras
Gosto de escrever poesia, gosto de desenhar, brincar com meus filhos, gosto de você !
Passear de moto aos domingos, acordar tarde, ter companhia, ir na feira, comer pastel.
Gosto de sonhar acordado, imaginar um planeta melhor, viajar o mundo através de um livro.
Gosto da simplicidade das coisas, gosto de conhecer casas, interagir com as pessoas.
Curtir a vida intensamente, me apaixonar, abraçar, beijar, escrever cartas de amor...
Doce Cotidiano a Dois
Clima de verão, no Parque do Ibirapuera, eu com o violão na mão,
Muitas crianças correndo e brincando, muitas pessoas caminhando, se exercitando, muitos casais passeando e namorando,
Clima de verão, os pássaros cantando, os gansos se refrescando, muitos jovens surfando com seu skate no asfalto, outros jogando o baquete, o futebol, ou até mesmo o frescobol,
Clima de verão no Ibirapuera, eu tocando o meu violão ao som doce da tua voz, teus olhos brilhando de felicidade e refletindo os meus, as pessoas passando ao nosso redor e aplaudindo, fotografando, parando ou apenas olhando e compartilhando conosco aquele momento de paz, amor e alegria que se espalhava no ar,
Clima de verão naquela tarde gostosa no Ibirapuera, eu, você e o violão, quem viu, viu, quem ouviu se emocionou, quem não ouviu, sem stress eu conto aqui para vocês.
Deus, se você nos enviou para criarmos um parque infantil para os pecadores brincarem de ser santos, ficaria tão orgulhoso do que fizemos.
Eu espero que tenha umas camas ao seu redor, para cada criança, cada mãe e irmão que é pego no fogo cruzado
no parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
ela disse:
aquele ali e meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador..
- um bonito garoto-
respondeu o homem- e completou: - aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
então, olhando o relógio, o homem chama a sua filha.
-melissa, o que você acha de irmos?
mais cinco minutos, pai. por favor. só mais cinco minutos!
o home concordou e melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração
os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
-hora de irmos, agora?
mas outra vez melissa pediu:
-mais cinco minutos, pai. só mais cinco minutos!
o homem sorriu e disse:
-está certo!
- o senhor é certamente um pai muito paciente-comentou assim a mulher ao seu lado- o homem sorri e diz:
o irmão mais velho de melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui.
eu nunca pascei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa só para que pudesse passa apenas mais cinco minutos ao seu lado.
eu me prometi não cometer o mesmo erro com melissa. ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.
na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar...
por hoje não... por mais cinco minutos...
- Eu te amo.
- 50 reais.
- O que? Não entendi.
- Ué, você não paga para brincar num parque de diversão?
- E daí?
- E daí que agora deixei de ser otária, e estou cobrando para aqueles que querem brincar com meu coração. Vai que eu lucro!
— Thiara Macedo.
Sou criança em um parque de diversão e meu brinquedo predileto é teu olhar que me faz girar em carrocel. Pulo, brinco de esconde- esconde, corro e encontro os olhos teus...me lambuzo, me delicio...tem sabor de sorvete, bolo de chocolate, de pipoca e mel !
FELICIDADE
Um dia vamos passear no parque e o tempo não passará
Será uma linda manhã de outono
E tudo quanto dissermos, assim será
Nenhum amor, nenhuma dor nos cairá.
Um dia vou ser tão feliz, que vai ser difícil me aturar.
Vou por ai a espalhar sorrisos, alegrias e amor.
E todos que me encontrarem terão certeza
Que mesmo diante de todo infortúnio... Eu sou feliz.
Serei repleto de tanta felicidade
Que até o vento soprará como brisa
Nesse crepúsculo bendito que vem da experiência
Numa essência capaz, de me fazer sonhar.
Sonhos bons.
E não haverá fim
Pois de tudo que a felicidade trouxe
Veio a certeza que foi como eu quis
E agora pleno, posso dizer... Eu sou feliz.
ENDECHA (Almany Falcão - 02/09/2006)
"Coração de homem:
Parque solidão, imenso e popular
lugar vivido e explorado
pelos poetas algazes
que saciam suas vinganças
castigando com um lamento triste
a bela melodia do amanhecer da vida,
solfejada pelo majestoso sabiá.
Sentimento maior captado
pelas lembranças áureas
do vivido tempo decorrido.
O coração já envelhecido
Lamenta em passadismo
como cenas de um filme repetitivo
as memórias que atenua
As martelantes inserções
da castigante saudade."
O tempo vivido, jamais será esquecido.
O tempo pra viver jamais deverá ser perdido!
Viva a vida!
Vida eterna sempre...sempre que puder!
Almany Sol
Então, sentado no banco em frente ao Parque Natural da minha cidade, Paro por alguns instantes observando uma estrela solitária e atrevida, resistir ao sol que nasce em seu esplendor diário.
É muita ousadia.
Estrela rebelde, não vê que essa afronta não vence?
Como resiste ao inevitável?
Então me vem a lembrança de uma aula (há décadas...) em que o professor explicava que muitas estrelas que vemos, já não existem mais.
Não passam de brilho que ainda viaja pelo universo, mas cuja mãe já morreu.
Será que estou a conversar com um defunto?
Estrela rebelde, pirilampo estelar.
Não me faça de bobo.
Não mais.
Não de novo.
Amanhã volto, pra ver se ainda está aí.
Volto pra conversar
Volto pra ti.
Os Hippies e as Freiras
Um casal de hippies estão sentados em um banco do parque, quando um par de freiras anda perto, um deles de muletas e com a maior parte de sua perna engessada. O mais extrovertido dos dois hippies pergunta:
- Oh, cara! O que aconteceu? Você está bem?
A freira mancando responde:
- Sim, meu filho. Eu escorreguei, caí na banheira e quebrei a tíbia. O médico disse que eu vou ter que ficar com o gesso por mais duas semanas.
- Bastante, hein, cara. Bem, boa sorte e, uh, Deus abençoe?
Ela responde:
- Obrigado, meu filho - , e elas continuam no seu caminho.
Quando eles estão fora do alcance da voz, o primeiro hippie pergunta ao outro:
- O que é uma banheira?
- Como eu poderia saber, cara? Eu não sou católico.
Numa ilhota de aprazível parque, vejo diariamente garças que, ao cair da tarde, no seu recolhimento noturno, buscam a proteção das árvores. Essa imagem me faz pensar que a Terra, o nosso maravilhoso “Planeta Azul”, é um imenso ninho, do qual, um dia, como pássaros adultos, que cumpriram a jornada da evolução terrena, empreenderemos voo às alturas das dimensões celestiais.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP. Crearte Editora, 2013)
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