Para uma Pobre e Coitada
Eu já me acostumei com o teu coração batendo por mim se importando com o meu coração tão pobre e tosco que tanto me amedronta os meus sentimentos;
Vem correndo para mim, pois estou sozinho e perdido precisando de você com lágrimas nos olhos;
Lembra dos sentimentos que se postavam como herói, protegendo teu pobre coração de não errar no caminho que você trilhava;
Eu posso ser o calçado que aquece seus pés, mas como um par de meias sem valor para te servir;
Talvez eu não seja tão bom para te contemplar ou para honrar-la;
Pobre esse coração que tenta encontrar a felicidade e sonha em ser roubado em uma noite estrelada;
O que me tenho ao certo com o meu ego que nunca reclamo com o coração na mão;
A carência faz suas escolhas para rever suas pendencias e seus conceitos;
E que se amor não for mais como antes o giro do meu tempo se encontrará com a ideologia da minha alma;
Eu procurei qual quer desculpa para escutar a sua voz e acalentar o meu pobre coração;
As ansiedades acha que nós não somos tão diferentes e não acha que é difícil de o vivermos o acontecer eloquentemente;
Sem querer revirar um coração carente para procurar um desejo adormecido;
Junto a mim tens a crescer de sentimentos doces e reais entre a perfeição do amor;
O meu sofrer não pode ser o meu pior e minhas escolhas não podes seres incabíveis;
Pobre do meu coração que tenta lhe fazer radiante e pouco consegue;
Inconscientemente não me acho onde me perco em você sem me dar conta de quê sou vítima e não caçador;
Quando te vejo eu percebo que temos tantas coisas em comum que me encontro para te dizer que nasceu em mim a palavra amor;
Não entristeça o teu pobre coração, pois a guerra ainda não acabou... Mostre-me a mulher aguerrida que és! A mulher corajosa que se transformou!
Sei que os caminhos não são sempre de flores e que as dificuldades podem nos surpreendermos, mas com a positividade guardada em nosso coração... Tudo é superável;
Um corpo... Uma pessoa... Os seus perfumes... Ou um olhar fatal, apenas um desatinar a meu pobre coração;
Não me destile para provar o meu mel e descartá-lo com a frieza de um pobre pesadelo em noites frias;
Eu protegi com muito cuidado nossos segredos para que não falássemos dormindo os nossos choros;
Mas os nossos sorrisos são mais que perfeitos para conosco, acalentando nossas ansiedades que tanto nos fazem felizes;
Até minha tristeza frustrada, ferindo o meu pobre coração ainda sim é mais leal do que certas pessoas que um dia jurou fidelidade;
Saiba se expressar para suportar a vida
A severidade do mundo não é pobre, mas sim rica
Estar, onde mostra o poder... Não é sinônimo de saber
Diploma não é sabedoria, no caminho precisa entender;
Pobre de mim que tanto perdi para aprender ser sereno e forte nas dificuldades da vida...
Pobre de mim quando não tenho as devidas certezas ou as escolhas certas do meu próprio caminho...
Pobre de mim que ando as cegas sem carinho e sem nada saber, sou velho... tão jovem, não sei pra onde vou;
Toque-me uma canção na qual me faça sentir a emoção e gravar-te em meu pobre coração...
Dê-me as melodias adequadas que desatine a minha razão por você... Não me perder e sim te querer...
Deixe-me cultuar-te, pois cortejar-te-ei em palavras suaves que te tocará no mais profundo interior seu...Ah amor meu toque belas canções em noites inspirada para juntos nos amarmos;
Às vezes eu não me entendo na minha confusão que tenta me provar que meu pobre coração é pensante com a força dos meus sentimentos;
Mas as insinuações fazem que eu sinta o gosto de qual quer lugar para enxergar o lado de fora que exprimi o ar;
Na minha rota arriscada eu corro para não perder o sono e sonhar com você para me ver o gosto que tanto me atraí a você;
E os meus provérbios! Quero que façam sentidos com imensa retidão ao coração fraco e pobre;
Para a prudência de haver sensatez nas escolhas da vida e não dê espaço ao arrependimento;
Decidir com sabedoria também se faz importante a vida que nos cobra o que nunca nos dá;
Creio que me restauraste com o seu ar apaixonante curando a meu pobre coração;
Fez com que despertas em mim sentimentos adormecidos no qual me envolve-se com o que há de mais importante;
Sonho com um abraço teu, sua mão me acariciando dando-me atenção para que eu possa cultuar a tua graciosidade;
Nasci pobre, fui herói, sempre com a minha própria companhia e com muitas dificuldades me situo de pé;
Busco o meu contraponto nas extremidades da paisagem... Para que eu entenda a beleza a mim presenteada;
Ser ou não ser feio es a questão... No meu estandarte anúncio o meu amor pelo disforme;
Sou bárbaro em uma geração sem amor próprio, sem rostos pela vergonha que vacilam à beira da loucura ou às margens da culpa que arde na durabilidade do prazer mórbido, na busca de uma vida financeira adequada;
Sou uma doçura com conivência ao tempo, mas dolorosamente com um mínimo de respeito ao sacrifício alheio;
