Para sempre
Vida eterna!
Se amar for sinônimo de vida eterna
Viverei para o sempre
Pois nunca deixei de ama - lá
E a cada dia a amo mais e mais...
É tanto amor que os céus estremecem
Os anjos voam em sincronia. de festa
Fazendo dos céus o palco de sua dança
A dança do amor eterno!
Que em um dia renasceu das cinzas
E está
Vive em meu coração.
Corre em minhas veias
Fazendo parte de tudo aquilo que me deixa vivo.
Sim! Eu a amo para o todo sempre.
Havia um sapateiro que trabalhava à porta de sua casa e estava sempre cantando. Tinha muitos filhos que andavam esparrapados, mas à noite, quando a mulher punha a ceia pobre na mesa, ele tomava a viola e tocava sua cantigas, bem satisfeito.
Diante de sua casa vivia um homem muito rico, que reparava naquela pobreza toda, e um dia mandou dar ou outro um saco de dinheiro, pois deseja ve-lo feliz.
O sapateiro, muito espantado com aquela generosidade, pegou o dinheiro e à noite fechou-se com a mulher no quarto, para contar as moedas. Não tocou viola, e, por fazerem barulho as crianças levando-o a errar na conta, bateu-lhes, e elas abriram numa choradeira, pois nunca tinham apanhado e mesmo a fome não lhe doia tanto.
No quarto outra vez, disse a mulher ao sapateiro:
- Que vamos fazer com tanto dinheiro?
- Enterrá-lo.
- Podemos esquecer onde. É melhor guarda-lo no baú.
- Podemos roubá-lo. O melhor é pô-lo a render.
- Isso é ser agiota e eu não gosto.
- Então reformamos a casa, fazemos de sobrado e eu arranjo uma oficina toda pintada de branco.
- Nada disso. Não gosto do campo.
- Nada disso. Não gosto de campo.
- Pois a melhor coisa é possuir terras. O rsto não passa de vento.
A conversa foi esquentado, palavra puxa palavra,e o homem, exaltando- se dá dois tapas na mulher que desata num berreiro danado.
Durante a noite toda não pregaram o olhos. O vizinho ricaço estava espantado por não ter ouvido as canstigas de costumes, e sim choro de criança e ruídos de briga de adultos.
Finalmente o sapaterio disse à esposa:
- Sabes que mais? Esse maldito dinheiro matou nossa alegria. O melhor é devolve-lo ao vizinho. E tratemos de ficar com nossa pobresa, que enquanto fomos pobres éramos amigos e não havia choros nessa casa.
A mulher ficou muito satisfeita, e no dia seguinte o sapateiro devolveu o dinheiro ao vizinho e voltou a bater suas solas, cantando alegremente, como costume.
"Esforcemo-nos para fazer, sempre, o melhor possível,conscientes de que a nossa capacidade nos permite aprimorar infinitamente. Não podemos nos contentar com resultados aquém do nosso verdadeiro potencial. Melhorar em tudo a cada segundo, deve ser a meta suprema da nossa vida."
“Quando eu estava próxima de você, estava sempre distante, e agora que estou distante de você nunca me senti ao mesmo tempo tão próxima”
“Ninguém é capaz de acertar sempre, você errou, mais eu errei mais, eu exagero e acabo super exigindo de mim e de todos que estão na minha volta. Você não seria capaz de me dar mais do que tem, e talvez o que você tenha não seja o suficiente pra mim”
Pra Sempre Lembrar-te
Seguido a paixão a ordem natural
Ingenuamente, talvez, por instinto
Dediquei-me explicitamente afinco
A discrepância dum amor unilateral
Tão logo o inicio, logo o final
A submissão insana em suplicio
Junto à pena que por ora sinto
Refundi num ato quão surreal
E na perjura do passado esquecer
Fechando os olhos a meu próprio ser
Já cansado de tanto esperar-te
Rabisquei a saudade um tanto amena
E fiz da tua imagem este poema
Para todo sempre lembrar-te
Será...
Que sempre que a tempestade vier,
Eu perceber que a escuridão me invadiu.
Será...
Que sempre que pensar em quanto tempo passou,
Eu perceber que nunca existiu.
Será...
Será...
Que sempre é pesadelo,
Eu perceber que não da pra acordar.
Será...
Que sempre é tão Frio,
E esse vazio, é falta de você!
Seu amor, era como ela mesmo,
um amor de fases singelas,
sempre fases convenientes,
nunca um amor de novelas
era sempre tendencioso,
só tendia pro lado dela.
Por do sol ao seu lado
Sentei no mesmo lugar de sempre. Naquela duna virada ao mar. Onde o vento não sopra. E chega o reflexo do sol alaranjado que depressa se vai por lá no horizonte. Sentei-me e senti que naquele dia algo estava diferente, um cheiro doce no ar, uma energia, que percorria um corpo já estafado. Uma energia que me fazia fechar os olhos, e sorrir. Sentir o sol que ainda brilhava e aquecia como se um sopro carinhoso se tratasse. Era uma energia que me fazia sonhar. Sonhar. Com um cenário idílico. Sonhar com uma praia. Com uma duna, com um por do sol, contigo ao meu lado a olhar o mar, sentados tão próximos que nem era preciso tocar para sentirmos a pele um do outro. Sonhos e mais sonhos. Sonhos que eu tenho aqui neste meu cantinho, nesta duna perdida numa praia já esquecida com um mar já rendido a um por do sol tão belo como singular. Á dias assim. Dias em que sonhamos viver o que vivemos, mas com a pessoa que gostamos do nosso lado, partilhando da mesma sensação que nos enche a alma e nos faz sonhar.
Te amo vida!!
