Para que Tanta Mentira Magoa e Dor
O pior de ser quem guarda as lembranças não é a dor que se sente. É a solidão. As lembranças precisam ser partilhadas.
Ser...
Mesmo que para isso seja necessário sofrer
Sofre...
Antes sentir a dor da originalidade, que alegrias de falsificações e inverdades
Sente...
E que o seu sentir possa incomodar os acomodados que convivem com a gente
Convive...
Com aqueles que há muito tempo não vivem e deposite sonhos e sorrisos, para que teus olhos continuem a brilhar
Brilhe...
E que seja o teu brilho como o grão de milho; que alimenta, enche os olhos e os ouvidos dos que desejam sonhar
Sonhe...
E acompanhe seus sonhos quando eles começarem a engatinhar, assim, logo poderá estar diante de um grande realidade que corre pra lá e pra cá
Calma...
Ainda sim ande devagar, pois não tem a certeza de quanta verdade é capaz de suportar!
Hoje fui tomada por uma dor — mas não, não, não.
Não é qualquer dor explicável.
É daquelas que não encontram nome no corpo,
mas pesam como se tivessem ossos.
Reviro-me pelo avesso tentando decifrá-la,
na esperança de arrancar ao menos um fragmento
e deixá-lo pelo caminho.
Mas sigo paralisada.
Exposta.
Vulnerável.
Não forte — apenas tentando me reconhecer
no meio do caos que se instalou.
Não consigo medir o que vem adiante.
O futuro agora é uma névoa densa,
e cada passo parece exigir uma coragem
que eu ainda não sei de onde tirar.
Mesmo assim, estarei ao teu lado.
Mesmo incompleta.
Mesmo trêmula.
Mesmo sem respostas.
Se fosse possível, eu trocaria tudo que sou
para te dar a chance de viver a vida
sem medo, sem dor, sem interrupções.
Porque amar, às vezes, é isso:
seguir de pé quando por dentro tudo desaba.
O diagnóstico não paralisou apenas os dias —
paralisou o meu ser.
Deixou-me impotente diante do inevitável,
pequena diante do que não posso controlar.
Mas, ainda assim, fico.
Porque quando não posso curar,
posso permanecer.
Quando não posso salvar,
posso amar.
E se hoje só consigo isso —
que seja o suficiente para atravessar a noite.
23 de Dezembro 2025
Os seres humanos mais felizes suportam bem a dor e costumam ter uma rotina mais criativa e alegre. Seu otimismo leva ao sucesso, pois consideram eventuais derrotas um aprendizado que os tornará ainda mais fortes.
Um dia me disseram que o amor com o tempo, traz dor, sofrimento, e com ele surge o ciúmes, as brigas, coisas que machucam a gente.
Mas eu digo que com o amor, meu sorriso fica cada dia mais lindo e radiante, meus pensamentos se tornam cada vez mais carinhosos, e que com o passar dos dias existe mais respeito, mais carinho, ternura, e sem dúvida muito mais felicidade, existe mais amor, mais bem estar, aumenta aquela vontade de estar perto, segurar e não largar, por que dói sim o amor, mas quando tem que ficar longe mesmo que por algumas horas, com o amor surgiu mesmo os ciumes, mas meus ciumes é medo de perder, medo de ele se apaixonar por um outro sorriso, um outro olhar, desejar um outro carinho, mesmo ele olhando nos meus olhos e dizendo que só quer os meus e a mim, o tom de sua voz se torna música aos meus ouvidos quando ouço aquele "Eu te amo", é tão bom quando me abraça e me faz cafuné, quando me beija a testa e me faz cocegas, é engraçado meu sorriso bobo só de te ver chegar, mas ele surge só por saber que bem a minha frente está a minha razão, razão dos meus sorrisos, da minha vida, e principalmente dos meus dias mais felizes.
Mais de um amor numa vida
É muito fácil de ter
A dor de amor é esquecida
Talvez nem chegue a doer
Mesmo se o fim é tristeza
Vazio no coração
No fim só fica a beleza
De uma bonita paixão
E embora o amor destruído
E o tanto que se sofreu
O tempo não foi perdido
A gente é que se perdeu
Não grite sua dor aos quatro ventos, procure ajuda. Não exponha demais suas mazelas, respeite seu luto e o silêncio que vem junto. A vida é cíclica e tudo faz sentido, mesmo que demore muito. E não deixe nunca de confiar no seu poder de superação: é a maior dádiva que a vida nos deu.
Tu me fez ir lá no fundo, e dar de cara com a dor, tristeza e decepção. Eu fui forte, e mesmo sem tu ver ou saber, eu me lavantei outra vez, segurando o que sinto por ti em uma das minhas mãos, e te provando que é VERDADEIRO o que sinto, desde o primeiro beijo, desde o primeiro abraço, agora só te pesso para me dar a mão e me tirar outra vez desse buraco sujo e frio, pois agora sabe que sou forte o bastante para te proteger, respeitar, amar e te fazer feliz.
Cada átomo de sua carne me é tão querido quanto a
minha própria; na dor e na doença, ainda seria querida. Sua mente é o meu tesouro, e se se fosse, ainda seria o meu tesouro: se você enlouquecesse, seriam
meus braços que a segurariam, e não uma camisa-de-força... o seu aperto, mesmo
em fúria, teria um encanto para mim: se se lançasse selvagemente contra mim,
como aquela mulher se lançou hoje de manhã, eu a receberia com um abraço, pelo menos tão bondoso quanto restritivo. Eu não me esquivaria de você, repugnado, como me esquivei dela: em seus momentos de calma, não teria outro vigia ou
enfermeiro além de mim; e eu me curvaria sobre você com incansável ternura,
mesmo que não me desse nenhum sorriso em troca; e jamais me cansaria de olhar dentro de seus olhos, mesmo que não mais tivessem um raio de reconhecimento
para mim.
Eu queria morrer um pouquinho
Pra ficar com você um tantinho
Que essa dor me consome, voraz
Eu queria morrer um instante
Pra matar a saudade constante
Que meu coração já não tem paz
Eu queria morrer um momento
Pra morar nesse teu acalento
E não sair desse abraço jamais
Eu queria morrer um segundo
Pra recuperar em teus olhos, meu mundo
E então já lhe digo, até mais
Queria morrer de excesso
De ódio
Da pior doença
Da maior dor
Ou mesmo,
De amar
De amor.
Mas é o vazio quem me consome.
