Palco da Vida
Crer em Deus é como atuar em uma peça e ser dirigido por diretor fantástico. No palco da vida, você tem o dever de ser um bom protagonista. Precisa fazer uma apresentação tão esplendorosa, que a plateia alimente o desejo profundo de saber quem está por trás de tudo aquilo.
Um eterno aprendiz,
nesse imenso palco da vida,
em busca do equilíbrio emocional,
buscando crescer com cada pessoa
que cruza meu caminho
e tentando retribuir a cada uma,
com um pouco de minha essência.
É através da escrita que me encontro,
me completo, me ajudo e às vezes ajudo,
é entre folhas em branco que construo o universo.
Que habita minha mente e me transporta,
para um templo sagrado e abençoado,
onde tudo é permitido e protegido,
e onde ratifico a frase que mais uso na vida,
que sou autora da história da minha existência,
e só a mim cabe a responsabilidade
de ser feliz!
Me vejo à um passo, para o grande palco da vida, colocando em prática os ensinamentos e os conselhos. Tudo o que vem em mente, são lembranças da menina do laço de fita , que sonhava com os pés fora do chão. E depois de tantos desenganos e dose de coragem, estou pronta para assumir e pisar em falso em busca de meus sonhos. Se um dia irei alcança-los? Isso só depende da grande jornada com obstáculos que virá pela frente e principalmente nunca desistir de voar alto , mas dessa vez com os pés bem firmes para não correr o risco de cair.
Aos poucos, Deus vai apagando a luz do palco da vida dos Seus até que ela desponte novamente no horizonte da vida eterna para nunca mais se apagar, a verdadeira vida!
Carasco e Carasquinhos: Tudo Falsidade
No palco da vida, encenam sorrindo,
Carasco e carasquinhos numa comédia,
Vestem máscaras, o amor fingindo.
Com palavras doces, como mel envenenado,
Promessas voam leves, mas logo se esvaem,
A verdade escondida, um fardo carregado.
Entre risos e abraços, tramam o jogo,
Sussurros no canto, alianças quebradas,
Falsidade à solta, um veneno que eu trago.
Olho nos olhos, busco sinceridade,
Mas o brilho é fugaz, como sombra ao entardecer,
No fundo, um abismo, só corrupção e vaidade.
E assim sigo, desconfiado, cansado,
Das faces da vida que nada revelam,
Carasco e carasquinhos, em um mundo marcado.
No palco da vida, gestos têm seu papel,
o sorriso abre portas, torna tudo mais belo.
O abraço, companheiro de jornada,
expressa emoção, alegria, tristeza,
numa só comunhão.
E o silêncio, sábio,
preserva nosso ser em equilíbrio,
em sua canção.
Livro: O Respiro da Inspiração
Não há ensaio no palco da vida.
Quando levantamos da cama já estamos atuando e o melhor não se sabe a fala do outrem a não ser quando os indagamos.
Mas ainda haverão surpresas por estarmos em ação.
Portanto ao iniciarmos nossos dias façamos uma atualização de nossas páginas nossos procederes
pra evitar maiores complicações.
somos meros reflexos do cenário do palco da vida nesta relatividade temporal e momentânea do existir e morrer.
No palco da vida
Temos que ter animação
Pois, somos todos actores,
Estamos sempre em acção
Com ou sem expectadores
Assumimos vários papéis
Em qualquer momento
Até a hora da partida!...
Somos TODOS elenco no palco da vida teatro de Deus.
Seguimos atuando em seu script.
...e quando ousamos nos igualar em atos ao mesmo, vem o expurgo.
Finda-nos nosso ato!
Termina a encenação, estaremos em vida plena.
Na vida pós-moderna, um idiota no palco da vida faz o papel principal do personagem da teimosia e da mediocridade.
No palco da vida, a incoerência dança,
Em passos incertos, a mente se balança.
Contradições se entrelaçam no ar,
Enquanto o coração tenta se encontrar.
Promessas quebradas, atos sem razão,
O comportamento oscila, sem direção.
Caminhos tortuosos, sentimentos à deriva,
A incoerência na alma, uma ferida viva.
Mas na dança da vida, há espaço pra mudar,
Reencontrar o equilíbrio, recomeçar.
A coerência se faz, como a luz no escuro,
E na harmonia das ações, encontramos o futuro.
Assim, na busca da verdade e do ser,
Deixamos a incoerência para renascer.
No palco da vida, a dança é constante,
Mas com coerência, seguimos adiante.
No palco da vida, os enfermeiros são os protagonistas silenciosos cuja performance é medida em conforto e paz para o coração.
No palco da vida, passos além do nosso enredo, Minha esposa, em outros caminhos, se descobrindo a ter segredo. Entre risos e desejos, um tempo a almejar, A dança da mudança, a nos desafiar.
Faz de conta
No palco da vida, enceno um sonho,
Onde somos atores de um conto medonho.
Faz de conta que somos felizes,
Numa história sem dor, sem cicatrizes.
Na história inventado, te encontro sorrindo,
Teus olhos, estrelas, meu coração, abrindo.
Cada cena, um beijo, cada ato, um abraço,
Faz de conta que o tempo não passa.
Na fantasia, somos eternos amantes,
Dançamos ao som dos desejos constantes.
Faz de conta que a tristeza não existe,
Que o amor é eterno e sempre persiste.
Se a realidade nos ferir com sua lança,
Faz de conta que o amor é a única herança.
Nos braços do sonho, deixemos viver,
Faz de conta que nunca vou te perder.
"O Ballet dos Corações"
No palco da vida, os corações dançam uma coreografia etérea, tecendo os laços invisíveis que conectam almas e sentimentos. É um ballet onde cada passo é uma expressão genuína de emoção, cada movimento uma narrativa única de amor, dor, alegria e saudade. Na plateia, observadores atentos testemunham o espetáculo da existência humana. Uns aplaudem entusiasticamente, encantados com a graciosidade dos sentimentos em cena. Outros, mais reservados, assistem em silêncio, tocados pelas sutilezas dos dramas pessoais que se desenrolam diante de seus olhos. Os corações, protagonistas dessa dança da vida, carregam em si a complexidade de suas próprias histórias. Alguns são como bailarinos solitários, dançando no escuro da solidão, buscando desesperadamente por um parceiro que possa compartilhar o palco da existência. Outros formam pares harmoniosos, movendo-se em perfeita sincronia, como se seus passos estivessem predestinados a se encontrar desde o início dos tempos. Suas danças são um testemunho da beleza do amor verdadeiro, da conexão profunda que transcende as barreiras do tempo e do espaço. Mas nem todas as danças são suaves e elegantes. Às vezes, os corações se chocam violentamente, em uma dança frenética de desentendimentos e mágoas. Cada passo errado é uma ferida aberta, cada palavra dita em raiva é uma faca que dilacera a alma. E mesmo quando a música para e o silêncio cai sobre o palco, os corações continuam a dançar em seus próprios ritmos, ecoando os sentimentos que os consomem por dentro. Porque, no final das contas, somos todos apenas dançarinos neste grande teatro da vida, procurando encontrar significado na música dos nossos corações.
