Palavra Sábia
Você sabe que uma nação chegou ao fundo do poço quando seus artistas e juízes são rasos, patéticos e amorais. Uma nação que não gera mais intelectuais profundos, juristas com caráter, artistas decentes, não tem futuro, pois ela faliu em todos os níveis.
É um erro enorme qualquer teólogo ou líder não calvinista se preocupar com as opiniões de qualquer calvinista sobre as doutrinas bíblicas! Só lembrando: O calvinismo é heterodoxo! Suas doutrinas eram ensinadas pelos maniqueus e gnósticos do passado e foram combatidas duramente pelos pais da igreja até o aparecimento do Bispo católico romano Agostinho de Hipona, um ex-maniqueu que introduziu essa heresia no cristianismo.
Só lembrando: Nenhum líder ou teólogo não calvinista deve se preocupar com a opinião de calvinistas sobre a Sã Doutrina; visto que as doutrinas ensinadas pelos calvinistas não passam na chancela da Ortodoxia Cristã.
Calvinismo e os Dons de Cura
Calvinistas como todos sabem são cessacionistas (um nome chique para incredulidade), pois não crêem na contemporaneidade dos dons.
Algum tempo atrás, um dos gurus do calvinismo aqui no Brasil, Augusto Nicodemus, com ares de zombaria, indagou o porquê os irmãos e irmãs que advogam ter o dom de cura, na época da pandemia não foram aos hospitais curar os infectados. Essa indagação é no mínimo patética e ridícula! Mas vindo de onde vem não me causa surpresa.
Mas, para que o renomado guru da calvinolândia não fique sem uma resposta bíblica ao seu argumento falacioso, digo, o fato de alguém ter o dom da cura concedido pelo Espírito Santo, não significa que este possa usá-lo quando quiser.
Talvez o renomado guru da calvinolândia não tenha lido que o Apóstolo Paulo, mesmo tendo sido usado para curar diversas pessoas em seu ministério (At 14.3; 14.8-10; 16.16-18; 19.11-12; 20.9-10; 28.3-9) não curou Trófimo (2° Tm 4.20), não curou Timóteo (1° Tm 5.23) e inúmeras outras pessoas.
O que o renomado guru da calvinolândia finge não saber é que, o Espírito Santo é Soberano (algo que eles falam tanto) e opera quando quiser.
Escutemos o Apóstolo Paulo na primeira carta aos Coríntios no capítulo 12.11: Mas um só é o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.
Para terminar, o renomado guru da calvinolândia deveria saber que é o Espírito Santo que usa o crente e não o crente que usa o Espírito Santo!
Pense nisso e cuidado com os falsos mestres!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Calvinismo e a Oração
A oração não muda as coisas:
Sabemos que Deus predestinou todas as coisas que acontecem. Ele faz todas as coisas conforme o conselho de Sua própria vontade. É difícil reconciliar a oração e a vontade imutável de Deus. [01] James O. Wilmoth
A oração não muda as coisas, nem a oração muda Deus ou Sua mente. [02] David S. West
O que Deus predestinou acontecer sempre acontece conforme Ele propôs, e por mais que alguém ore, nada vai mudar isto. Não, a oração não muda as coisas; entretanto, ela nos muda. [03] Dan Phillips
Ninguém pode crer na gloriosa doutrina bíblica da predestinação e acreditar que a oração muda às coisas. As duas são incompatíveis. Elas não se harmonizam. Se uma é verdadeira, a outra é falsa. Visto que a predestinação é verdadeira, segue, como a noite segue o dia, que a oração não muda as coisas. [04] Joseph Wilson
Você entendeu porque esses teólogos e pastores calvinistas estão afirmando tal absurdo e heresia? Porque a doutrina heterodoxa deles logicamente leva ao determinismo e fatalismo que eles fazem de tudo para esconder com jogos de palavras e narrativas falaciosas.
Entenda de uma vez por todas, o calvinismo não é bíblico! O calvinismo não é ortodoxo! O calvinismo é o antigo maniqueísmo com uma roupagem cristã.
Pense nisso e cuidado com os heterodoxos!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Referências:
[01] James O. Wilmoth, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276.
[02] David S. West, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276.
[03] Dan Phillips, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 277.
[04] Joseph Wilson, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 277.
Muitas pessoas não sabem, mas a primeira patrologia da história foi escrita por um protestante. O termo patrologia foi cunhado pelo Luterano Jhonannes Gerhard no livro - Patrology the lives and works of the fathers of the church.
Assim, fico estupefato quando vejo um protestante dizer que a patrística o fez retornar ao catolicismo ou se tornar católico, sendo que foram os protestantes que recuperaram o interesse pela patrologia.
Se, então, você diz que Cristo chama aqueles que não podem vir; aqueles que Ele sabe ser incapazes de vir; aqueles que Ele pode capacitá-los a vir, mas não os capacitará; como é possível descrever maior insinceridade? Você representa Cristo como zombando de suas criaturas desamparadas, oferecendo o que Ele nunca pretende dar.
Na vida, algumas pessoas acham que são; outras fingem que são; algumas são e não sabem que são; outras são, mas todos fingem que não são; tem as que sonham ser; tem as que não conseguem ser; tem as que estão se preparando para ser; tem as que nunca vão ser; tem as que perderam e perderão a oportunidade de ser; tem as que cansaram de ser e as que não querem ser, mas serão.
Descrevi essas pessoas porque o que realmente quero saber é se descrevi você. Não se trata de saber a que profundidade você chegou, mas se está com a roupa de mergulho. Não pergunto a que distância a flecha alcançou, mas se ela saiu do arco. Não se você é perfeito, mas se tem sede da perfeição. Ou sua religião é social? Você está satisfeito com a religião do tipo “uma vez no domingo?”
Só lembrando aos palpiteiros:
Opiniões não são argumentos! Opiniões são crenças pessoais, onde não são apresentados fatos, fontes e estudos, mas narrativas falaciosas em torno do tema.
Se eu quisesse saber se um homem é cristão, não iria ao seu pastor, perguntaria à esposa dele.
Como sabemos que uma igreja ou líder está desalinhado com o céu? Quando essa igreja ou líder são irrelevantes na comunidade onde estão inseridos! Céu e terra estão conectados, assim, o desalinhamento vertical gera o desalinhamento horizontal.
Você sabe o que religião? É a participação da natureza Divina, a vida de Deus na alma do homem: Cristo formado no coração, Cristo em você, a esperança de glória, felicidade e santidade; o céu começa na terra; um reino de Deus em você.
Qualquer conhecimento, erudição ou sabedoria que não tenha fundamentação nos princípios éticos e morais do Evangelho da Graça, inevitavelmente descambará em tragédias para humanidade.
Ateus expressam sua raiva contra Deus, embora, na opinião deles, Ele não exista.
Teologia Arminiana
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Não importa quem nós somos, nem o que nós sabemos. O que realmente importa é o que somos diante do inescrutável Deus. Se desagradarmos a Deus, não importa a quem vamos agradar. E se agradarmos a ele, não importa a quem vamos desagradar.
