Palavra Sábia
E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma
Voe.
Seja livre.
Mas não pouse e nem queira ficar em lugares que não sabe reconhecer o seu valor.
Se caso resolver ficar por teimosia saiba que, suas asas serão machucadas e será difícil voar novamente.
Questionar é o ato de esculpir o vazio; a sabedoria é o que resta do tempo agindo sobre o pensamento.
Alguns empresários não prosperam porque não sabem partilhar sua visão com a equipe. Tentam crescer sozinhos, explorando e desconfiando de quem trabalha ao seu lado. Esquecem que por trás de cada tarefa cumprida, existe um ser humano — com sonhos, medos e forças — e não apenas uma peça substituível. Quando se vê o outro apenas como recurso, perde-se o verdadeiro poder da colaboração
As amarras da expectativa do viver
Soltar... Soltar... Soltar...
Saber que nada é seu
Aceitar que nada é seu
Nem nada, nem pessoas, nem
a próxima respiração...
Nada...Nada...Nada é seu
É só empréstimo...
Liberte-se da ilusão
Seja são...
Deixe fluir...ir...ir
Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.
A curiosidade nasce da inconformidade diante do não saber; a inventividade, da boa aplicação do saber.
Hoje começa maio.
Adentrar este mês sabendo-me protegida por uma força maior é o melhor presente de Deus. É assim que inicio maio: consciente de que as forças que me guardam são maiores do que qualquer mal desejado ou lançado contra mim.
E, com essa fé, acredito nas minhas vitórias. Nas pequenas, de cada dia, que não são menores em importância, pois tudo que vem de Deus é sagrado; e nas grandes, pelas quais meu coração anseia.
Começo maio assim, cheia de fé e gratidão, acreditando que o que é bom vem e permanece, e que o que é ruim se perde pelo caminho ou se desfaz por si só.
Meu foco para maio não está no mal, mas no bem que ainda existe e no que me pertence, que já está a caminho. Que a força da renovação deste mês me conduza ao que preciso, de forma leve e gratificante.
E que a força de Deus me proteja e me guie a cada dia, em cada passo do meu caminho.
Assim seja.
Josy Maria 01/05/2026
Frases, textos e citações by Josy Maria
Arranca-me todos os pensamentos
prefiro ilusões,fantasias e alentos.
O conforto de não saber
do que beber
essa realidade inquietante.
A verdade... é um instante,
algo que não quero ver.
Deixe-me na cegueira
de minha vida feliz,
tranquila e corriqueira.
Sonhos e esperanças
são a pele que visto
e dão asas para sobreviver
as intempéries do imprevisto.
Luísa
Jardim de alma
Algo que sai das entranhas
e assume formas estranhas
que não se sabe denominar.
Em alguns momentos são tormentos,
noutras horas, carne e palavras:
um rasgar e remendar do coração.
Linhas onde enganas
a própria emoção.
E deixa fluir,
até em poesias se esvair
qualquer dor e preocupação.
Algumas coisas são
como ervas daninhas...
Vão crescendo, pequeninas,
dentro da gente.
E tem que arrancar,
folhinha por folhinha,
antes que comecem
a te machucar...
Andréa
Sabe o que me deixa indignado?
É essa história de que “evoluímos”.
MENTIRA!
Pura ilusão moderna!
A humanidade acha que ficou mais sábia, mais culta, mais iluminada…
Mas basta observar, com honestidade, sem autoengano, para perceber:
continuamos caindo nas MESMAS armadilhas de Adão!
No princípio, Deus falava.
Havia ordem!
Havia direção!
Havia clareza!
O homem ouvia!
Sim, ou-via!
E hoje?
Hoje Deus ainda fala — mas ninguém escuta!
Porque estamos ocupados demais com o barulho ensurdecedor do próprio ego!
Viramos especialistas em trocar a sabedoria divina
pela opinião de qualquer sujeito com um celular na mão!
Gente que mal dá conta da própria vida… mas fala bonito e vira referência!
A serpente?
Coitada!
Ficou ultrapassada!
O homem moderno já faz o serviço sozinho!
E aquele papo antigo de “vocês serão como Deus”?
Isso virou o ideal do século XXI!
Todo mundo acha que tudo sabe, tudo merece, tudo pode!
É a república dos egos inflados!
Pequenos deuses de bolso!
Cada um com seu altar digital!
Mas depois de tanta “autonomia”, o que sobra?
O mesmo de sempre!
Vergonha.
Culpa.
Vazio existencial!
Adão se cobriu com folhas.
Nós nos cobrimos com filtros, frases feitas e um personagem que não sustenta cinco minutos sem cair.
E Caim?
Caim não morreu!
Ele só se modernizou!
Hoje não precisa levantar a mão — basta digitar!
Mata com palavras, com ataques, com cancelamentos!
Violência elegante, tecnológica, covarde!
E Babel?
Ah, Babel virou mania nacional e mundial!
Torres de seguidores!
Torres de consumo!
Torres de ego!
E a frase é a mesma dos velhos tijolos:
“Olhem para mim!”
E o mundo gira… e cai nos mesmos buracos!
Jesus avisou sobre os dias de Noé — e eu digo:
estamos vivendo as reprises!
Mas — preste atenção agora! —
há um detalhe que os cínicos não suportam:
O Espírito ainda se move!
Ainda há luz sobre o caos!
Ainda há chance de retorno!
Porque o problema não é falta de informação!
É falta de humildade!
Falta de arrependimento!
Falta de reconhecer que, apesar de toda tecnologia, continuamos tão frágeis quanto o primeiro homem!
A história se repete.
Sim, repete!
Mas não é inevitável!
Podemos romper o ciclo!
Desde que paremos de brincar de divindade…
E lembremos quem foi que acendeu a luz no início de tudo!
A gente gosta de repetir que está evoluindo.
Que agora sabemos mais, entendemos mais, pensamos melhor.
Mas basta olhar com calma para perceber que, enquanto a tecnologia sobe, a consciência desce um degrau silencioso.
Hoje vemos o sagrado desfigurado no sambódromo, tratado como peça de teatro, como se debochar da fé alheia fosse sinônimo de coragem artística.
Dizem que é liberdade… mas muitas vezes é apenas vazio fantasiado de ousadia.
As palavras perderam peso.
Os valores perderam forma.
O respeito virou só mais um item descartável em nome do “conteúdo que engaja”.
Criamos uma cultura em que o desleixo é celebrado como autenticidade,
o egoísmo é vendido como autocuidado,
e a grosseria virou manual de comportamento com título moderno.
Quanto mais raso, mais viral.
Quanto mais vulgar, mais lucrativo.
Quanto mais ofensivo, mais “revolucionário”.
E no meio disso tudo, alguém ainda diz:
— Estamos melhorando.
Porque, se chamam de evolução aquilo que nos faz desprezar o que é sagrado,
trocar profundidade por espetáculo,
e aplaudir o que corrói a dignidade humana…
então isso não é crescimento.
É só o caos ficando mais organizado, mais bonito, mais vendável.
É a desordem aprendendo a usar terno e gravata.
A verdade é simples e incômoda:
não existe progresso quando a alma anda para trás.
Gosto de quem sabe que a evolução é um caminho solitário, mas que fica muito mais interessante quando cruzamos com alguém que lê a vida na mesma frequência que a nossa."
Todos nós precisamos de um pouco de mistério em nossas vidas, às vezes vale a pena não saber o que está do outro lado.
Tem gente que sabe conversar…mas não sabe sustentar.
E é aí que muita mulher lúcida se confunde.
Porque não é falta de interesse.
É falta de consistência.
A pessoa está ali, presente, envolvente, disponível no discurso…mas na prática, não constrói.
E quanto mais você tenta entender,
mais se perde.
Até perceber que não é sobre interpretar melhor: é sobre observar melhor.
Disponibilidade não se fala, se demonstra.E quando não demonstra,
você não insiste. Pegue seu banquinho e saia de mansinho. Sua paz é inegociável!
Não foi apenas uma conquista.
Foi um chamado que venceu o tempo, o processo e as opiniões.
— Lílian Arriel
