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Frases de juiz

Cerca de 662 frases e pensamentos: Frases de juiz

Não havendo testemunha verdadeira para manifestar a verdade, diga ao juiz que sua presença é dispensável diante de mentirosos e que Jesus é o seu Advogado; mas se lhe chamarem, você será essa testemunha.

Age corretamente mesmo quando ninguém observa. A consciência é o juiz mais severo.

Perdoando outra pessoa, estou confiando que Deus é um juiz melhor do que eu.

O JUIZ do PASSADO/FUTURO é o PRESENTE, decida qual deles você quer:
RELEMBRAR momentosou
dar TCHAU a eles.

Talvez a tua ideia de Deus esteja errada.
Desiste de ser juiz de Deus e conhece-O tal como Ele é. Não O condenes pelo teu sofrimento. Então, no meio da tua dor, serás capaz de abraçar o seu amor, em vez de o castigares com a tua perceção egocêntrica da forma como entendes que o universo deveria ser.

O papel de um juiz é servir à justiça com integridade, aplicando as leis com equidade e respeito, para que a verdade e a harmonia prevaleçam.

O bem que fazes na terra será seu juiz no céu.

Em resumo, o homem se reflete nas coisas, tudo aquilo que espelha sua imagem lhe parece belo: o juízo "belo" é sua vaidade da espécie...

Quando um juiz se esconde
atrás da letra fria da lei
para absolver a própria consciência,
ao proferir sentenças injustas,
a Justiça, traída pela literalidade,
deixa de ser virtude
e se torna mera formalidade.

⁠Quando se tem um justo juiz, não precisa andar preocupado com os olhos dos acusadores!

O historiador não é juiz da história, desta, ele é guardião.

*
"Se o "Juiz de Fora" fosse o Alexandre de Morais, bem que podia
deixar também essa tal "Audiência de Custódia"
de fora pra dar lugar a um princípio bíblico" em (Eclesiastes 8:11) que diz:" por não se executar logo a sentença contra um ato mau, o coração dos homens se enche de coragem para fazer o mal."
___________________________________🙏

Possuir todos os detalhes de uma informação,não faz de você o Juiz da história em questão.

“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.

É na hora da morte que a alma do corrupto é julgada e lançada no inferno por Deus, o Justo Juiz. ⚖️
📖 Hebreus 9:27; Salmos 9:17

A consciência é o juiz que não aceita propina nem se dobra ao poder.

Quando a gente acha que vai fazer o gol, vem a vida e te dá uma rasteira e o juiz (paciência) apita e diz que é pênalti e aí vem novamente os nossos sonhos fazer barreira.

"Dizer que alguém não merece ser seguido ou ter amigos é tentar ser juiz da vida alheia. No Reino do Trilhão, o julgamento é substituído pela construção."