Palavra de Amor
É fundamental aprender a administrar conflitos e tristezas, aceitar as oscilações de humor, buscar serenidade, fortalecer a autoestima e apoiar-se em si mesmo, sem recorrer a muletas emocionais.
Após cumprir esse processo de autodescoberta e autossuficiência, o amor se manifestará como uma justa recompensa.
A dicotomia entre o espaço privado das mulheres e o espaço público dos homens é um tema recorrente na análise das dinâmicas de poder e gênero ao longo da história.
No contexto das antigas sociedades monárquicas, as mulheres eram frequentemente relegadas ao espaço privado, limitadas aos domínios do lar e da família, enquanto os homens ocupavam o espaço público, engajando-se em atividades políticas, econômicas e sociais.
Um exemplo emblemático desse paradigma é observado nos objetivos das princesas dos contos de fadas, cujo principal objetivo era ser escolhidas por um príncipe.
Esta narrativa simbolicamente reforça a noção de que a realização feminina estava atrelada à aprovação masculina, representada pela metáfora do sapatinho de cristal.
Após o príncipe passar por um teste de aptidão, que envolvia a prova do sapato, todas as mulheres eram submetidas a esse mesmo critério de escolha, e apenas uma seria privilegiada.
Esse estado de submissão e falta de autonomia é simbolizado pelo sapatinho de cristal, que além de representar a castidade, também reforça a ideia de que a validação social e a consideração como indivíduo dependem da escolha por um parceiro masculino.
O ideal de amor romântico, difundido ao longo dos séculos, consolidou esse modelo, colocando as mulheres em uma posição de subordinação e limitando sua autonomia.
Qualquer tentativa de separação ou independência era muitas vezes vista como um desvio do ideal socialmente aceito, um pecado contra a ordem estabelecida.
Assim, a análise crítica desses temas revela não apenas a construção histórica e cultural das relações de gênero, mas também os impactos duradouros do ideal de amor romântico na configuração das identidades femininas e masculinas, perpetuando padrões de submissão e limitação da autonomia feminina que ainda ressoam nos dias de hoje.
Os hormônios da paixão são responsáveis pela união inicial e por um período determinado, enquanto o amor garante uma conexão duradoura e profunda.
Revisitar amores antigos durante conflitos com a atual paixão é imaturo e prejudica a construção de uma nova relação.
Lutos não chorados de amores terminados são dores no coração; exigem elaboração e resignificação.
Não se trata de esquecer, mas de aprender uma nova lição.
O fim da relação não é fracasso, é renovação.
o Sol da minha tarde
A Luz em meio a tempestade
O sentimento que despreza qualquer formalidade
É o brilho que ultrapassa as nuvens que a querem esconder
O coração de gelo que nunca deixou de arder
Uma incógnita, mas só pra quem não teve a sorte de a conhecer
É quem te entende mesmo sem concordar
Quem aceita teus defeitos sem precisar te mudar
Que te aconselha sem nunca te julgar
É o calor que aquece a minha vida
Richard R. Rodrigues da Silva
É preciso controlar e até barrar nosso ego, se quisermos não nos contaminar pelo que o outro nos faz!
O ego muitas vezes me abastece de certa dosagem de ódio que me conforta, embora eu precise ser puro Amor...
Perder,
Não, nunca alguém o quis,
Mas porque perdemos tempo com o algo iracivel, e odioso, o próprio ódio,
O bom é o Amar,
Este sim preenche, transborda, transforma, ainda que pouco tempo compartilhado,
Mas valerá apena, pois não há tempo mais infinito que o tempo em que esteve a Amar,
Porque olhar menos os defeitos e priorizar as qualidades?
Talvez valorizando mais a metamorfose se cumpra...
Ainda há tempo pra dizer eu te Amo,
Porém não me refiro aquela coisa melada onde alguns seres vivem-se cheirando a dizer me me mê, mimimi,
Refiro-me a fraternidade, onde jamais se olha os defeitos meus nos outros,
Só existe um estado de plenitude.
Ele se estabelece na Paz!
É este modo de consciência que nos completa, é ela a Paz a Felicidade.
Somos polinizadores da vida.
Devemos aceitar que estamos em evolução e a raça humana continua adequando-se pro novo reinventar e sobreviver.
Os ideais apregoado anteriormente já foi superado é novo bate à porta e vai modificar oque antes idealizava com útil mas que o advento eclodirá e a emanação se completará...
Basta, já chega,
de emanação
de ódio.
Ou pagaremos a conta dos que preferem legitimar algo ilegítimo porém inerente, mas mutável...
Porque achamos que amando um outro ser excluímos seus defeitos?
Não é tudo parte de cada um os prós e contras?
Finalmente se enxergarmos somente o lado bom, nos desumanizamos e perceberemos que foi apenas uma paixão por algo que só víamos em nós por egoísmo.
Amor não faz acepções.
Não me arrependo de ter-te encontrado,
...me fizestes tantas vezes decepcionado.
Porém, vi muito de mim em Ti.
Mas ainda sim te chamei pro meu caminhar, caminhado.
Por perceber ainda que relutado,
o necessitar de mim embora não poucas as vezes indesejado.
