Países Subdesenvolvido

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O Brasil está no ranking dos países mais pobres, mais por mais incrível que se pareça em alguns lugares esgoto sai de casas e barracos a céu aberto. Pessoas bebem agua acumulada da chuva. Crianças vão a escola descalças ou de havaianas. Algumas só comem na escola. O governo brasileiro não resolve. Mas enquanto isso tudo aconteçe, lojas do McDonalds abrem no centro movimentado destas mesmas cidades brasileiras vendendo big mac e a coca cola.

1 universo com 300 sextilhões de estrelas, 8 planetas no sistema solar, 204 países, 809 ilhas, 7 mares, 6 bilhões de pessoas. E eu te conheci.

Nós Africanos, somos desprezados porque sempre queremos viver na dependencia dos países que se auto denominaram serem do primeiro mundo, e desenharam criterios para que nenhum país africano fosse considerado desenvolvido, porque eles querem explorar os nossos recursos. Sejamos unidos, porque nós podemos.

Sinto na minha cabeça a velocidade do giro da terra, e todos os países e todas as pessoas giram dentro de mim.

Um homem pode até conquistar cidades, países, impérios inteiros, mas ainda assim sua maior conquista terá sido achar a mulher que lhe incentivou a tornar tudo isso possível.

Reflexão, quando os Países Europeus disseram, fiquem no Brasil, pois esse País é mais seguro.

⁠O Brasil possui uma Economia de Incentivos. Pouquíssimos Países incentivam tanto a falência das Pequenas e Médias Empresas, quanto neste País.

⁠ A MORTE
A morte sempre está viva nos países árabes em conflito.
Em Hiroshima, Nagazaki o cogumelo maldito.
Nas duas grandes guerras mundiais.
No Vietnam morreram muito mais.
Na Alemanha mais de vinte mil judeus
com sabonetes e cremes de dentes contra cárie
foram mortos em Câmara de gás em
Auschwitz, na histórica barbárie.
Sempre exuberante nas guerras étnicas no continente africano,
na política do Apartheid que passava pano.
É a top nos programas gourmet no árido sertão agreste da país.
No deserto da Etiópia de criança infeliz.
Na guerras de facções pelo domínio do tráfico, seu aparelho.
Na rebelião nos presídios é dama do tapete vermelho.
O problema era que enquanto a vida com uma taça de espumante vinho sentada com suas pernas estiradas toda elegante no divã da sala aconchegada assistia sua prima morte a dois metros na caixa de TV smart de 49 polegadas dando sorte. Ou nas paródias de filmes de western , zumbis e vampiro, seja vestida de preto com foice nos desenhos esta que me refiro, só ameaçava nas ladainha diária da mãe intercedendo pelo filho preto para que a polícia não o mate, a do branco para que um assaltante não lhe craveje de bala para levar seu cadillac.
A morte chegou galopante com seu arco em punho deixou o redemunho que arrastava casa, virava o barco, lá na Ásia. Deixou de ser do outro nosso semelhante e como um inseticida pelas mãos de nosso mor genocida
em seus galopes certeiros deixamos de ser os últimos para sermos os primeiros

⁠vocês partiram o mundo
em vários pedaços e
chamaram de países
declararam posse sobre
o que nunca lhes pertenceu
e deixaram os outros sem nada

– colonizado

Rupi Kaur
O que o sol faz com as flores. São Paulo: Planeta, 2018.

⁠"Em países moral e intelectualmente depravados, as maiores banalidades transformam-se em dilemas "éticos" de grande repercussão.

Onde a maioria não enxerga coisas desde sempre óbvias, tudo é doentiamente problematizado".

⁠Proletários de todos os países, uni-vos!

Manifesto Comunista
Engels, Friedrich; Marx, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010.

⁠Somente na luta revolucionária contra os capitalistas de todos os países, e apenas em união com as mulheres e os homens trabalhadores de todo o mundo, que alcançaremos um futuro novo e mais brilhante – a irmandade socialista dos trabalhadores.

Alexandra Kollontai
Our Tasks (1917).

Nos países capitalistas, quanto mais fracos são os partidos de esquerda, maiores chances tem de chegar ao governo: de fato, quando não obtém a maioria dos votos para conquistar o poder, são obrigados a estabelecer alianças com forças da direita, pagando este apoio com uma política conservadora.

A anomia social é imperatriz nos países subdesenvolvidos.

7 dias,
5 malas,
4 países…
E uma única certeza: a vida ama quem se move.

Eu sou dois países,
um deles feito de areia e silêncio.
O vento me atravessa como lembrança,
e cada grão que toca minha pele
me conta uma história que eu já vivi
sem saber.

Não sonho com as Arábias —
eu sou o sonho delas.
Sou o deserto que caminha,
a miragem que sente,
a memória que dança entre dunas.

E quando fecho os olhos,
não viajo —
eu retorno.

Educação

A EDUCAÇÃO SEMPRE PERDERÁ EM TODOS OS PAÍSES EM QUE A POLÍTICA POPULISTA EMANA !!

A Constituição como Estrutura de Poder

Há países em que a Constituição não opera como fundamento, mas como instrumento. Não nasce de um projeto político coerente, e sim de compromissos acumulados, remendos históricos e concessões feitas para resolver crises imediatas. O resultado é um texto extenso, ambíguo e contraditório uma Constituição que tudo promete e pouco define. Essa ambiguidade não é defeito acidental: ela se converte em método de governo.
Em contextos assim, o Legislativo tende a perder centralidade. Não por ausência formal de poder, mas por comprometimento estrutural. Legisladores produzem normas já prevendo sua própria neutralização futura. Criam leis defensivas, cheias de exceções, conceitos indeterminados e cláusulas abertas, permitindo que o texto constitucional seja continuamente reinterpretado conforme a conveniência do momento político. A lei deixa de ser limite e passa a ser álibi.
Nesse vazio funcional, o Judiciário avança. Inicialmente como árbitro, depois como intérprete máximo e, por fim, como agente político de fato. A Justiça, tradicionalmente concebida como poder contramajoritário, passa a exercer protagonismo contínuo, ocupando espaços deixados por um Legislativo frágil e por um Executivo condicionado. A supremacia jurídica transforma-se em supremacia política.
A Constituição, então, já não é parâmetro estável, mas território em disputa. Seu texto permite múltiplas leituras porque foi concebido assim: aberto o suficiente para acomodar qualquer decisão que se queira justificar. A hermenêutica constitucional substitui o debate político. Decisões fundamentais deixam de ser deliberadas publicamente e passam a ser resolvidas por interpretação técnica, blindada por linguagem jurídica e legitimada pela autoridade institucional da corte.
É nesse cenário que processos eleitorais se tornam contingentes. O calendário democrático deixa de ser um dado objetivo e passa a depender da leitura constitucional vigente. O que deveria ser exceção transforma-se em precedente; o precedente vira jurisprudência; a jurisprudência se naturaliza como normalidade institucional. Não há ruptura explícita há continuidade reinterpretada.
O resultado não é uma ditadura clássica, nem uma democracia plena, mas um regime híbrido, no qual o centro decisório desloca-se do voto para a interpretação. O país passa a ser governado não por programas políticos, mas por entendimentos jurídicos. A soberania popular permanece no texto, mas se enfraquece na prática.
Nesse modelo, o futuro político não é decidido nas urnas, mas nos limites elásticos de uma Constituição que tudo comporta. Se ela é uma concha de retalhos, quem detém o poder real é quem define como os retalhos se encaixam. E, quando a exceção se torna método, a Constituição deixa de proteger a democracia — passa a administrá-la.
2026, nesse sentido, não é um evento imprevisível. É uma consequência lógica.
Não do acaso, mas de uma arquitetura institucional que trocou clareza por conveniência, representação por interpretação, e política por técnica.

Países como o Brasil, que não têm poderio militar para defender a integridade do seu território, existem por assentimento internacional.

Todos os países do mundo deveriam se sentir abençoados, prósperos e felizes hoje em dia, se seus representantes praticassem os divinos conselhos e cortassem o mal pela raiz.