Pais e Educacao Rubem Alves

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Não é só a educação dos filhos que é necessária, mas a dos pais também.

Mario Sergio Cortella

Nota: Trecho de entrevista para a "Crescer", em novembro de 2016.

⁠O PAPEL DO SECTOR DA EDUCAÇÃO NA PREVENÇÃO DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO NO PAÍS

‎Não necessariamente ao sector da Saúde, mas, cabe ao sector da Educação desenvolver ações de prevenção de Ansiedade e Depressão nas Escolas e Comunidades Moçambicanas!

‎Por isso, o tema e a questão seguintes devem ser devidamente tratados por profissionais da Educação em Moçambique!

‎Tema:
‎EDUCAÇÃO E SAÚDE MENTAL: Ações do sector da Educação na prevenção de Ansiedade e Depressão em Moçambique

‎Questão:
‎Quais são as ações do sector da Educação na prevenção de Ansiedade e Depressão nas Escolas e Comunidades de Moçambique?

Muitos pais erram na educação dos filhos ao repetir aprendizados antigos, apenas porque “minha mãe fazia assim” ou “meu pai sempre fez desse jeito”.

O fato de os pais terem seguido determinado método não significa, necessariamente, que ele esteja correto.



O que os pais não podem deixar de fazer é preparar os filhos para a vida, ensinando-os a lidar tanto com o “sim” quanto com o “não”, a receber elogios, mas também críticas quando necessário.



A forma como os pais conduzem a educação dos filhos na infância é o que vai refletir diretamente em quem eles se tornarão na vida adulta.

By Ivan ludwi

Quando um país não prioriza a educação e a saúde, fica evidente a falta de seriedade e honestidade dos seus governantes.

Crianças sem educação serão adolescentes sem educação. E serão pais sem educação que não vão educar seus filhos. E assim, a sociedade vai decaindo.

Honre a educação que seus pais te deram — ou que deveriam ter te dado. Respeite o silêncio e o sossego dos outros. O seu direito acaba na porta da sua casa; dali pra fora, o direito é do outro. Quem vive em sociedade aprende que respeito não tem parede de som — tem limite, bom senso e vergonha na cara.

Um país onde o governante não tem como prioridade o foco na educação, cultura e conhecimento de seu povo, os idiotas e imbecis são diplomados e forjados na mais pura e genuína ignorância.

O hábito da leitura pode salvar
o rumo da educação do país,
e de quebra fazer muita gente feliz.

Cada País deve garantir que a educação seja baseada em evidências e livre de influências partidárias, para que os jovens desenvolvam pensamento crítico e autonomia.

ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

O Brasil é um País grande e só o caráter e a educação do povo o farão um grande país.

País rico é todo aquele que faz investimentos na educação. O restante vem como resultado.

Inserida por LLSantos

Um quadro negro e um giz: essa é a perspectiva da educação em nosso país.

Inserida por franciscirino

Um quadro negro e um giz: é essa a perspectiva da educação pública em nosso país.

Inserida por franciscirino

EDUCAÇÃO é EVOLUÇÃO! Nosso país pede socorro! Uma nação que não se dedica com todas suas forças na formação do SER HUMANO, joga fora todos os investimentos feitos para reparar esta falta, falta esta que é irreparável! Enquanto não entendermos que sem Educação não se forma cidadão, seremos o País do quase, das pessoa do quase, e viveremos mais quinhentos anos sonhando chegar a um lugar indo pelo caminho errado.

Inserida por RogerStnkvcz

O papai Noel é a maneira preguiçosa dos pais delegarem um pedaço da educação a um ser fantasioso e livre de culpas e dores. Um mundo inteiro reunido para enganar uma criança é a maior demonstração de covardia que se tem notícia.

Inserida por ErickMarcianoZeidan

Nenhum país sem educação pode ser considerado democrático

Inserida por lucemio

Qual a melhor escola para o meu filho?

A educação é o grande legado que os pais deixam para os seus filhos. Foi o que disse, com grande perspicácia, a autora dos sublimes Poemas dos Becos de Goiás, Cora Coralina, numa frase inspirada: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Disse isto, segundo Olympia Salete Rodrigues, uma de suas biógrafas, quando tinha já o rosto enrugado, o corpo alquebrado e maltratado pela vida, mas tinha a alma lisa e pura. Com essa longa experiência, Cora sabia, ao conceber essa frase, que a primeira etapa da educação se dá em casa, e não importa a idade de quem assume a tarefa de educar. E é em casa que os filhos começam a absorver as virtudes e os vícios dos pais ou avós. Porque, mais do que as palavras, as atitudes calam alto na história das crianças.
Depois vem a escola. E nesse momento surgem numerosas dúvidas para que se consiga escolher a melhor escola. Alguns pais não se interessam tanto e relegam essa tarefa para terceiros. Outros até exageram, perguntando a todo tipo de especialista ou a qualquer outra pessoa, em que escola devem matricular os seus filhos.
Hoje, é comum a mídia oferecer, com base em alguma pesquisa ou avaliação, um ranking com as melhores e as piores escolas. Não acho que esse seja um critério interessante para se basear no momento da escolha, até porque esses critérios são muitas vezes duvidosos e nem sempre conseguem mostrar o que é uma escola de qualidade.
Há alguns aspectos, entretanto que podem ser observados e que ajudam na escolha:

1 - Os pais devem visitar a escola com os filhos e perceberem o seu ambiente. É fundamental que a criança goste da escola em que estuda.

2- O aspecto físico é importante. Salas de aula agradáveis, biblioteca, espaço de cultura, lazer, esporte. Não é necessário que o prédio seja luxuoso, mas que seja limpo e digno de um espaço em que se educa.

3 - É importante avaliar o quanto a escola investe na formação de seus professores, que são a alma da escola. Se o espaço físico for suntuoso, mas o corpo docente despreparado e desmotivado é preferível procurar outra escola.

4 - Mesmo que os pais você não sejam especialistas em educação, é recomendável saber a linha pedagógica da escola, o seu projeto de ensino-aprendizagem e formas de avaliação.
5 - Deve-se analisar o currículo da escola, cuidadosamente, para verificar se há preocupação com temas do cotidiano como ética, cidadania, respeito ao meio ambiente, diversidade cultural, entre outros. Os pais não devem ter vergonha de perguntar tudo ao orientador que os receberem na escola. E, durante a conversa, é possível reparar no preparo dele, ao dar as respostas.

6 - Os pais devem observar os funcionários, e se possível, o diretor da escola. Uma regra básica é que todo o educador deve ser educado. Uma escola que preza por esse valor investe na capacitação de todas as pessoas que nela trabalham.

7 - Um aspecto essencial a ser observado é se a escola prepara para a cooperação ou apenas para a competição. Cuidado. Pode ser que os pais queiram apenas que o filho ingresse depois em uma faculdade, sendo aprovado no exame vestibular. Isso é importante, mas a escola tem que preparar para a vida toda, e não apenas para um exame.

8 - Uma alternativa interessante é questionar alguns pais que freqüentam a escola para ver se o discurso dos educadores é condizente com a prática.

9 - Os pais devem avaliar se o preço é compatível com o seu salário. A mesma avaliação deve ser feita em relação à localização, para que não vire um transtorno, o caminho de ir e vir.

10 - Os pais devem decidir junto com o seu filho, não importa qual seja a idade dele. É importante que ele sinta que ajudou a escolher a escola em que estuda.

Essas são algumas dicas. Há outras. O mais importante é que o pai, a mãe, o avô ou a avó, levem a sério a educação da criança. Em casa, na escola, na vida.

Outra dica: por melhor que seja uma escola, ela nunca vai suprir a carência de uma família ausente. Portanto, a família deve participar de verdade do processo educativo de seus filhos. Esta nem é uma dica minha. É de Cora Coralina, quando, na sua grande sabedoria, disse isto: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Artigo publicado no jornal O Popular, Goiânia (28/10/2007)

Inserida por fraseschalita

Educação vem de BERÇO, modelada pelos ENSINAMENTOS DOS PAIS e complementada pelos APRENDIZADOS DA VIDA. Se uma das partes falha, o resultado é a pobreza de espírito, e pobre de espírito no meu ciclo de amizade não fica, certo de que falta não me fará.

Inserida por aureoibrahim

É isso oque acontece quando o governo não não dá uma base de educação para o seu país, mas para eles isto não é ruim não, porque população burra é fácil de se controlar, ficando mais fácil ainda de roubar. E a sociedade que não se move querendo melhorar, continua assim sendo explorada e sem reclamar.

Inserida por thaynafields