Pais e Educacao Rubem Alves
Sou o fogo, a primeira faísca, sou um doce desastre, posso ser a tormenta perfeita e também posso ser o silêncio que tudo consome. Sou complicada em meus próprios termos, mas quando eu quero, posso ser tudo o que alguém deseja.
A felicidade chega. Chega sim! Vem como um sopro de paz realizar o mais íntimo dos nossos desejos: viver um amor verdadeiro.
Todos somos merecedores desta dádiva. Muitas vezes, duvidamos que algo tão grandioso pode acontecer, mas acontece. E quando nos permitimos tudo é magia. Existem diferenças sim, afinal ninguém é perfeito. Mas no amor podemos objetivar a felicidade mútua e isto é o mais importante.
Abraçar este horizonte de contentamento nem sempre é fácil, porém necessário. O amor nos surpreende, o amor nos tira da zona de conforto, o amor nos eleva ao melhor que podemos ser e nos resgata quando estamos perdidos. Caímos frequentemente no erro de pensar que não merecemos pois, a alegria é tamanha que o estado de êxtase transcende explicações. Aceitar as transformações que este sentimento tão nobre é capaz de fazer é ter a certeza que o mais importante que poderíamos ter feito, no aqui e agora, nós fizemos: amamos.
Yara Alves
Resgatou-me do vazio profundo e abissal
Lançou fora a tristeza que outrora vagava minh'alma
Como uma luz a me envolver
Devolveu a alegria ardentemente almejada
O céu é mais azul
O sol me enternece em cores
A escuridão perde-se no infinito brilho das estrelas
Não. As coisas não mudaram, tudo já estava lá
Quem mudou fui eu
Quando me permiti a novos sonhos me entregar
Quantas canções ainda serão entoadas como celebração a este encontro avassalador?
Por onde andei que demorei para encontrar este verdadeiro amor?
Perdida em mim mesma?
Abracei minha única chance
Retornei a mim
Quando encontrei a ti
Yara Alves
Como controlar este desejo que me consome
Aceitar a espera do nosso florescer
Não entende meu amor
Que passei toda minha vida
Esperando por você?
Me diga o que fazer com este querer tão urgente
Com esta saudade do que não vi
Mas idealizei em minha mente?
Veja meu amor como te quero
É seu o meu querer mais sincero
Não se desprenda de mim
Sou tua flor
A mais cheirosa flor de jasmim
Yara Alves
Acho engraçado até. Depois de algumas decepções amorosas, prometemos nunca mais nos envolver, nem nos apaixonarmos. Culpamos o coração e nossos sentimentos por nossas escolhas, e mais aquelas frescuras abobalhadas de juvenis. Daí dias depois, tá lá, no mural do facebook “Fulano está em um relacionamento sério com Beltrano que conhecera a menos de 3 dias”. E assim, dar-se início a um novo ciclo de expectativas, esperanças, promessas e, por fim, corações partidos.
Querida Claire, quero que saiba que é um prazer te escrever esta carta. Lembra da vez que você estava andando no corredor da livraria, e um maluco desengonçado tropeçou e te fez derrubar tudo que estava segurando na frente das suas amigas, que além de rirem do pobre garoto, riram também de você. Ele ficou todo sem jeito, achando que você iria surtar, chamá-lo de idiota e tudo o mais que servisse como xingamento, e segundos depois você fez exatamente o que ele achou que faria? Os pedidos de desculpas não foram o suficiente, você toda mesquinha, o xingou, fez a maior birra, e como se não bastasse falou que da próxima vez era melhor ele olhar por onde anda. Dois dias depois, você o viu sentado ao lado da sala de informática, sentou-se ao seu lado e pediu desculpas por tudo o que tinha falado. Ele seria um idiota se dissesse não pra um sorriso como o seu. A partir daí vocês ficaram amigos, muito amigos na verdade, e tanto você como ele, notaram que a cada dia sentiam-se um mais dependente da companhia do outro, e logo passaram a ser mais que amigos. Compartilharam felicidade, da mesma forma que compartilharam a tristeza, dividiram sorrisos, carinhos, segredos…tardes de domingos, fossem elas chuvosas ou ensolaradas. E quer saber o que eu acho disso tudo? Eu tive a sorte danada de ter sido aquele garoto maluco e desengonçado que você fez questão de perguntar se era cego, por não vê-la ali, com tantos livros nas mãos. Eu vi você evoluir de menina, para a mulher da minha vida.
"É só o cansaço". Foi o pretexto que usei pra não falar sobre oque estava se passando no resto da minha vida. Falar não é remédio, e também não cura nada. Aliás, talvez ela nem quisesse saber os reais motivos da minha aparência cabisbaixa. Vai ver, ela perguntou só por educação, como todo mundo faz. Ou será que pela primeira vez, eu esteja errado e ela estava disposta a ajudar?! E em seguida uma voz baixa soa no meu pensamento "Não é verdade, ninguém nunca se importou. Por que agora?" E tem sido assim dia após dia, triste e sozinho.
Meu velho morreu ontem à noite, morreu por dentro. Ao chegar em casa, o vi trancar-se no banheiro. Chorou durante toda a noite, como um bebê um tanto velho, e clamou a Deus, para que também o levasse. Não entendi muito bem, assustado, bati 3 à 4 vezes na porta, gritando pelo seu nome. Mas ele parecia não surtir efeito. Passei todo o tempo sentado ao pé da porta ouvindo seus soluços, sem entender o que se passava no outro lado da porta. Ouvi todo o seu equilíbrio, firmeza, e tudo o que eu mais admirava escorrerem pelo ralo. Na manhã seguinte(como de costume), meu velho levantou cedo e saiu para trabalhar, olhou em minha direção, e parecia não me notar ali, sentado quase aos seus pés. —Seu rosto estava completamente pálido, como se a morte tivesse lhe feito alguma visita, nem chegava aos pés do Sr. Thompson tão admirado pela esposa e filho. Ele simplesmente me virou às costas e saiu pela porta da frente, como se nada tivesse acontecido. Entrei no banheiro e para minha surpresa, estavam lá, fotos minha e da mamãe, e um pequeno recorte de jornal no qual dizia: “Mãe e filho morrem após serem atropelados por caminhonete no km 23, da Br-060, às vítimas identificadas como Roose e Mark Thompson, de 37 e 14 anos, deixam um marido/pai desolado.” Tem sido assim todas às noites.
Às quatro e vinte da manhã, ela acorda e me vê sentado na varanda.
— Amor, o que tá fazendo aí? Nem amanheceu ainda.
— Lembra que noite passada seu pai falou que o nascer do sol daqui é diferente de qualquer outro, mais cheio de vida, mais exuberante, e tudo mais? — Sim, eu lembro. Mas por quê isso agora?
— Então, só queria saber se ele estava falando sobre o tempo e não sobre você.
— Ah, seu bobo. - ela me disse
Ela então pegou-me pela mão, o brilho do nascer nos guiara até a cama, fizemos amor, dormimos abraçados, e mais uma vez ela acorda, naquele momento pude ter certeza, de que o “nascer do sol” era ela.
A vida tem lá dessas coisas. Em um belo dia você acorda, otimista, se olha no espelho e, está lá, um sorriso enorme estampada na tua cara. — Pela janela do quarto, presencia a magnitude da beleza de um pequeno beija-flor, atravessando o jardim, como um pequeno míssil alado, sem nada a temer. E pensa “Caramba, que mundo incrível, não posso desperdiçar mais um segundo da minha vida trancado nas minhas mágoas”, mas, como de costume, 10 minutos depois, acaba se deparando com uma pequena lembrança, uma pontinha de sentimento…detalhe bobo e, puft, como num passe de mágica se vê regredindo, recuando para o mundo real, e esquece do que prometera minutos antes. Então você deita e volta a dormi, por que nos seus sonhos a “vida” é mais simples, e suportável também, e sequer existe o lado B das coisas boas. E você agradece, por que mesmo por um instante, o menor que seja, você é uma pessoa feliz. Sonhar é a salvação dos inquietos.
— Você promete? Promete que se algum dia eu estiver prestes a dizer 'Sim' pra outro alguém no altar, você vai entrar e estragar tudo?
— Prometo!
— E fazer o maior escândalo da sua vida, dizendo que se eu aceitar, vou estar cometendo o pior erro da minha vida e, no fim fazer aquelas típicas declarações de amor?
— E não esquece do soco que seu noivo vai me dá.
Risos
— Você promete?
— Sim. Eu prometo!
Estávamos em travessia. Nada pretendíamos a não ser o olhar para o íntimo, o autoconhecimento necessário. Andávamos despretensiosos pelo correr da vida. Nossas almas, porém, desejavam mais e convergiram para o encontro. E agora, juntos, habitávamos o infinito.
Somos uma centelha divina, como tal, todos os nossos movimentos e intenções devem ser provenientes do amor e do perdão. As adversidades surgem, todavia devemos encará-las como motivadores para nossa evolução espiritual. Amar e perdoar a si. Amar e perdoar o outro, independente das circunstâncias, nos ajudam a seguir nesta jornada muito mais plenamente.
São muitos os espinhos durante a jornada, mas nada me impede de colher as flores de delicadeza.
Yara Alves
Juntos... Buscamos crescer, buscamos vencer e, mais do que isso, buscamos ser feliz e aprender com as derrotas.
para muitos que desacreditam na minha capacidade..
as minhas conquistas serão o suficiente..
para mostrar pra muitos..o quanto posso ir longe!
Desejei profundamente
Enganar a distância
Parar o tempo
Me abrigar em teu abraço
Ficar imóvel
Esquecer toda dor
todo medo
todo cansaço
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