Pais de Adolescentes
Tenho orgulho de ser Brasileiro e poder presenciar governantes, pais e mães preparando seus filhos para serem engenheiros, astronautas, desenvolvedores de software e criadores de hardware, embaixadores, etc...que orgulho de ver essas crianças usando o celular para estudar, para aprender vários idiomas, crianças educadas, que respeitam os outros, disciplinadas, nossa que orgulho, dá até para prever o futuro desse país, essas crianças serão conhecidas no mundo pelos seus feitos e descobertas. Andam bem vestidas que até são exemplos para designer de moda. Que orgulho. Nasci no país certo e Deus tem orgulho da sua criação.
"Quando nasci, meus pais não me avisaram que eu enfrentaria um mundo onde as pessoas já estavam anos-luz à minha frente, mas aceitei o desafio porque o objetivo não é alcançá-las, mas sim criar outros caminhos."
"Hipocrisia é ter presidente em um país socialista ou comunista e com o salário superior ao de um funcionário público."
Feliz dia dos pais, MÃE!
Mães, que assim, como você, que tiveram que assumir, um papel a que não foram naturalmente chamadas, mas que Deus as chamou para algo maior. Que tiveram que abrir mão de tanta coisa, para que não faltasse nada a seus filhos, mereciam um dia só delas. Um dia reservado! Porque além de se cobrar para que essa presença paterna não falte, ainda não tem com quem dividir. Deve ser solitário!
Mas, esse talvez seja o plano mais bonito de Deus pra você. Porque Ele pede coisas grandes de almas grandes. E a resposta disso tudo está dentro da sua casa.
ESTADO DE SÍTIO EM UM PAÍS UTÓPICO REALISTA
O que se comenta em bares, cafés, estações de metrô e trem, e nas rádios do nosso País?
Ouço murmúrios em cada canto da cidade, e acredito que este sentimento de insatisfação se estenda por todo o país. Há um sistema defasado e centralizador nas esferas políticas, o que é reflexo direto do modo como agem.
Os valores da nação estão acometidos por uma gravíssima doença, quase incurável. Essa enfermidade, simbolicamente comparável a um câncer ou uma peste, ataca a própria moralidade e ética. Podemos até afirmar que a nossa política se encontra na UTI da benevolência e do caráter.
A "peste-negra" chamada corrupção instalou-se sob a alcunha de Petrolão, Mensalão e outras mazelas que o povo desconhece, muitas ainda mantidas debaixo do tapete. Acredito, porém, que essa chaga vem de muito longe e parece ter se tornado uma cultura intrínseca à política brasileira.
A sede por poder criou um círculo vicioso, onde os interesses de um partido se sobrepõem aos da pátria. Os líderes deveriam, na verdade, agir de forma apartidária quando a necessidade de um povo está em questão.
Não há compaixão pelo que fazem. Por essa e tantas outras razões, o País caminha para o abismo, para a falência de seus órgãos vitais. Tem sido esbofeteado e exposto há anos, ridicularizado e fadado à própria sorte, carregando em seu gene a "Síndrome da Corrupção".
Não há mais o amor pela nação de outrora. A intelectualidade está em declínio, e a cada ano, conhecimentos básicos são retirados dos currículos. Alguém sabe me responder por que tiraram a matéria Educação Cívica? Por essa e outras razões, vemos a queda na qualidade do ensino nas escolas. Não quero nem citar a questão dos professores, que é um assunto sistemático e complexo por si só.
Reforma Política, Agrária, Previdenciária... são palavras que ouço desde o primeiro ano escolar. Já se passaram 40 anos, e acredito que levaremos mais 40 até que comecem, de fato, a pensar seriamente nessas reformas.
Transformaram os nossos jovens em "soldados do tráfico". E estes jovens, por sua vez, matam, roubam e fazem o que bem entendem com o cidadão que paga os seus impostos. Esta geração está marginalizada, perdida, sem sonhos e sem projetos de vida.
As escolas e faculdades de hoje parecem uma indústria, fabricando "peças" (pessoas), sem se importar com o lado humano, e deixando de lado a criatividade, os talentos e os recursos que cada indivíduo carrega dentro de si.
Os sonhos de cada um foram comprometidos e arquivados no "arquivo morto" da vida, devido às ações e à ótica míope dos que estão no poder (este último grupo sendo menos prejudicial do que a doença original).
Enfim, o otimismo persiste. Mas há uma guerra a ser travada. Não uma guerra com armas, tanques ou armamentos bélicos, mas uma que precisa ser vencida pela união do povo, pela união da grande Nação chamada Brasil. Isso significa escolher bem o seu candidato, investigando e pesquisando sobre cada um que irá receber seu voto, e influenciando outros a fazerem o mesmo, para saber se o candidato é realmente merecedor.
Vamos mudar o roteiro deste triste filme e reverter o drama brasileiro para que ele tenha um Final Feliz!
BRASIL. Eu já fui muito patriota, mas, infelizmente, nosso País tem políticos corruptos que são condenados, depois absolvidos e voltam à Brasília, há uma justiça injusta, criminalidade protegida ao invés de combatida, impostos acima do normal, um salário mínimo abaixo de R$ 3000
“A maior herança que os pais podem deixar aos filhos não está nos bens que lhes transmitem, mas nos valores que lhes ensinam. Educar para a verdade, a honestidade e a responsabilidade é deixar ao mundo um legado que ultrapassa a própria existência.”
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
Quando ridicularizamos as entidades públicas superiores do país, é legítimo questionar se ponderamos outras realidades políticas. Por exemplo, o que aconteceria se vivêssemos num Estado em que a liberdade de expressão fosse severamente limitada, ou mesmo anulada pelo medo?
Há contextos internacionais onde o exercício de direitos fundamentais é drasticamente restringido. Em países como a Coreia do Norte, a liberdade política é praticamente inexistente, com relatos de campos de prisioneiros, vigilância extrema e punições severas. Já na Síria, sobretudo desde o início da guerra civil, têm sido documentados casos de tortura, detenções arbitrárias e repressão violenta da oposição. Situações semelhantes são apontadas no Irão e no Afeganistão sob domínio talibã, onde a repressão da dissidência e limitações aos direitos civis são amplamente denunciadas.
Esses exemplos não significam que outras realidades estejam isentas de problemas, mas evidenciam que há contextos em que a crítica pública pode implicar consequências graves, incluindo perseguição, prisão ou até a morte.
Retomando a questão central: se Angola fosse governada por um regime assente no medo — com repressão sistemática, perseguições e eliminação de opositores — ousaríamos, com a mesma liberdade, ofender ou ridicularizar figuras públicas ligadas ao poder? É plausível supor que não. Em contextos de forte repressão, a sobrevivência tende a sobrepor-se à crítica.
Daí emerge um ponto essencial: a liberdade de expressão não é absoluta, mas também não pode ser confundida com licença para a degradação do outro. Numa sociedade democrática, tanto o cidadão comum quanto as figuras públicas partilham direitos fundamentais — incluindo o direito à dignidade e à integridade moral.
Isso não implica silenciar a crítica — pelo contrário, ela é essencial. Contudo, impõe-se distinguir entre crítica legítima e ataque gratuito. A primeira fortalece a democracia; o segundo tende a degradá-la.
Assim, convém reconhecer: muitas vezes só exercemos a liberdade de forma despreocupada porque ela nos é garantida. E é precisamente por isso que deve ser usada com responsabilidade.
“A partir do momento em que a minha liberdade se transforma em instrumento para ferir o outro, a própria democracia começa a ceder. Onde termina a minha liberdade, começa a do outro.”
Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.
Pais que fazem dos filhos o centro da própria vida acabam fazendo da própria vida o centro dos filhos. E quem nunca aprendeu que o mundo lhe deve nada cresce acreditando que todos lhe devem tudo. A superproteção não cria herdeiros; cria credores da existência.
Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.
Pais que resolvem todos os problemas dos filhos acabam se tornando o maior problema dos filhos. Quem impede uma criança de conhecer as consequências prepara um adulto que viverá convencido de que o mundo inteiro existe para poupá-lo da realidade.
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
Os pais costumam perguntar por que os filhos fracassaram. Poucos têm a coragem de perguntar onde fracassaram como pais. Toda infância poupada da disciplina, da responsabilidade e das consequências cobra seu preço na vida adulta. O filho apenas revela, com o tempo, a educação que recebeu. Quando um adulto não suporta um “não”, vive de desculpas, foge do esforço, transforma direitos em exigências e dependência em estilo de vida, dificilmente isso nasceu do acaso. Durante anos alguém confundiu amor com permissividade, proteção com omissão e cuidado com servidão. Educar nunca foi impedir o sofrimento; sempre foi preparar para enfrentá-lo. Pais que entregam conforto quando deveriam ensinar caráter podem deixar dinheiro, imóveis e heranças, mas, se não deixarem consciência, terão legado apenas uma vida sustentada por recursos e vazia de estrutura. A maior tragédia não é um filho que cai. É um filho que nunca aprendeu a ficar de pé porque alguém passou a vida inteira carregando-o.
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