Pai Nao Entende nada
Mesmo que o universo seja caótico e nada tenha sentido absoluto, a gente pode encontrar sentido nas nossas conexões e escolhas cotidianas. 🛐
A Semente
O Pequeno nunca acreditou que fosse capaz de mudar. Diziam que ele era fraco, que nada daria certo. Mas ele plantou uma única semente no canto do quintal. Dia após dia, regou, conversou, acreditou. Um ano depois, tinha ali uma árvore tão alta que ninguém podia ignorar. Ele aprendeu que força não nasce de tamanho — nasce da paciência de insistir.
Nada herdado.
Nada dado.
Sem mentir.
Sem conspirar.
Tudo conquistado, na raça, no esforço, na fé, e claro:
Com Deus abrindo caminho mesmo onde não havia estrada.
Deixa o céu te ver
Quando nada mais te fizer sentido,
sai.
Senta lá no vento.
Se permite o silêncio.
Se ele não te sussurrar uma resposta,
pelo menos o Sol já te enxugou as lágrimas.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Coletivos do amor
O coletivo do amor
Pode ser nada
Pode ser nada, além de taras
Pode ser a vida
O coletivo é mais que um
Mais que dois, e mais que tu
Coletivo, amor, é você
Pois você é tu, pois você é tu
Vieste procurar neste poema
O coletivo de amor?
Ou vieste neste poema
Buscar o seu amor?
Poesia escrita às vezes tortura
Às vezes fervura a gente
Às vezes pendura
E às vezes chora
Mas o que é o coletivo de amor?
Sabes que amaste, sempre choraste?
Sabes que subir é cair sem dor?
Sabes que o amor é isso?
Encontraste, finalmente, o significado de amor
Mas procure agora o coletivo de amor.
Quando o mundo parece desmoronar,
segure na mão de Deus, confie no seu amparar. Nada é eterno, tudo é passageiro. Faça a sua parte, Deus capacita o verdadeiro.
Livro: O respiro da inspiração
Vocês puderam viver a vida e fingir que nada foi como foi. Só eu fui deixada com a verdade.
Soneto da essência preservada
Nada a mim vieres pouco.
Nada a mim vieres muito.
Mas a mim vieres tudo.
Amo-te, como isso.
Amo-te-a, como girassol em jardim escuro.
Amo-te, como flor despensada, dura.
Fez-me de risos, como nunca.
Resido na casa de quem rico chora.
Sou simples, sou eu, sou o amor, juro.
Sou achado, sou perdido, sou puro.
Sou o coração sofrido, eu ponho.
Sou canções sensíveis, de canto.
Choro, mas quase não encanto.
Sou sensível, porém desencanto — eu sou eu.
“Qualquer felicidade que surge já nasce sabendo que é efêmera, ilusória e impotente diante ao nada.”
Na depressão, muitos desejam a morte, no pânico, muitos temem a morte, vazios sem norte, sem nada que os conforte.
A minha alma buscava
E nada me completava
A Tua presença é o que faltava em mim
Minha vida foi transformada
Mesmo quem pouco ou nada possui
compartilha e doa com alma e raiz.
Na bondade e na caridade encontra sua luz, tornando o mundo mais belo, em que se conduz.
Livro: O Respiro da Inspiração
