Padre Fabio de Melo Coragem

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Enquanto Deus for meu ar e minha terra,
meu sol e minha lua,
meu fogo e minha água, minha tempestade e minha bonança,
minha luz e minhas trevas, meu céu e meu inferno, minha altura e minha profundidade,
meu paraíso e meu Hades, minha Glória e minha desonra, minha beleza e minha feiúra,
meu anjo e meu demônio: ABSOLUTAMENTE NADA, poderá me abalar!

Inserida por FabioSilvaDN

O mundo não é o céu, mas também não é o inferno. É apenas o estado intermediário, que contém a mera partícula dos dois.


22.11.2019 às 08h46m

Inserida por FabioSilvaDN

Decerto, que há sempre uma espécie de beleza oculta, até naquilo que "não" é belo.


04.12 . 2019 às 18:12

Inserida por FabioSilvaDN

Sei não. A gente é pra viver para sempre, faz parte de nossa natureza, quanto mais vida tivéssemos. Nos apegamos, temos consciência, inteligência, percepção de nossa finitude. Perdemos um braço, e ainda assim, continuamos, uma perna, um pulmão, nos abalamos, mas, continuamos. E quem tá rua agora, então, ao relento, sem internet, dormindo cedo por falta de opção, que motivação os prendem a existência, a insistência em permanecer, a não se deixar ir embora, embora. Se bem que tão melhores em certos aspectos a muitos que moram em palácios. A vida é uma só, vai dizer isso a quem não tem uma vida tão favorável, a um menos afortunado, que não vive, sobrevive sabe Deus como, vai dizer isso a quem perdeu um filho em tenra idade, um
natimorto. Alguns reclamam daqui mas, na hora de partir quer ficar, ao menor perigo, uma gripe mal curada, um arranhão no pé que virou um abscesso, se agarram com unhas e dentes, desesperadamente. Amanhã o céu estará azul, o vento soprando, os passarinhos cantando. É ruim mas é boa. Ou como diz o matuto: "A rapadura é doce, mas, não é mole".

Inserida por Fg7r85

Tava vendo agora no NE TV, noticiando um assalto onde pessoas foram baleadas após reagirem a um assalto. Perto do final do ano, ceia de natal, virada do ano, peru, comidas, fazer uma besteira dessas, passar no hospital, estragando a festa dos outros também por tabela. Quando não mata, aleija. Pessoal eu peço, encarecidamente, não rejam. Não é nenhum demérito, covardia, ele está armado você não. Nem no tempo dos velhos filmes de faroeste, o mocinho armado era tão imprudente, quando diante do bandido com a mão no gatilho e a dele não podia custar-lhe a vida qualquer reação, devido a rapidez do oponente, segundos de vantagem a sua frente pra sacar a arma. Anos atrás fui assaltado, nem reagi nem nada, fui alvejado pelas costas com dois golpes de arma branca (nome bonito técnico pra chamar faca ou canivete, deu nem pra ver) pernoitei no Hospital da Restauração, foi protagonista de um filme de terror naquele inesquecível dia. De madrugada eu sentado no corredor, em observação se havia necessidade de operar ou não, parou um na minha frente numa maca branco, nem um pingo de sangue, uma mancha vermelha no peito, recomendou a um policial que ia conduzindo-a que ajeitasse a mangueira do soro que tava dobrada e seguiu, não deu dez minutos e voltaram com ele e entraram numa sala ao lado, daqui a pouco sai uma moça chorando, resumo da época, era um dentista, ela, noiva dele, ele teria reagido a um assalto na frente do antigo Cavalo Dourado, executado por dois motoqueiros que lhe pediram o relógio e ele se recusou a entregar, era um dia de sábado, feito hoje. Não precisei operar, mas, passei 15 dias depois já em casa, de licença, sangrando até cicatrizar. Noutra ocasião, fui assaltado na Av, Norte, cheio de carros passando por 5 meliantes, fortemente armados com revolveres embaixo da camisa (será que estavam armados mesmos, nunca vou saber, na duvida, rs.) Na hora só disse e eles, façam nada comigo não, fui tirando a carteira do bolso e entregando, enquanto um deles com o braço pressionando minha cabeça contra um murro dizia: Tudo bem, só não olhe pra gente. Grande coisa, rs. Em São Paulo, vi um dia desses assaltando na porrada mesmo, cinco rapazes, com socos e pontapés. Levaram-me três calças jeans que levava numa bolsa, umas duas, três camisas, uns vinte reais, na época comprava mais coisas, e uns dois vales transportes. Ironicamente vi dois indivíduos durante e semana usando camisas como a que haviam me levado. Um até sentou-se do meu lado no ônibus durante a semana no caminho do trabalho com uma camisa que havia comprado na C & A, de brim, cor de rosa, mas apropriada para ser usada a noite em ocasiões especiais, manga comprida e grossa, nada a ver usar num dia de verão, deu vontade de perguntar se era a minha, rs, muito desaforo, rs. Disseram-me aqui que nem todo mundo reage a um assalto do mesmo jeito, Pois é. Eu sou diferente de todo mundo, sou covardão mesmo nessas horas, minha vida, minha integridade física vale mais que um celular, um automóvel, que geralmente são deixados depois em algum terreno baldio, relógio de pulso... Etc. Tudo isso se comprar depois, a vida não. É a vida de marginais são curtas, é o preço, não duram muito, colhem o que planta.

Inserida por Fg7r85

Cultivando a tradiçao de Janeiro a Janeiro, com amor pelo Rio Grande e o coração Campeiro.

Inserida por fabioleivas

Amor é amor, o resto é resto!

Inserida por fabioiraraense

Acerca do paradoxismo da vida -


Porque às vezes, é necessário se afastar de uma pessoa, para que exatamente se possa se aproximar dela.


18.12 2019 às 21m18h

Inserida por FabioSilvaDN

Banhe-me, com as águas do mar de Tua infinita Glória...


Dezembro de 2019

Inserida por FabioSilvaDN

Tudo grandioso, um dia foi pequeno:
Que as grandes edificações,
não desprezem um tijolo.
Que a torre Eiffel,
Não despreze uma barrinha de ferro.
Que as portentosas pirâmides do Egito,
Não desprezem cada fragmento de pedra!
Que o vasto oceano,
não despreze as diminutas gotas.
Que os elevados e expansivos céus,
não desprezem os minúsculos planetas. Que o Universo,
não despreze as poeiras cósmicas.
Que o homem,
Não despreze o pó da terra. Que a frondosa árvore,
Jamais despreze uma semente!
Que o elevadíssimo e grandioso tronco da FÉ,
Não despreze o pequenino GRÃO DE MOSTARDA...


Dezembro de 2019

Inserida por FabioSilvaDN

Tentativas fúteis de chamar atenção, não é outra coisa senão a mera demonstração do vazio da ALMA.



13.12.2019 Às 14h01m

Inserida por FabioSilvaDN

Paquera no cemitério em pleno enterro: eis a prova de que o AMOR, é mais forte do que a MORTE.


09.12.2019 às 06m19h

Inserida por FabioSilvaDN

Ahhh minha avó, querida avó! Como foste para mim uma espécie de rei Davi: que deixara tudo pronto para seu neto, espécie de Salomão, seu filho, a quem fora incumbido a erguer a espécie do glorioso templo de minha VITÓRIA!

De: Fábio Silva para a: eterna, saudosa e inesquecível dona Celina.


08.12.2019 às 08h06m

Inserida por FabioSilvaDN

Só uma mente atenta é capaz de ver o significado por trás daquilo que acontece por acidente.

Chamam certas composições, preconceituosamente, com o debochado neologismo de sofrência, musica de corno, roedeira. Meu Deus, quanta hipocrisia! A pessoa que se nesse estado, torpor espiritual, está passando por um verdadeiro aborto, luto de alguém vivo. Sim, uma dor comparável a da morte, ou pior, o antes querido continua vivo a assombra-lo. tem graça alguma, pelo contrario. Essas questões de apego são imprevisíveis. Pode-se de apegar mais a um animal que um ser humano, um estranho simpático que um familiar próximo, a um objeto, sim, tem até o tal o bem com valor estimativo, que, que não tem preço. Ai, quando está tudo bem, , se é motivo de chacota, de quem não está gostando ao dizerem que está amando, tudo bem. Depois que acaba, afetado, nunca ninguém combina, um acaba e o outro não termina, continua gostando, amando o vazio, alguém que agora partiu, que já não é mais alcança, o chão se abre, dirá uma camisa de espinho a abraça-lo. Sofre-se com a mesma intensidade do tanto que gostou ao ser idolatrado, seu tudo, sua razão, sua canção preferida, motivação, doendo como um órgão extirpado, agora, e tome Pablo.

Inserida por Fg7r85

Quanto mais tempo você investe em gratidão, menos tempo sobra para a ansiedade.

⁠Me vejo errando nos mesmo erros, vejo que os desejos da carne sempre fala mais alto, e eu pago um preço alto, estou cansado de ser escravos dos meus erros, mas me vejo perdido sem rumo, luto comigo diariamente, mas quase sempre perco as lutas, sei quem sou mas me vejo perdido, mas creio eu tenho solucão.

Inserida por fabio_lacerda

⁠Festas Juninas... Logo cedo meu tio Zezinho comprava papel de seda na lojinha e fazias balões coloridos, juntando as folhas, usando como cola o grude, de grudar, que nada mais era um composto caseiro feito com o cozimento de Maisena acrescida com água que a medida que era mexida na panela no fogo, se transformava numa excelente cola e já começava a confeccioná-los logo de manhã, se eu não me engano, quatro, seis e depois punha pra secá-los no varal do quarto dele de pendurar as roupas.

Fogueiras... Faziam-se tantas... Hoje vi só uma, duas, três,
talvez sete no máximo perdidas nas imediações. Teve uma que eu achei bonito após acender o cidadão que fez a fogueira disse de si pra si, “Gloria a Deus, e a Jesus cristo, mais um ano acendendo a fogueira”, outro, da fogueira maior, essa da foto, disse que para o ano vai fazer uma maior ainda que é pra não perder a tradição. Pessoas simples, mas, de bom coração. Coisa assim, e não tinha esses fricotes de incomodar, fazer mal a vista a fumaça, era um ardor gostoso que só, todo mundo com os olhos ardendo, vermelhos. chorando mas de felicidade.

Quadrilhas, hoje totalmente diferentes das de antigamente. Hoje parece escola de samba, maior doidice. Cada um faz sua coriografeia, digo, coreografia,
como se houvesse algum Carlinhos de Jesus, um entendido nelas. Quadrilhas só de piratas, dançadas ao som de musicas bregas. Acabou as de casamento matuto, dos Alavantu (do Frances, avancar) e Anarriê (voltar), brinque! Quadrilhas internacioná!

A noite se acendiam as fogueiras. Acender fogueiras era uma coisa perigosa, era risco de vida na época, não propriamente pelo fogo, mas, tinhas umas historias que se ela não pegasse fogo, nem a pau, no próximo São João o "caba" não estava vivo! Minha nossa! Que perigo! Se chovesse então, era um terror, tinha quer acender nem que jogasse uma dinamite em cima, por vias das por vias das duvidas, é claro.

Meus tios Zezinho e Wilson soltavam os balões, coisa mais linda no céu, balões competindo com as estrelas. A mesa da terceira sala, próxima a janela do terraço, cheia de guloseimas da época, canjica, aqui é de milho mesmo, não é munguzá, feito ai no sul se diz, pamonha, bolo de milho, pé de moleque... Era só pegar na janela, enquanto soltávamos fogos, uns de nomes feios, que não dá pra dizer aqui, só sei que estouravam na terra e no céu. Festa junina quando eu era menino era bom, hoje ta acabando a tradição, essas coisas puras, autenticas, ingênuas, de então.

Fábio Murilo

Inserida por Fg7r85

⁠Stephen Hawking diz que tudo começou com o Big Bang,
uma grande explosão que gerou lagartixa, cérebro humano, mulata sambando, martelo, uma porrada de coisa, um acaso gerador, o equivalente na bíblia, entendo, a vontade de Deus o faça-se a luz Pergunto,
O que gerou a explosão de Hiroshima? Um monte de entulho, destruição.
Fala em realidades paralelas, lugares com pessoas morando, que a gente não vê, passando na nossa frente, e que tambem nao vee a gente, se entrecruzavam feito num bolo xadrez. Uma vez ouvi até um discípulo dele relatar num documentário que ouviu um senhor ter dito ter ido ao banheiro e ver uma mulher saindo, no que ele prontamente
na sua frente, essa senhora encantar-se, desaparecer no ar. Explicou debochado que não se tratava de um fantasma, fantasmas não existem, era apenas um ser de outra realidade que acidentalmente tinha passado pra cá e voltou, só isso.

E isso tudo é ciência, física quântica. E isso é científico, acreditem, a Bíblia também diz parecido, fala de mais de um céu, varias moradas. A física quântica diz que existem no espaço uns buracos negros, enormes, que capturam até a luz, que o espaço se dobra e o tempo é uma ilusão, encantamentos, mistérios, não tem nada de sobrenatural é natural mesmo, é parapsicologia, coisas extraordinas como pegar fogo do nada, auto combustão.
Pensar, por exemplo, que a terra gira no espaço, aparada por nada embaixo ou pendieasa em cima, caprichosamente redonda moldada e a gente de cabeça pra baixo. E se sair de sua rota um pouco ou a gente congela ou assa, no espaço, um balé perfeitamente sincronizado. No entanto, apesar de acreditar nessas coisas extraordinárias, muito alem da imaginação, Stephen Hawking dizia não acreditar em Deus, era ateu.

Inserida por Fg7r85

⁠As coisas SIMPLES da vida, guardam uma profunda, secreta e admirável COMPLEXIDADE.

Inserida por FabioSilvaDN