Padre Fabio de Melo Coragem
Querido lembrete
Querido lembrete!
Amanhã,
vou tentar não lembrar de você.
Cada vez que me lembro de ti,
A ilusão me faz escrever um poema,
Tudo porquê,
Eu me lembrei de você...
Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Surrado e moderno
Velho! Eu...???
Não me chamem de velho.
Me chamem de, o surrado moderno.
O que vocês imaginam sobre mim, nada contra eu sou.
Agora me chamar de velho, respondo-lhes, abatido sou e estou enlatado na conserva..
Sou antigo mas sou conservado.
Sou desgastado mas ainda me sinto um novo moço.
O que eu sei fazer, muitos jovens não sabem
Embora sendo muito usado, ainda dou pro gasto.
Todo dia, eu me sinto recente.
Todo dia, eu me sinto renovado.
Sou das antigas, mas vivo nos tempos atuais.
Me agito todo momento, porque quero ser da atualidade..
As vezes sou ancestral, outras vezes, um lançamento..
Sou fundido na panela de ferro, sou aço resistente...
Não sinto uma gota de vergonha do que sou.
Sou e sou e pronto, acabou...
Velho?
É o ontem..
Hoje, é o presente..
Me sentir velho? Jamais...
Eu sou é dos tempos do agora.
Tanto quê, esse poema foi feito a mão e nesse momento , e não pegado no quadro da parede empoeirado e desbotado...
Sou eu que me maquio, me desenho e me refaço...
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
A poesia e o poeta
A poesia chega ao poeta e diz:
- Escreva-me oh! poeta, escreva-me.
Escreva-me como se eu fosse a sua última poesia.
Escreva-me! Vai...escreva-me.
Escreva-me como seu fosse a sua última canção.
A sua última composição.
A sua derradeira inspiração.
Escreva-me como se não houvesse o amanhã para nós dois.
Escreva-me e extraia de mim, o mel que te alimenta.
Escreva-me como se eu fosse o céu que te sustenta, os acordes que te alivia e as ervas que curam suas tormentas, escreva-me...
Escreva-me arrancando de ti os bagaços que te faz tão infeliz.
Escreva-me com sua grafite ou com qualquer pedaço de giz..
Escreva-me com sua determinação me causando surpresas..
Escreva-me como seu fosse para ti, ao menos um alguém.
Escreva-me com a tua imaginação que vem do além...
Escreva-me com resultados e não com problemas...
Poeta!
Eu sou a poesia...
Escreva-me antes que chegue nossa hora.
Você não sabe do nosso amanhã..
Entre eu você.
Mas provável que pode ser você, de não poder mais, me escrever...
Então, Escreva-me.
E depois, leia-me...
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Oh ! Santa Luz de Misericórdia
Esse dom de não ver e sentir o que os olhos da carne desejam ver a todo custo, é bom demais.
Não podia ser melhor.
Sentir nas entranhas a poesia adentrando nas fendas mais ocultas do nosso ser, é pra lá de bom...
Tão bom, que trás uma eterna paz...
Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Existem cenários,
que somente o poeta é capaz de perceber o encanto no espetáculo....
E quando seus olhos não enxerga tristezas.
Sua alegria é repartida só para alegrar esses cenários...
Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Para ser um especialista em poesias românticas
Não precisa ler livros que falam sobre o tema.
Basta sentir o amor.
E uma vez sentindo..
Você vive, o amor
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Provas da vida.
Esse mundo é cheio de flores e espinhos.
E muitas vezes, precisamos passar por muitas provas.
E se olharmos bem para o nosso profundo interior,
Os resultados são alarmantes.
Eles dizem,
Quem fomos
De onde viemos
O que fizemos
O que falamos
O que ainda seremos.
E o que fizeram conosco...
As evidências são reais.
E muitas dessas provas não partiram de nossa atitudes, mas as sobras ficaram.
Cada palavra tem sua força
Cada olhar tem o seu valor com suas sombras.
Cada doce ou cada amargo tem o seu próprio sabor.
E não precisamos da boca para sentir esse paladar....
Aquilo que vemos com nossos olhos carnais, são somente imagens, e elas tem em si mesmas, uma lista de perguntas sem respostas...
Mas a realidade dos fatores vão além disso.
Fato quê,
As exibições tem suas próprias cores,
E nem todo olhar sabe decifra-las...
Pois, muitos deles são daltônicos....
Uma mera indicação, não revela a real fotografia que tem por traz.
Esses testes, são bem difíceis...
E quem é psicólogo, sabe muito bem o que estou dizendo...
Para muitos, não estou dizendo nada...
Para outros, nem desse poema escrito, precisava....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Razões de Poeta
Um Poeta quando é atacado,
Em sua alma, uma semente germina....
Quando um poeta é odiado,
Suas forças se predominam...
Quando um poeta é ofendido,
Ele usa as ofensas como proteínas...
Quando um poeta é mal visto,
Seu olhar começa ter uma uma visão mais genuína...
O que tramita na mente de um Poeta,
Nem a sua própria imaginação é capaz explicar...
O seu sorriso pode até ficar escondido...
É nesse momento que a inspiração pega sentidos verticais,
A decolagem é frenética,
Sua ética faz ele deixar de lado os vendavais,
E sua ilusão se torna mais enérgica......
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Poética I
Minha poesia e eu brigamos
Demo - nos um tempo e espaço
Ela ficou na parte da noite
Naquela, na qual eu descanso
Dei a ela, seu próprio espaço
Mas ela é a própria pirraça
Vem chegando de mansinho
E faz em mim, a sua morada.
Somos tão pouco diante da imensidão do mundo. E somos tanto, para aqueles que nos amam! Fica então a reflexão: viemos do pó, e ao pó voltaremos. Ser pequeno, e humilde diante de Deus, ficou para todos nós, até para reis. E sim, não vamos valer nada para muitas pessoas nesta vida, por onde passarmos, mas sempre vai haver aqueles que nos amam ... intensamente, incansavelmente, inexplicavelmente.
Admitir que as Cortes Constitucionais detêm a palavra final sobre a interpretação constitucional é cometer estelionato contra a população, afinal, todo o poder emana do povo, podendo exercê-lo diretamente ou mediante os representantes escolhidos por essa gente.
Alucinado com o Luar
Alucinado e em estado sólido,
Concentro-me no prateado do luar,
A minha alucinação desafia,
E se manifesta em mim um estado oposto da minha inspiração,
Ao fitar meus olhos no infinito,
Me vejo sentado e observo com devoção,
Que Universo perfeito!
É esse que Deus fez,
Ele é Sem limites,
Oh , Glória !
O teu nome é de poder e digno de adoração,
És o dono e arquiteto do mundo,
Até do nosso coração....
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Então...?
Na vida,
O que sentimos..?
O que podemos ser?
Em que podemos nos espelhar?
Nas ofertas doadas constantemente que encontramos pelo um caminho..?
Nas vidas que fazem belos versinhos,
Nas Vidas com mais experiências,
Nos amores sentidos e valorizados,
Amores vangloriados,
Respeitos e desrespeitos,
Pequenos que se fazem de grandes detalhes,
Dignidades e reciprocidades,
Olhares e abraços sintéticos,
Ou demonstrações vivas com atitudes,
Assim eu vejo,
É Fácil abraçar,
É Fácil olhar,
É Fácil oferecer,
E Fácil dizer;;
Eu sou digno e recíproco,
Sou merecedor de tudo,
Sou apenas o melhor,
O ditado é claro e simples.
Sim e sim,
Não e não,
Então...?
Pois o melhor não há,
Existe apenas um,
Seu nome é Jesus,
O Rei que nos conduz...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Caboclo índio.
Eu,
Eu sou aquele menino índio,
Um indio sonhador,
Tomo água de coco,
Sou caboclo sinsinhor,
Nasci em uma ilha,
No arquipelago do amor,
Na minha palhoça,
Moro eu,
E comigo mora também Deus,
Tenho um cachorro vira lata,
Que de mim nunca se apartou,
Sou eu que colho os frutos,
E degusto com sabor,
Não sou assassino,
Não mato os animais,
Sou roceiro e muito trabalhador,
Sou de uma visão muito aguçada,
E carrego comigo meus trapulhos,
Sou como uma ave,
Que voa alto como condor,
Corto cipó e pulo de galho em galho,
Aqui é meu parque de diversões,
Não uso lamparina,
As estrelas cadentes me conduzem,
E o luar é meu lampião,
Tenho uma baladeira,
Para as onças espantar,
Não sou de cantar sozinho,
Pois já choro com os passarinhos,.
A floresta é meu lazer,
Quando eu vou dormir cansado,
Me estendo no relento,
Cultivo lavouras,
E a natureza me da o que preciso
Enquanto eu for um indio,
Minh'alma,
Estará sempre evoluindo....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
A cegueira da fome
Uns dizem que é um cenário escuro,
Outros dizem que é um cenário daquilo que plantamos,
No conhecimento de uma gramática,
Maldita é a serpente que predomina nos olhos humanos,
Essas barricadas que nós adquirimos no olhar,
Sonolenta não é essa minha inspiração,
Nesse paraíso formal,
Não é tão assim um colossal como dizem,
Numa coleção de pensamentos meus,
Vão se misturando ideias e opiniões,
Filtro então,
O que é do ceu,
E o que é da terra,
Não falo da fome só de alimentos não,
Falo de uma fome que muitos não enxergam,
Na conjunção de algumas frases,
Simples e notórias aos olhos da luz,
Adianta gritar e dizer;
Barriiiigaaaaassssssss,
E claro que não,
Essa vida não é só arroz e feijão não,
Aqui ou em qualquer lugar,
Sempre teremos poetas cegos,
Políticos cegos,
Jornalistas cegos,
Pais e mães cegos,
Filhos cegos,
Os poderes nas mãos maus apagado,
E não deixando abrir os seus olhos,
Dos pobres que já estão cegos,
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Minha rede
Feliz por estar á sombra de uma árvore,
Aqui eu estendo minha rede,
Do galho até a cercado da verde pastagem,
Sentado,
Vou embalando com meus pensamentos,
Voando eles vão,
Em busca de uma inspiração,
Começo a exalar poesias,
O vento suave me conduz,
Ouço os pássaros cantarolar,
Doce paz,
Doce vida,
Favo de mel que me leva até o céu,
Vejo borboletas coloridas,
E as cigarras na ilha do Sol,
Cheiro de relva,
Café torrado que secamos no terreirão,
E mamãe fazendo sua parte,
Vai moendo com o bruto pilão,
Na espera de uma nuvem,
Vem em mim,
Momentos de uma canção,
O frescor é inacabável,
Procedência de um delicado sertão,
Poeta roceiro,
Romântico com seu coração,
A composição segue no embalo,
Na sombra fresca sem telhado,
Choro com as paisagens,
O sorriso vem e vai,
Enxugo minhas lágrimas,
Sensação única que me apraz,
Tudo é Dado a mim,
Nessa rede que me embala....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
A moça professora
Quem vê aquela moça,
Moça professora,
Antes ensinava a lição,
Lecionava os meninos humildes,
Que cortava o seu coração,
Destino aperfeiçoado,
Diretora do município,
Se formou em letras,
E deixou a sala de aula,
Para assumir o seu trono de estimação
Canarinha do reino,
Mulher batuta dessa inspiração,
Ficarás para sempre,
Na minha recordação,
Isso tudo é herança do seu talento,
Dessa honrada profissão....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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