Outros
O trouxa carrega peso, porque se acha inteligente; o otário paga dívidas, porque confiou nos outros e o bobo faz favores para tirar proveito; mas, Cristo já me libertou destes retardados.
O que os outros dizem não faz muita diferença para minha vida, mas o que Deus me ensina a menor diferença muda até a minha alma..
A humildade ergue o mais dos ignorantes homens quando sua intenção é fazer os outros felizes, importantes e reconhecidos.
Um bom servo ele ora, reconhece os problemas de sua congregação, busca soluções e convida outros para o crescimento do corpo.
Prestarão contas a Deus todas as almas que morreram, adorando outros gurus, profetas falsos, médiuns, espíritos, pai-de-santo, deuses e espíritos enganadores e serão condenadas ao fogo eterno com as almas dos seus seguidores, os quais não poderão salvá-las.
Filhos que obedecem a disciplina de seus pais, namoram seguros, são apresentados uns aos outros e marcam refeições juntos para compartilharem bons momentos em família.
Não divida seu santuário físico com outros ídolos e mediadores, porque não compensa ser queimado com os demônios.
Irmãos na fé, que se submetem de novo ao jugo da escravidão, põem em risco a liberdade dos outros, quando deveriam ser disciplinados pela verdade da sã doutrina de Cristo.
Homens de sucesso são todos aqueles que aproveitam o fracasso dos outros para fazer melhor, diferente e de grande proveito.
Os estudiosos perdem muito tempo no mundo se divertindo e se achando, quando outros estão se esforçando para garantir a sua vaga na faculdade, aproveitando o seu tempo quando estão estudando sozinhos e ninguém os acha, brincando.
O trabalho duro e o sucesso dos outros só as relembrava dos próprios fracassos e escolhas ruins.
Neste lugar, dos quais alguns chamam de pátria - já chamaram de Vera e Santa Cruz, outros de uma grande roubada, ou até uma morada, onde todos permaneceram no mesmo barco, mantinha-se uma união entre pessoas e ideias para a formação de um Estado, o que foi aclamado de Brasil. Não foi por um acaso, a manutenção desse extenso cortpo de terra continental, como sua distribuição e utilização nos dias de hoje, para uma das mais reconhecidas e influentes economias, cultural e tradicionamente esbanjadora de belezas naturais, atravês do espaço que pertencemos.
Estas provas de riquezas e belezas que acumulamos a rever fazem-me lamentar a ausência de um povo e Estado unido mediante algo mais grandioso em prol do futuro investimento e credibilidade, cujo ele - a forma de governo - não demonstra nenhuma eficiencia, dita em cada livro didàtico da História do Brasil. Dentre muitos tipos de como governar, apenas 2 jã forma utilizados após a independencia á coroa portuguesa: República e Monarquia; De ambas, lidamos com a República a pouco mais de 130 anos, mais da metade quando avista-se a monarquia, de 1822 á 1889. Estatisticamente, passou 1 século e pouco se têm benéficos resultados a população, carregando 2 ditadura, ou 3, envolvendo tortura, perseguição, atrasos políticos aos direitos sociais e fundamentais, educacionais, morais e éticos.
Portanto, sua história verdadeiramente estarrecedora marca um declínio a algo que ainda poderá ser salvo, com aguma solução legal, por direito, a depender da vontade da maioria. A partir disso, a queda da monarquia se caminhou da revolução militarizada pelo quartel do Rio de Janeiro e seus subjulgados, como última fuga para concretizar as suas ideologias positivistas no Estado de direito - sem o uso da democratização, a respeito do povo. Estes soldados armados, junto com Marechal Deodoro da Fonseca, - heroi da Guerra do Paraguay - depuseram Vinconde de Ouro Preto, no cargo como Primeiro Ministro de Governo, exemplificando a ação como uma reclamação conjunta ao governo. Mais tarde, no dia 15 de novembro, insitaram o próprio Marechal a ser o autor do golpe, afirmando que seu amigo, Dom Pedro II, Imperador do Ímperio do Brasil, substituiu o antigo PM por alguém chamado Silveira Martins, tal qual foi o homem que conquistou sua amada, Maria Adelaide - filha do Barão do Triunfo. A proclamação redigida por Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e outros positivistas outorgava a proclamação da República, em nome de Deodoro.
Proclamou ao mérito de uma mentira, e mais de 1 século de arrependimentos, nascendo assim, o regime, o qual nasceu pela disputa de amor, entre dois homem por uma mulher.
