Outros
Há duas maneiras de viver a vida: Enxergar os erros dos outros ou 'Se enxergar'!
Se metem, ensinam muitas coisas, mas não mostram que talvez o final feliz não inclua um cara incrível, nem riqueza ou pessoas extraordinárias ao seu redor. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Eu sou os brinquedos que brinquei, as gírias que usei, o renascido do acidente que escapei, eu sou a infância que me lembro (e ainda lembro). Sou a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, desapontamento, o ódio que tudo isso dá! Eu sou a alegria explosiva, o sorriso que dou. Apenas nos iludimos, pensando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram (mas não perdi nada), todos os dias felizes que se foram. Aproveito cada momento. Não guardo nada para ocasiões especiais. Por que na minha vida, cada momento é especial. Eu sou o que penso, eu sou o que faço e o que ninguém vê.
Enxergue-se!
O trabalho duro e o sucesso dos outros só as relembrava dos próprios fracassos e escolhas ruins.
Neste lugar, dos quais alguns chamam de pátria - já chamaram de Vera e Santa Cruz, outros de uma grande roubada, ou até uma morada, onde todos permaneceram no mesmo barco, mantinha-se uma união entre pessoas e ideias para a formação de um Estado, o que foi aclamado de Brasil. Não foi por um acaso, a manutenção desse extenso cortpo de terra continental, como sua distribuição e utilização nos dias de hoje, para uma das mais reconhecidas e influentes economias, cultural e tradicionamente esbanjadora de belezas naturais, atravês do espaço que pertencemos.
Estas provas de riquezas e belezas que acumulamos a rever fazem-me lamentar a ausência de um povo e Estado unido mediante algo mais grandioso em prol do futuro investimento e credibilidade, cujo ele - a forma de governo - não demonstra nenhuma eficiencia, dita em cada livro didàtico da História do Brasil. Dentre muitos tipos de como governar, apenas 2 jã forma utilizados após a independencia á coroa portuguesa: República e Monarquia; De ambas, lidamos com a República a pouco mais de 130 anos, mais da metade quando avista-se a monarquia, de 1822 á 1889. Estatisticamente, passou 1 século e pouco se têm benéficos resultados a população, carregando 2 ditadura, ou 3, envolvendo tortura, perseguição, atrasos políticos aos direitos sociais e fundamentais, educacionais, morais e éticos.
Portanto, sua história verdadeiramente estarrecedora marca um declínio a algo que ainda poderá ser salvo, com aguma solução legal, por direito, a depender da vontade da maioria. A partir disso, a queda da monarquia se caminhou da revolução militarizada pelo quartel do Rio de Janeiro e seus subjulgados, como última fuga para concretizar as suas ideologias positivistas no Estado de direito - sem o uso da democratização, a respeito do povo. Estes soldados armados, junto com Marechal Deodoro da Fonseca, - heroi da Guerra do Paraguay - depuseram Vinconde de Ouro Preto, no cargo como Primeiro Ministro de Governo, exemplificando a ação como uma reclamação conjunta ao governo. Mais tarde, no dia 15 de novembro, insitaram o próprio Marechal a ser o autor do golpe, afirmando que seu amigo, Dom Pedro II, Imperador do Ímperio do Brasil, substituiu o antigo PM por alguém chamado Silveira Martins, tal qual foi o homem que conquistou sua amada, Maria Adelaide - filha do Barão do Triunfo. A proclamação redigida por Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e outros positivistas outorgava a proclamação da República, em nome de Deodoro.
Proclamou ao mérito de uma mentira, e mais de 1 século de arrependimentos, nascendo assim, o regime, o qual nasceu pela disputa de amor, entre dois homem por uma mulher.
Quando nossas expectativas estão baseadas nas respostas que temos dos outros, a perspectiva fica limitada ao que o outro pode ou não oferecer.
A felicidade de uns pode se tornar sofrimento de outros quando a inveja é o único sentimento que ela desperta.
Descarta os lixos de uns aprendizados, fará parte de uma evolução para guardar outros ensinamentos.
Eu conspiro, não para sair dos outros, mas para que outros possam questionar, o que se passam como verdade.
O viver é uma vaidade e cada vida cumpre a sua idade. Uns nem chegam a nascer, outros nascem e mal começam a viver, e todos os nascidos, cedo ou tarde hão de fenecer.
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