Ótima Viagem
Uma boa eloquência siguida de uma ótima oratória sem poder de Deus, sem o Espírito Santo é o mesmo que bater em lata vazia!
Uma Ótima Quinta-feira ...
Abençoada seja a nossa vida
a cada amanhecer.
Que as bênçãos do Senhor venha sobre nós e nossos familiares e amigos!
Amém 🙏🏿🙌🏿
O mundo não é para os fracos, é para os fortes. O fraco tem uma ótima oportunidade de tornar-se forte. Estude, observe, questione, compreenda, analise, ame, ajude, participe, treine, persista, seja otimista com os pés no chão, e aprenda com os seus erros e com os erros alheios.
A vida é uma constante aprendizagem, um caminho árduo que deve ser percorrido com cautela, mas, com otimismo e coragem, com certeza de que no fim dele encontraremos a vitória.
A vida, se fosse ótima, é difícil; permite escolher apenas entre a vitória e a ruína, não entre a guerra e a paz, e à vitória pertencem os sacrifícios da vitória.
Então tudo somado, Sofia acreditava que sua vida era ótima.
Quando amava, amava.
Quando se entregava, se entregava.
Quando gozava, gozava de verdade.
Não fazia nada pela metade.
O Golpista - Sofia - Livro 1
Cafezinho quentinho com bolo
É uma ótima pedida
Seja de manhã ou tarde é uma
boa servida
E pra quem não é fã sempre de manhã eu agradeço essa comida
A roupa feia da vitrine vende mais do que a bonita dentro da loja, e essa é uma ótima forma de se vender o que está fora de moda.
Você era uma ótima marinheira e eu era apenas uma barca furada. Juntos atravessamos vários oceanos. Mas uma hora você pulou, e sem ninguém no comando: eu afundei.
Mas cá entre nós...
Ainda existe vida no fundo do mar
Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Era uma vida ótima, própria para
alguém que não desejava ter patrão.
O que eu não percebi, é que aquela
vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite,
meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas:
suas alegrias e suas tristezas.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Mas nenhuma me tocou mais do que
a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite: era Agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro,
com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora.
Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora.
A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que
necessita de ajuda" - eu pensei.
Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu.
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo.
Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
"O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda.
"Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse.
"Oh!, você é um bom rapaz!" - disse ela, sorrindo. Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
"O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?"
"Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente.
"Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
"Eu não tenho mais família..." - continuou.
"Meu médico diz que tenho pouco tempo..."
Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei:
"Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia,
em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados.
Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina.
Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no
horizonte, ela disse, de repente:
"Eu estou cansada. Vamos agora?"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre,
como uma pequena casa de repouso.
A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até
o táxi, assim que ele parou.
Eram muito amáveis e atentos, e observavam todos os movimentos dela.
Eles deviam estar esperando-a.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma
cadeira de rodas, quando disse:
"Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar.
"Nada" - respondi.
"Você tem que ganhar a vida, meu jovem..."
"Há outros passageiros" - respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.
Ela me envolveu comovidamente.
"Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!"
"Eu que agradeço." - respondi.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada.
Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.
Mal podia respirar de emoção...
Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?
E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais
tenha feito algo mais importante na minha vida.
A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos.
Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse.
Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.
Pense nisso!
Coração gelado eu... essa é ótima Chacrete...
O endurecimento é necessário para que se possa vencer as dificuldades e fraquezas.
Certinha sofre o DOBRO
.
Esta preocupação que muitas de vocês têm, de ser certenha, de ser a ótima, parece ser coisa boa, coisa do bem. Mas não é.
Eu vejo muito sofrimento neste mundo, em nome desta procura. Sofrimento destas mulheres que querem ser espetaculares, que não admitem fazer nada que não saia impecável, e que se atormentam. E o problema está em se atormentarem.
Porque eu não estou falando só do capricho, daquela vontade de fazer o melhor, o mais gostoso possível, e coisas assim...
Eu estou falando daquelas pessoas que vivem tão preocupadas se estão fazendo direito o seu papel, se todos estão satisfeitos com o seu desempenho, que se perdem delas. Que param de usar o seu senso, param de sentir. Vivem pra seguir uma programação. E se conseguem, se acham as bacanudas.
Quando fazem uma coisa razoável nem mostram pra ninguém, porque "imagine o que vai se pensar de mim, se alguém perceber que eu nem sempre consigo ser irretocável". Quanta vaidade, não? Que nojo!
Vocês só não vêem o outro lado: o quanto são sugadas, vampirizadas, nesta atititude de vocês.
É, sim! Porque você não sabe que está cheio de Espírito, com corpo e sem corpo, que já percebeu qual é a sua? E quanto mais ele vê que você gosta de ser reconhecida, mais ele diz que você é o máximo e, quando você percebe, está agindo em função dele, fazendo pra ele, sendo vítima da sua própia vaidade, sua pamonha.
E ainda, pensando que é a tal!!...
- Ah! Mas eu tenho que agradar Fulana, minha chefe!
Hipocrisia. Bem feito, se é explorada, porque você faz por merecer! Bem feito, se você vive descabelada pra fazer o seu papel, porque não vai ganhar prêmio, nem aqui, nem no Céu. Ainda sofre em dobro: por fazer o que não é do seu coração e por não fazer o que le pede.
Deus não deu papel pra você fazer, ele deu um coração pra você seguir. Não carece de ser santa nem certinha: é só ser fiel a si mesma! Ah! Mas você nem está acostumada, não é? Só vive pra agradar, pra dizer o que os outros querem ouvir...
Se você não se der, minha filha, apoio, reconhecimento, força pro que acredita, se não der força pro que sente, vai viver no inferno. E já!
Era ótima aluna em Português, mas geralmente me dava mal com interpretação de texto. Entendia tudo do meu jeito. E hoje em dia não é muito diferente. Continuo em recuperação.
"Os livros são, pra mim, uma ótima companhia...ao contrário de muitas pessoas, eles falam quando e na medida exata do que precisam falar e calam-se exatamente na hora que me sacio...e não preciso dizer-lhes uma palavra!"
Acredito que seria uma ótima opção para a escola na Terra se todas as mentes,pensamentos e aprendizados fossem armazenados numa biblioteca onde todos pudéssemos pesquisar. A morte leva embora experiências tremendas que poderiam ser compartilhadas.
