Os Ventos que nos Tira algo que Amamos
A diferença é vital. Se algo já não faz mais diferença, não importa mais. Não há mais razão. Não há mais sentido. Por favor, não insista. Buscamos toda essa diferença para mudar oque já não é novo em nossas vidas, buscamos motivos para viver, buscamos novos caminhos para a felicidade, buscamos nos encontrar no novo, na mudança, em outro alguém.
Torço pra alguém chegar, só pra torcer bem pouquinho por algo. Mas dai a pessoa começa a falar e torço pra pessoa ir embora. Não tem o que fazer, não tem o que dizer, não tem o que sentir. Sou uma ferida fechada. Sou uma hemorragia estancada. Tenho medo de deixar sair uma letra ou um som e, de repente, desmoronar.
A vida é cheia disso, coisas indo e vindo.
Sem tempo para nos habituar com algo bom, os momentos ruins sempre mais perceptíveis que os outros.
Nossa mente com seus truques de falsa histeria.
Um momento não passa de um momento, a importância disso fica a seu rigoroso critério de etiquetas mentais.
Não fique tão preso a fingir se importar, queremos pessoas rasas, com seus gostos musicais impecáveis, e o histórico admirável no NETFLIX, admirável para chamar de companhia perfeita.
Ideal para discutir coisas já discutidas antes, por outras pessoas copiando algum outro LOOP.
Não se deixe levar só porque todo mundo fala que FREE é ser livre, fique onde quiser ficar, mesmo que seja parado em preto e branco.
É por isso que não creio nesse algo abstrato e sem sentido chamado amor. Como algo que dizem ser maravilhoso e benéfico possa causar tanta dor?
São seis horas da manhã e eu tenho que lhe contar algo. Sério, você não vai acreditar no que eu tenho para lhe dizer. Está chovendo forte, tem um vento frio que traz os pingos gelados para perto da gente. Eu abri a janela para espiar e o barulho da água rolando no telhado ficou mais alto, muito mais alto, tão alto que fiquei com medo. Sabe aquela chuva que vem com força, parecendo querer lavar a cidade? Então. Está um pouco mais forte que isso. Ainda não amanheceu, acho que esse tempo molhado atrasará a claridade do dia. Eu fiquei olhando para o céu por alguns minutos e me deu uma vontade louca de sair na rua e ser lavado por essa água congelante. Está frio, muito frio. Mas eu fui. Sério, eu fui. Eu abri a porta e saí de casa. É, eu disse que você não acreditaria. Eu sou louco, mas você sabe disso. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Lá fora, o vento levou meus cabelos para trás e eu fechei os olhos resmungando. Meu rosto estava completamente molhado, senti como se estivesse colocando a cabeça dentro de um congelador. Eu fiquei parado ali perto da grade que fica na frente do quintal olhando para o calçamento da rua que parecia estar resvalando. Sei lá, deu vontade de abrir o portão e dar uma volta. A água vinda dos céus continuava mantendo a temperatura do meu corpo um pouco baixa me fazendo tremer. Você acredita que eu saí portão à fora? Sim, eu saí. Estava escuro, estava chovendo e o frio deixava minha boca roxa. Eu fui até a esquina que tem aqui perto e sentei naquele degrau que eu costumava sentar sozinho há alguns anos atrás. Eu me senti tão sozinho. Minhas roupas estavam totalmente encharcadas e eu continuava tremendo. Não havia nada na rua, nem carros, nem pessoas. Estava tudo deserto. Foi nessa hora que eu fechei meus olhos e pensei em você. Eu não lembro muito bem o que veio à mente, parecia que eu havia me desligado do mundo e entrado na inconsciência. Eu estava com tanto medo. Medo de ficar assim por muito tempo, medo de ser engolida por essa solidão sombria que se perdia no escuro chuvoso da noite. Mas eu vi o seu sorriso. Eu juro que vi. Eu gritei o seu nome na minha mente e você sorriu. Você sorriu para mim. Acho que eu sorri também. Não sei, não lembro, não tenho muita certeza, mas eu senti uma gota quente escorrer pelo meu rosto em meio a água da chuva que me banhava. Sabe, eu senti um aperto no coração. Dá para acreditar? Eu sempre fiz de tudo para ser forte e vencer o meu maior medo sem precisar de ninguém, mas agora eu me encontrei preso em uma gaiola feita de um material muito brusco e forte, eu me encontrei aqui chamando o seu nome. Eu sinto minhas forças irem embora e eu finalmente estou precisando de alguém. Mas não é um alguém qualquer. É você. Eu acho que fiquei ali sentado por uns dez minutos olhando para o nada e ouvindo a sua voz cantando para mim dentro da minha cabeça. Você cantava a nossa música, aquela que me acalma, aquela que você sabe que pode ser usada como antídoto. Você sabia o que cantar porque você me conhece. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Você me conhece porque nós dois somos um só. O vento aumentou sua velocidade me despertando da fantasia e me forçando a mover meus pés de volta para casa. Demorei um pouco para entrar, fiquei no quintal, perto da minha janela, pensando um pouco mais em nada. Acho que era disso o que eu precisava: viver o irreal. Eu não sei por que eu saí de casa, nunca me dera essas crises loucas antes, eu posso ter pego um resfriado, sei lá, daqui a pouco vou começar a tossir. Mas a chuva, a água que congelava meu corpo, era amena. A água que limpava a cidade, escorria pelo meu corpo tentando levar toda a dor que me habita. Era irreal. Eu juro para você que era. Parecia algo do além, algo curável. O banho quente que eu tomei depois foi como um choque no meu sistema. Eu acordei. Não foi nem um pouco parecido com o momento em que o vento acelerou e me fez voltar para casa, foi algo muito mais que isso. Eu acordei do irreal. Daquela chuva, daquele frio, daquela coisa do além que supostamente tentou levar minha dor embora. Sua voz sumiu da minha mente. Você não cantava mais, você não estava aqui. Eu fiquei sozinho e assustado de novo. Eu continuo precisando de você, eu me rendi, eu admiti que não sou forte, eu gritei. Eu fiz o que pude. Você não ouviu, não me notou. Talvez você fique tão espantada com tamanha loucura que eu obtive de sair por aí sozinho e não se convença. Mas eu disse lá no início que você não iria acreditar no que eu tinha para lhe dizer. São seis e dez da manhã e o céu continua escuro, o barulho da chuva ainda está alto e a janela continua aberta. Eu olho para a água caindo lá de cima e lembro da sensação estranha que eu senti há trinta e cinco minutos atrás quando as gotas bateram no meu corpo e eu estava sozinho pensando em você. Você é minha única saída, é a única pessoa que pode me ajudar. Você está com o pouco de força que ainda me resta. Você pode desacreditar disso também, mas só você pode espantar o medo e a dor que habitam meu coração.
A vingança é como veneno, te domina. E, antes que você perceba, você se transforma em algo horrível!
- Em vez de comprar- lhe algo que você gostaria de ter, estou lhe dando algo que é
meu, realmente meu. Um presente. Um sinal de respeito pela pessoa diante de mim,
pedindo que ela compreenda o quanto é importante estar ao seu lado. Agora ela tem
consigo uma pequena parte de mim mesma, que entreguei de livre e espontânea vontade.
Ralf levantou-se, foi até a estante e voltou com um objeto.
Estendeu-o para Maria:
- Este é um vagão de um trem elétrico que eu tinha quando era menino. Não tinha
autorização para brincar com ele sozinho, porque meu pai dizia que era caro, importado dos
Estados Unidos. Então, só me restava esperar que ele tivesse vontade de montar o trem no
meio da sala, mas geralmente ele passava os domingos escutando ópera. Por isso, o trem
sobreviveu à minha infância, mas não me deu nenhuma alegria. Lá em cima tenho guardado
todos os trilhos, a locomotiva, as casas, até mesmo 0 manual; porque eu tinha um trem que
não era meu, com o qual eu não brincava.
"Oxalá tivesse sido destruído como todos os outros brinquedos que ganhei e de que
nem me lembro, porque esta paixão de destruir faz parte da maneira como a criança
descobre o mundo. Mas este trem intacto me lembra sempre uma parte da minha infância
que eu não vivi, porque era preciosa demais, ou trabalhosa demais para o meu pai. Ou
talvez porque, cada vez que montava o trem, tivesse medo de demonstrar seu amor por
mim."
Acredite, se eu estou te ignorando é porque você realmente me magoou. Algo está errado, algo dentro de mim está em pedaços. Se não te desculpo é porque eu cansei, e quando cansamos temos que nos afastar. Não é fácil, mas é necessário.
Aprendi a não me importar. A não sentir. Desculpa, se você já foi algo, não lembro. Histórias ruins, são esquecidas.
Às vezes sinto meu coração clamando por algo que não conheço e nem quero conhecer, tenho medo de me envolver com aquilo que chamam de amor.
É estranho que algo tão simples tenha sido o instrumento da minha decisão de arruinar um dos meus relacionamentos importantes e prejudicar outro. (Insurgente)
Se aprendi algo nesta vida é que, quando as pessoas sofrem, nem sempre conseguem ver as coisas com a clareza que deveriam.
Odeio gente perfeita demais, sorridente demais. Odeio quem diz “oi, linda” só pra ganhar algo. Odeio quem acaba de me conhecer e já diz “eu te amo”. Odeio. Odeio quem força simpatia, quem finge que gosta, quem diz “ah, somos só amigos” mas, lá no fundo, tá cheio de segundas intenções. Odeio quem chega abraçando, odeio quem faz drama e começa a chorar só pra ser o centro das atenções. Odeio quem se faz de coitado e mais ainda quem dá atenção a isso, mas também odeio quem trata as pessoas como um nada. Odeio o preconceito, mas principalmente, quem diz que a aparência não importa mas não quer ficar com alguém “porque é feio”. Odeio quem fica, de qualquer jeito. Odeio a capacidade que as pessoas têm de beijar sabendo que não tem sentimento. Odeio ilusões. Odeio quem aparece cheio de amor pra dar mas perde o tesão no meio do relacionamento. Odeio quem vai embora, mas odeio quem fica por falsidade. Odeio que tenham pena de mim. Odeio sentimentalismo, por mais sentimental que eu seja, lá no fundo. Mas odeio, acima de tudo, quem me odeia simplesmente por odiar tudo isso.
A pior coisa na vida não é não conquistar algo ou alguém; mas, sim, perdê-los quando já tinha em suas mãos, por não saber dar o devido valor no tempo certo. O tempo não pára! O relógio continua batendo: Tic-tac...Tic-tac...Tic-tac...
Se você ficar sempre procurando desculpas para não fazer algo, uma hora ou outra vai acabar encontrando
Fatos:
- Quando você quer algo... luta para conseguir, tenha certeza de que acontece! Fazendo a parte que depende de ti, o que vier é consequência, se não chegou ainda... INSISTA! Perdemos para nós mesmos quando desistimos.
- Quem não é visto não é lembrado.
- Preste atenção: Aquele que fica ausente demais, dá a chance ao outro de perceber que não faz falta, e o que não faz falta será sempre dispensado!
- Quando acordamos temos duas escolhas: fazer do nosso dia um dia produtivo ou seu oposto!
Escolhi fazer com que as coisas deem certo!
Pode ter certeza, elas acontecerão!!!!!
O seu olhar Parece me ter algo a dizer Porque disfarça, tenta esconder? O que eu já sei Olha pra mim Se entrega num sorriso feliz Compreendi que tudo em você Me faz tanto bem E essa razão Não faz sentido Se o coração descompassou E se transformou Em pleno amor... Coisa boa! Tem meu olhar O tempo inteiro ao seu dispor A te admirar, proteger... Viver pra você Quando você chegou Mudou a paisagem Algo se revelou No meio da viagem Que já tive você Num tempo de felicidade Eu senti ao te ver Amor com 1 Q de saudade.
PAIXÃO
Efervescência de emoção
É algo que brota na alma
É algo gostoso que acalma
Excita o verdadeiro amor...
Paixão
Vem de mansinho vira tempestade
É um vendaval de loucuras
Fala e ninguém te escuta
Que paixão é amor de verdade...
