Os Velhos Carlos Drummond de Andrade
Chega uma hora que a luz se apaga, a chama se esgota, uma vida vai embora, nada é para sempre e vejo o passado como o fim.
Não devemos se basear em outra pessoa para viver, devemos inovar, ser uma pessoa em que outras queriam se basear, mas sem passar dos limites da vida.
Lembrar do passado parece fácil,
por seus bons acontecimentos e momentos
quem talvez nunca ira se esquecer,
o difícil é saber que aquilo
nunca mais vai voltar.
Sempre tento lembrar o passado, e vejo que podia ser diferente , mas eu esqueço que estou no presente e posso fazer o passado do futuro que lembrarei.
tudo que era de dentro era veraz
quem me dera,se este "era" fosse agora
felicidade para se viver era não crer.
não crer neste tempo ingrato
afinal ser romântico ia além
além de ser o todo, queria ser singular
ímpar mesmo que plural...
que fim terreno
etérico
terno
novato
coitado.
agora não era mais nada
fui ladra de dois corações
um era desprezo, inteira confusão
outro fui ternura morte sem paixão.
Refletindo sobre uma nova escola, um pouco mais sobre a escola sonhada por toda a sociedade, aquela da moralização do ensino, penso que essa só seria possível se se fizesse novo o aluno
Todos nós sabemos que a hostilidade ao tradicionalismo é um erro. Ainda deve ter muito sentido o que funcionou em tempos que a educação tinha respeito e credibilidade, quando a função do professor e o papel da escola eram valorizados!
Não há como entender o livre arbítrio sem primeiro compreender a extensão, profundidade e essência do AMOR.
