Os Seres Vivos
Que Deus ilumine a cabeça e o coração de todos os Seres humanos, pois viver feliz é a melhor forma de viver em Paz!!!
Me dei conta que, na vida, existem poucos seres que têm entendido.
Você pode encontrar-se com grandes escritores que não entenderam nada,
pessoas de grande talento que não valem nada.
Pelo contrário, você pode encontrar-se com alguém na rua, em um restaurante, que teve uma revelação; que tenha aprofundado, que tenha entrado em contado com o grande problema.
Um porteiro inquieto é mais interessante do que um filósofo satisfeito de si mesmo.
A maior revolução da nossa geração é a descoberta de que os seres humanos, mudando as atitudes internas de suas mentes, podem mudar os aspectos exteriores de suas vidas.
Os seres humanos precisam narrar. Não para se distrair, não como uma forma lúdica de relacionamento, mas para alimentar e estruturar o espírito, assim como a comida alimenta e estrutura o corpo.
Seríamos mais felizes se não precisassemos viver numa sociedade onde numa parte, seres sentem tanta dor e na outra parte, fingi-se que a dor alheia não nos afeta.
Sentimentos não são descartáveis, seres humanos não são objetos, mentiras não duram e máscaras sempre caem. Valorize-se e respeite o próximo.
É seres humanos tá cada dia mais difícil compreender vocês,pois falam uma coisa e fazem outra.Dizem que ser machucado doí,mas de contra partida na primeira oportunidade já machucam o próximo.Resumindo não vou dizer que sou nenhum santo,mas tem algumas pessoas tão bem próximo de ser tornar o diabo.
Busque com fé e leveza a positividade contida em todos os seres e em todas as coisas. Se preciso for, vá ao fundo do poço para encontrar bons motivos para seguir em frente. Seja leal aos seus anseios e não traia os seus sonhos. Faça do seu ideal de vida um belo exemplo de perseverança e desprendimento. Creia no impossível, porque crer no possível não demanda esforço e nem sabedoria. Pois, o que vem fácil em nada nos acrescenta”.
A constante dos seres humanos é a burrice. Para um gênio há dez milhões de imbecis.
O homem diante de sua impotência, vulnerabilidade e insegurança inventou "seres superiores" e poderes a eles investidos para ter uma explicação sobre aquilo que lhe é incompreendido, atestando seu sentimento de inadequação ao meio e a própria ignorância.
Dayane Breyer!
Quem somos nós? Somos apenas seres que possuem o tom de amar, somos simplesmente aquilo que se pode chamar de um poeta, não o que escreve, mas o que fala sobre seu amor. Somos poetas de um mundo triste em que amamos sem querer, que o amor pra se ter tem que lutar.
“Na Natureza Selvagem”
Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.
Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...
Os seres humanos são engraçados, porque fogem das pessoas que so querem trazer os sorrisos para ir atraz dos que so querem trazer as lagrimas
Pode haver tempestade à tua volta, nada te detém quando a tua vontade é evoluir, seres melhor. Subirás degrau a degrau em paz.
Admiro cavaleiros.
Seres em extinção.
Homens raros.
Sejam eles Templários... Hospitalários...
São seres de Almas nobres.
Misturam coragem, fé e amabilidade.
Cortesia, gentileza e força.
