Origens
"O homem é produto do seu meio ambiente"... Respeite suas origens sem preconceitos e valorize suas virtudes. Toda moda tem seu fim; a humanidade é infinita.🕊
A vida é mormente fugaz, pois que, no átimo em que a ela chegamos, nosso retorno às origens já está delineado.
Quando valorizamos nossas origens, somos gratos pelo presente e construímos nosso futuro respeitando nossa tradição.🕊
Se existe um dilema que acompanha o Direito desde suas origens, é a tensão entre seguir a forma e alcançar o que se entende como justo.
Essa tensão não é um problema recente. Ela aparece desde os sistemas jurídicos mais antigos e continua viva no cotidiano de qualquer operador do Direito. De um lado, o formalismo garante previsibilidade, segurança e estabilidade. De outro, a busca por justiça exige sensibilidade, interpretação e, muitas vezes, certa flexibilidade diante do caso concreto.
Na prática, o Direito vive exatamente nesse equilíbrio instável.
O formalismo jurídico cumpre uma função essencial. Ele organiza o sistema, estabelece regras claras e limita arbitrariedades. Sem forma, o Direito se tornaria imprevisível, dependente exclusivamente da vontade de quem decide. É a forma que impede que decisões sejam tomadas de maneira puramente subjetiva.
Mas o excesso de formalismo pode gerar um efeito colateral importante: decisões tecnicamente corretas que parecem, sob a ótica humana, desconectadas da realidade.
Essa tensão aparece de maneira muito clara em situações processuais em que um detalhe formal pode impedir o exame do mérito. Para alguns, isso representa rigor necessário. Para outros, uma barreira que impede o acesso efetivo à justiça.
Aqui, vale lembrar que o Direito não existe em um vácuo. Ele está inserido em uma realidade social concreta, onde pessoas lidam com conflitos reais, expectativas frustradas e consequências práticas. É nesse ponto que a ideia de justiça ganha relevância.
Uma referência clássica para pensar essa tensão é a obra de Antígona. No conflito entre Antígona e Creonte, temos de um lado a lei do Estado, representada pela ordem formal, e de outro um senso de justiça que transcende a norma escrita. A tragédia não resolve a tensão, mas a expõe de forma profunda: seguir a lei nem sempre elimina o conflito moral.
No mundo moderno, essa discussão ganha novas camadas.
Autores como Lon L. Fuller destacaram que o Direito não é apenas um conjunto de comandos, mas um sistema que depende de certas qualidades internas, como coerência, clareza e aplicabilidade. Para ele, existe uma moral interna do Direito que precisa ser preservada para que o sistema funcione adequadamente. Isso mostra que o formalismo, por si só, não é neutro, ele precisa servir a um propósito maior.
Por outro lado, a busca por justiça também não pode ignorar completamente a forma. Se cada decisão fosse tomada apenas com base em percepções subjetivas de justiça, o sistema perderia consistência e previsibilidade. O Direito deixaria de ser um instrumento de organização social para se tornar um conjunto de decisões casuísticas.
É nesse ponto que a tensão se torna produtiva.
Na prática jurídica, essa dualidade aparece o tempo todo. Um advogado precisa saber quando insistir em um argumento estritamente formal e quando construir uma narrativa que evidencie a justiça material do caso. Um juiz, por sua vez, precisa equilibrar a aplicação da norma com a análise das circunstâncias concretas.
Essa dinâmica pode ser comparada, em termos culturais, a um bom romance realista, como os de Machado de Assis. Em obras como Memórias Póstumas de Brás Cubas, não há respostas simples ou absolutas. As situações são construídas a partir de ambiguidades, contradições e nuances humanas. Da mesma forma, o Direito lida constantemente com casos que não se resolvem apenas pela aplicação mecânica de regras.
Outro ponto relevante é que o formalismo muitas vezes funciona como um filtro institucional. Ele impede que decisões sejam tomadas de forma arbitrária ou influenciadas por fatores externos indevidos. Nesse sentido, a forma protege a própria ideia de justiça, ao garantir que casos semelhantes sejam tratados de maneira semelhante.
Ao mesmo tempo, quando aplicada de forma rígida e descontextualizada, a forma pode se afastar do seu objetivo original. É nesse momento que surge a percepção de injustiça, mesmo quando a decisão está tecnicamente correta.
Essa tensão também pode ser observada em sistemas processuais contemporâneos, onde princípios como razoabilidade e proporcionalidade passaram a ter maior relevância. Eles funcionam como ferramentas que permitem ao intérprete dialogar com a norma, sem romper completamente com o formalismo.
Na prática, o profissional do Direito precisa desenvolver uma espécie de sensibilidade dupla.
De um lado, dominar a técnica, compreender regras, prazos, procedimentos e estruturas formais. De outro, ter capacidade de interpretar o caso concreto, entender os interesses envolvidos e construir soluções que façam sentido não apenas juridicamente, mas também do ponto de vista humano e social.
Talvez a melhor forma de enxergar essa tensão não seja como um conflito a ser resolvido, mas como um equilíbrio a ser administrado continuamente.
O formalismo garante que o Direito exista como sistema. A busca por justiça garante que ele permaneça relevante para a vida das pessoas.
E é exatamente nessa interseção que a atuação jurídica ganha profundidade.
Toda história de vida começa nas suas origens. Mas o verdadeiro destino é escrito pelas decisões que você toma ao longo do caminho.
Não defeque na sua estrada de ida.
Talvez um dia possa precise voltar a suas origens, e pode acabar pisando no que deixou para trás.
Eu rodeio as minhas origens balbuciando as minhas positividades imperfeitas
E os meus primordios é a fascinação das minhas narrativas
Quando nem sei de qual seria a minha maneira!
Origens
(Jelres Freitas - Abril/2012)
A minha mente voa,
Sobre as asas dos meus pensamentos,
Tão rápido quanto o vento,
Que está ao meu rosto roçar.
Quantas viagens,
Tantas bagagens,
Qual tuas origens?
Para onde tu vais?
Trazes lembranças,
Em tuas entranhas,
Quão grande primícias
É poder recordar.
Oh, pensamentos sem fim...
Viraste um excelente motim,
E tens dado a mim,
Uma oportunidade de amar.
Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.
Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.
Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.
Na minha avaliação, considerando a história e a diversidade de origens da população, o Brasil é provavelmente o país mais miscigenado do mundo."
Traduzindo as verdadeiras origens, o quipá que o papa, os cardeais e os bispos usam e a alguns sacerdotes antigamente usavam, sempre foi católico romano por mais que alguns judeus digam que faz parte da tradição israelita, mas não é verdade. Os judeus da Europa, diante de tantas perseguições religiosas no passado, passaram a usar indicando submissão e a proteção da Igreja Católica Apostólica Romana, diante de tantos anos usando transformou em um habito de segurança contra as perseguições religiosas. Não existe quipá ou kippah e nem yarmulke ou o solidéu judaico passou a ser usado a partir do século XVIII, logo não existe nas tradições antigas. No islamismo também existe o uso mas sem algum mandamento corânico para o seu uso.
A honra acompanha quem não esquece suas origens e escolhe a humildade mesmo quando poderia escolher o orgulho.
Trago os Hemisférios
Sul e Norte nas origens,
Onde a Lua alcança
o zênite e onde nunca
haverá de alcançar,
O meu coração é onde
a paz sempre haverá
de florescer não importa o lugar
quanto tempo irá levar,
só sei que nunca irá parar
por onde eleger caminhar.
Ir além das fronteiras é um sentimento prazeroso, mas voltar para as origens é um sentimento inexplicável
169. "Não queira ser o que não é, aceite as suas origens ou esqueça que você existe.As máscaras caem, beleza não é pra sempre, dinheiro acaba e mentira tem perna curta.Seja humilde por ser ciente que não é melhor ou maior que ninguém e não ser inferior a alguém. Inveja te consome e orgulho o destrói."
170. "O amor verdadeiro vem como chuva de verão, de repente sem avisos prévios e ambos são bênçãos de Deus. Como uma vida gerada por duas pessoas, mas que é originada lá dentro dos nossos corações."
171. “A mulher é a forma mais viva de Deus representar seu amor, sensibilidade e beleza”.
“Trate a sua o melhor possível, mas não como um objeto, pois Deus a lançou como o seu mais belo desenho que representa sua maior benção.”
Quando os valores estiverem mais perdidos do que já estão, nos lembraremos de nossas origens e seremos gratos por ter nos passado tantas boas pessoas em nossas vidas
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