Não podemos confundir orgulho com amor próprio. O primeiro é devastador, proporciona uma percepção distorcida de si e da vida. O segundo, é necessário, pois para ter uma boa percepção das coisas é necessário perceber a si mesmo.
"Hoje eu tenho a possibilidade de ostentar muitas coisas,
mas o que mais me dá orgulho é de poder exibir a minha biblioteca particular."
(Do livro "Dente-de-leão: a sustentável leveza de ser")