Ontem
Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.
Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.
Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.
Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.
Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.
E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.
Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.
Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.
O ciclo da nova Diane Leite começou.
Autoria: Diane Leite
Não deixe que o que aconteceu ontem tire a sua paz de hoje. Recomece junto com o dia e aceite com gratidão a bênção preciosa de poder recomeçar.
— Desculpa por ontem.
— Pelo quê exatamente?
— Pelo meu jeito… às vezes eu sinto ciúme até das pequenas coisas.
— Ciúme de quê?
— De dividir sua atenção com qualquer outra pessoa.
— Você é bobo.
— Talvez. Mas, no fundo, por mim você seria só minha… e de mais ninguém.
Ontem milhares de balões azul flutuantes em comemoração ao Dia mundial da conscientização do autismo. Depois de um ano apreciando eles estáveis e oscilantes na calmaria da imensidão do céu segurados pela mão tranquila e semblante sereno do meu filho autista, hoje um deles se solta e estoura na imprevisibilidade de mais uma crise e dos pedacinhos do balão o que vejo são os caquinhos de vidros pelo chão.
SEJA A SUA VERSÃO
(Validando o seu autoconhecimento)
O que você era ontem amadureceu, e isso é a sua validação atual. Não se corrompa cobiçando aquela vida alheia que não é tua, porque muitas vezes é uma ilusão passageira que os olhos cegam, e vivem apenas da fantasia.
Lu Lena / 2026
MENINA MULHER
(A força de hoje é o escudo da criança de ontem)
Que minha menina interior não se assuste com a versão mulher — às vezes frágil, mas muitas vezes leoa —, pois o hoje dela é a sua proteção lapidada de ontem.
Lu Lena / 2026
O AVESSO DO RASCUNHO
(Entre marcas de expressão, a liberdade de ser essência lapidada)
Ontem, eu era um rascunho mal traçado. Hoje, quando olho no espelho, vejo marcas de expressão, rugas e fios brancos que sinalizam: sou uma sobrevivente de um passado que marcou e machucou, mas que também me fez feliz. Tive minha evolução!
Na tela do celular, distraio-me brincando com as letras até formar minha poesia e os escritos que quero deixar como legado — para que se lembrem de que minha essência, agora lapidada, permanece. Entre uma rolagem e outra, observo o sol que parece ser de plástico, enquanto rego, com lágrimas secas, o meu próprio caos.
Vivo num mundo caótico onde a esperança se renova a cada adormecer; pois é no sono que, desprendida da matéria, sou totalmente liberta.
Lu Lena / 2026
Todas as mulheres deveriam ler isso. Que se ontem você não conseguiu alcançar o que queria, hoje é um belo dia para conseguir. O mundo dá voltas para nos mostrar que vale sempre a pena recomeçar. Nunca desista daquilo que acredita. Você é forte, corajosa e tem uma luz única que ilumina por onde passa. Sua resiliência encanta, seu sorriso transforma e sua presença faz diferença. Permita-se recomeçar sem medo, sabendo que cada passo seu é inspiração. Deseje ao mundo um dia e uma vida de Paz! Comece por você: espalhe bondade, confie no seu taco e siga em frente. Você é incrível.
Carta à Minha Mãe
Hoje senti muito a tua falta, mãe.
Ontem também.
Os dias passam, mas
não apagam o reflexo do teu olhar protetor,
no caminho dos meus passos;
não esconde em mim a emoção
da tua eterna lembrança,
dançando nos espaços do meu relógio interior.
Suzete Brainer (Trecho do poema do livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende).
Ontem posso ter saído pra a rotina com sentimento de ira no coração. Ainda na parada de ônibus o amor do palhaço quebrou meus sentimentos. Que amor é esse? Me coloquei no lugar do palhaço. Toda minha revolta se foi.
Na rotina após ir ao banheiro encontrei um amigo. Me fez perceber e entender o peso de algumas rotinas. Acredite... Nem sempre é tão simples quanto parece. Mas respire, beba água... Se alimente e tente descansar um pouco. No final... Apenas Deus precisa saber os detalhes e ele se encarrega de colocar as pessoas certas nos momentos certos.
O Espaço do Novo
Todo fim é semente,
Um ontem que se faz ausente
Para o agora florescer.
É preciso deixar morrer
O que já não nos habita.
Ressignificar é a escrita
De quem entende o sinal:
O encerramento é o portal,
Não o ponto final.
Esvazio as mãos do que foi,
Pois o que fica, me constrói.
E o que parte, abre o lugar
Para o universo me apresentar
O que eu ainda não ousei sonhar.
Ontem eu te vi, e o mundo pareceu parar só para me machucar. Você estava linda como sempre, e isso doeu mais do que se estivesse diferente, porque a mesma beleza que um dia foi minha hoje só me lembra tudo o que perdi. Queria poder te dizer como foi bom te ver, mas a verdade é que foi cruel, foi como abrir uma ferida que eu fingia estar fechando. Em um instante, tudo voltou com força, cada vez que me chamou de amor, quando dizia que eu era a melhor parte da sua vida, quando me olhava nos olhos e fazia promessas que agora não pertencem mais a mim. Tudo isso ficou preso na lembrança, condenado à história que tivemos, enquanto eu fiquei aqui, sozinho no presente, tentando aprender a respirar sem você. Ver-te de longe é uma tortura silenciosa; é saber que estou tão perto e, ao mesmo tempo, infinitamente distante. Meu peito aperta, a garganta fecha, cada passo que não posso dar na sua direção. Hoje só me resta engolir o choro e aceitar, com a alma em ruínas, que já não sou mais o seu amor, sou apenas alguém que ainda sangra por tudo aquilo que um dia chamou de nós.
O Ontem Não Me Abandonou
Há corações que são como insígnias: abrem qualquer porta, mas dificilmente abrem a própria.
Ao olhar meu chacra, minhas auras profundas e os anéis de energia, sinto frio. Curiosamente, isso me conforta.
Sinto saudade da chama que explodia em nossas bocas, aquecendo o meu ser.
Perdoe-me.
Não me chame, não me cobre.
Nada tem me confortado, e nos olhos do hoje você está oculto. Meu pedido de desistência já foi escrito no livro dos meus suspiros longos e profundos.
Espero que isso não soe como uma cobrança.
O ontem e o hoje, em certas horas, se fundem e me confundem.
O ontem não me abandonou por completo, embora o hoje me abrace.
Olhe para mim.
Sua insistência em minha mente não floresce, não me aquece, e o abraço já não se fecha.
É notório que muito dinheiro e poder, às vezes, sejam sinônimos de dificuldade e tristeza.
Acho que o adeus é o mais provável, até porque não quero que nada me magoe. Preciso pensar no meu bem-estar.
Dizem que o tempo faz a gente crescer, amar, rir e chorar.
Dizem que o tempo também nos faz curar e esquecer.
Dizem… dizem…
Que junto com a claridade do novo dia apague-se toda a escuridão que ontem me tirou a paz, o riso e a leveza deixando minha alma pronta para receber a luz da esperança que chegou com amanhecer.
Às vezes me perguntam por que sou genial. Eu lhes respondo: aprendi ontem, aprendi hoje e vou aprender amanhã. Faço isso todos os dias da minha vida, desde o meu nascimento até o dia da minha morte.
Ontem veio rapidamente aquele momento na minha vida que
a solidão era menos constante, e sua singela companhia
me alegrava, sim se pudesse te deletar de uma só vez da minha
mente este pensamento jamais poderia vir atona....
