Olhos Alma
Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.
O que é alma de um ser crítico?
Sua essência é simplicidade compreensão do todo para o todo sempre tendo senso crítico e moral dentro da ética da filosofia.
A alma rebelde floresce em conflitos de alienação intelectual e social.
Enquanto o ser do senso comum vive no sistema caótico alienado.
Podemos contemplar cubismo político e seus efeitos na sociedade moderna.
Aonde o feudalismo digital e domínio astronômico digital mesmo deepweb...e na darkweb feudalismo cria raízes.
Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.
Doces frases que me faz morrer em teus lábios...
Doces como o mel adoça minha alma rebelde e floresce nos moldes da vida...
Num estante que mundo pujante se esconde no estado inerte...
Ventos uivando pelas nuvens do grandes momentos...
Traços da navalha que corta alma...
Brilho do desejo se guarda ao relento....
Fardo sonho que tenso seja pesadelo...
Magoas e ressentimentos.
O beijo despedida a navalha corta o sentimento.
Te amo tanto a noite se acabou...
Seria trágico mais o amor renasceu
Entre as chamas do espírito, as almas se encontraram...
O fogo da paixão surge e nunca se apaga...
Meu amor...
Tempestade.
Clara alma rebelde floresce.
Sendo horizonte resplandece
A mulher grita te ama .
Apenas olhares sobre olhares
O beijo evidente...
Chamas dentro de turbilhão de emoções.
Fogo ganha sombras dos deuses.
Produto a venda o ser humano...
Sua alma tem preço?
Seu corpo tem preço?
Seu espírito tem preço?
Sera que inocente é simplicidade abandonado sua sua capacidade de intelectuais, o ser racional e ambíguo agora da cenário mundial do ser alienado...
Essa convivência tras um pensamento profundo da desconexão humana...
O estado da saúde mental o ser alienado está feliz... este estado pode ser reversível...
O homem dentro de uma singularidade digital novo formato multiastral e dimensional...
Frio da existência da construção da alma condena o espírito sem definição...somos manipulados no infinito de nossas vidas...
O LUGAR INTERDITO DA ALMA.
Do livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Sim. Porque não há lugar ao meu lado para ninguém."
Joseph Beauvoir pronunciou essas palavras como quem encerra um veredito irrevogável. Não havia revolta em sua voz, mas uma espécie de resignação austera, como se já tivesse percorrido todos os caminhos possíveis e encontrado apenas a mesma paisagem deserta.
Camille Marie Monfort, porém, não se deixou persuadir pela aparência de certeza. Aproximou-se com a gravidade de quem não deseja contrariar, mas compreender até o limite.
"Não há lugar, ou não há permissão", indagou ela, com suavidade meticulosa. "Há uma diferença silenciosa entre o vazio e a interdição."
Joseph manteve-se imóvel. Seus olhos, antes firmes, vacilaram por um instante.
"Se houvesse lugar, alguém teria ficado."
Camille inclinou levemente a cabeça, como quem examina uma ideia antiga demais para ser aceita sem revisão.
"Ou talvez ninguém tenha suportado aquilo que guardas nesse lugar", respondeu. "Há almas que não são desabitadas, Joseph. São apenas profundas demais. E profundidade não é ausência. É excesso."
Ele deixou escapar um leve sopro, quase um cansaço antigo retornando.
"Excesso de quê. De falhas. De incapacidade. De tudo aquilo que afasta."
Ela negou, com uma serenidade que não impunha, mas sustentava.
"Excesso de consciência. Excesso de sentir. Excesso de verdade não dita. O problema não é não haver lugar ao teu lado. O problema é que esse lugar exige mais do que a maioria está disposta a oferecer. Permanência. Paciência. Coragem diante do que não é leve."
Joseph fechou os olhos por um breve momento, como se aquelas palavras tocassem uma região que ele evitava nomear.
"E ainda assim, ninguém fica."
Camille respondeu com um tom mais profundo, quase confidencial.
"Nem todos os encontros são destinados à permanência. Alguns existem apenas para revelar aquilo que acreditamos ser definitivo. E depois partem, não porque não havia lugar, mas porque não era o lugar deles."
Ele permaneceu em silêncio. Não era um silêncio de recusa, mas de assimilação lenta.
"Então o erro não está em mim."
Ela sustentou o olhar dele com firmeza doce.
"O erro está em transformar a ausência dos outros em sentença sobre o teu valor. Um lugar não deixa de existir porque não foi ocupado. Apenas aguarda aquilo que lhe corresponda."
Joseph voltou-se levemente para a escuridão ao redor, como se buscasse confirmar se ainda havia algo além dela.
"E se ninguém jamais corresponder."
Camille não hesitou.
"Então teu desafio não é desaparecer, mas continuar sendo um lugar verdadeiro, mesmo sem testemunhas. Porque aquilo que é autêntico não se mede pela presença alheia, mas pela fidelidade à própria essência."
O ar parecia mais denso, mas não mais sufocante.
E naquele instante, a solidão deixou de ser apenas condenação. Tornou-se também uma prova silenciosa de integridade.
" Apaixonar-se é descobrir que existe dentro de nós um universo que somente outra alma foi capaz de despertar. "
" A emoção é a linguagem que o nosso corpo usa para traduzir o que a alma está vivendo. Ela é o filtro invisível que dá cor, peso e sentido à nossa realidade. "
"A vertigem da liberdade não é sinal de fraqueza, mas testemunho da grandeza de uma alma chamada a construir o próprio destino."
"A liberdade pode causar vertigem, mas é por meio dela que a alma aprende a voar em direção às estrelas sem perder de vista a lei do amor."
"A ansiedade mostra o tamanho do horizonte que a alma contempla; a coragem é o passo que a conduz através dele."
" Bom dia! Que a paz desça sobre tua alma como o orvalho que repousa silenciosamente sobre as flores ao amanhecer. "
