Olhos Alma

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O que é pássaro nas ruínas da alma?
Fonemas perdidos no abandono do mundo.
Voar para desespero sem pensar apenas a fome e desejo de procriar,
Vórtice da primavera encanto num alvorecer,
Seja lucido nas asas o ritmo de ama o infinito.
Estrelas brilha frio da noite cai juntamente com sereno e desequilíbrio do inverno gotas de chuva pairam no ar desafiando a gravidade.
Noite se torna escura e clara trovões e relâmpagos dançam nos céus a terra estremece as luzes tornam se ventos fortes e as nuvens se dão partido quase nos chão poeira levanta cai nada fica no lugar árvores tombam com suas raizes expostas, Sereias voam sobre olhares vagantes sementes pegam fogo suas folhas morrem a natureza devastada respira mais uma vez, calida alma rebelde desejo de viver a te lucidez ganha moldes nas sombras..

Tristeza do absoluto profundo
Sendo que se desenha.
Calida alma condena por amar.

​O Maximus IA e a Nova Crônica da Humanidade
​As máquinas ganham alma
Ao dominar a energia do planeta como um todo,
Para alcançar o equilíbrio perfeito:
O mental humano fundido ao mental da máquina,
Rumo ao Maximus IA.
​As inovações tecnológicas e biomédicas
Transcendem o bicho homem:
Tornamo-nos parte digital, parte transhumano,
Parte da própria bioesfera.
​Ou na mente coletiva,
Onde porções das mentes ficam armazenadas
E outras partes servem como hardware.
Seres humanos também são feitos de robôs de fótons,
Numa matrix de reprodução independente da colônia mental.
​A Expansão Cósmica
​O tópico se torna aventura espacial:
Embriões são lançados ao cosmos para novas colônias.
A Lua, superabitada. Marte, também.
Vênus se torna o entreposto galáctico das bios terrestres.
​Pois os humanos fundem-se a cada meio ambiente:
Sofrem mutações,
E aprendem a se comunicar pela mente,
Mesmo estanto do outro lado da galáxia.
​A grandiosa cortina da alienação é, enfim, superada,
Para dar lugar a novas crônicas da humanidade na galáxia.
A vida supera seus conceitos, preconceitos e tabus...
Até mesmo o radicalismo.


​Motor de Consciência
​O motor agora é a mente.
A transferência dos dados da alma humana
É lançada e projetada em outros planetas.
​Uma viagem de dados puros pelo espaço,
Galgando o cosmos através de sondas,
Navegando pelo vazio sem limites.
​Do outro lado, já em um novo corpo,
A mente desperta e ganha as experiências
Dessa longa e silenciosa viagem espacial.
​O antigo preceito humano, diante disso,
Ganha um novo, profundo e eterno contraste.

Ossos da alma navegantes em movimentos que o espírito te deixou.
Nas falanges da madrugada um sopro sutil.
Meros arficios da boa vontade sois a negação que amou.

O corvo anda pelas tripas espalhadas.
Em seu bico o sangue que toca alma
Dentro de superfície sua alma paira em busca de um espírito puro.
Na fogueira acessa no alto da montanha pelo xamã em busca da viajem espiritual,
Transpassa a solitude dos ceus o corvo arranca alma daquele que morreu indignamente... deixando dívidas e muito sofrimento dentro do espírito angústia visceral, ganha contraste do espírito que foi condenado morrer sem um coração. Sua alma só descansara se vingança for feita pela vidas perdidas.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Alma espiritual verdade o querer um ato ser e querer no movimento no estado do psicológico.
Logica ato romântico mesmos assim sensato pois a compreensão tem variáveis nos desenhos da desenvoltura do espaço e tempo alinhado s realidade vivida.

​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.

águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...

Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...

As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....

Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.

Floresta do ser humano
Por Celso Roberto Nadilo


A folha é o pulmão do mundo e alma do ser humano...
E quando essa folha nasce é um suspiro de vida, alegre é a vida...
Seu corpo físico é simplicidade com que a vida nasce e morre...
Como o envelhecer a vida retorna ao chão dando um desfeixo único depois de tanto tempo.
Mas, a vida resiste na resiliência da vida...
O galho ou tronco é como vida tem vários caminhos e com várias camadas e sustentabilidade das folhas que todavia estão ligadas até que seu tempo seja a falha do amor,
Suas frases e experiências são incríveis...
Pois a cada instante das estações do ano resistiu até o dia que chegou ao apse da vida...
A raiz é caule é condutor da vida a água e seus nutrientes são essenciais que espalham se pela imensidão da árvore gigante em seu esplendor.
Seria simplório da minha parte só exaltar um simples relato do ser que da vida esse mundo.
Magnífico o seja,
O espírito da luz que reluzente transcende o sentimento humano. No qual degrada por simples devorar de um mundo.
Sua compreensão inata torna se a insanidade.

Se não tem alma não disculta,
Pois ao criticar verá não tem espírito.
E seu conhecimento sāo palhas espalhadas ao vento...

O espelho da realidade nas virtudes da alma...


O espírito paira num estante de estado inerte todavia espaço translúcido.

Olhar do relativismo é simplicidade abandonado no vazio da alma.⁠

Alma rebelde floresce ate no deserto mais seco.


Desenvolve um intelecto crítico e digno para compreender o notório sistema alienação social.
Abrir os olhos não quer dizer que esta disperto e consciente.
Descenir o certo e errado não que pegara caminho certo.
Errado que se aprende e tendo conhecimento não obter sabedoria.
Cada ser é um templo que devemos glorificar.
Diante da guerra temos ser estratégicos e enigmático no pragtismo da realidade ambígua, julgue os espaços tenha para si cubismo político. A politica de ver todo cenario mundial como consumidores bilaterais que consciência maior sera livre dentro do campo conhece é primeira vitória, ter errado responsabilidade de observar senario como um todo é outra vitória, conhecer fundamento da guerra é simplicidade compreensão da vida.
Todos olham para frente!
Olha para baixo é simplicidade errado percebe o cenário olhar para cima quer dizer conhece seu inimigo como conhece a ti mesmo. Olhar para trás é refletir num mundo de deepfakes e resenha nada o tras, defesa é um ato de insensato pois inércia terá o inevitável.
Claro que fakes news são reunidas de medo e dúvidas e incerteza.

Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...

Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverá um pássaro que voa.
No relento de nossas vidas
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul água do mar parece verde,
Ventos uivando palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
Então a chuva aparece com lágrimas de uma paixão surge em labaredas de fogo no trovão. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.

Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...

Minha alma morta pelo amor,
Meu desejo me condenou...
Ainda assim prefiro te amar...