Olhos Alma

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“Há encontros que parecem acaso, mas deixam na alma a sensação estranha de que já eram esperados.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”

— Juliana Hoffmann Liska

É tarde e preciso ir embora
Não chores nem perca a razão
Ciúmes o amor devora
Envenena a alma e o coração.
Relembre os momentos tão lindos
Em que te amei de verdade
Quero ver teus lábios sorrindo
Sem sofrimentos ou saudade.
Mantenha a chama aquecida
Do nosso amor tão brilhante
Levante os olhos, querida
Veja a linha do horizonte.
Não esqueças que desde o primeiro instante
Que te vi na noite silenciosa e fria,
Disse-lhe que tinha uma amante
E que jamais faltaria a um encontro
Com minha amada poesia.

Você me ensinou o amor, você me ensinou paixão, tocou tão fundo a minha alma mas machucou meu coração!
~~EDEMILSON RIBAS~~

“Minha alma nunca aprendeu a esquecer; apenas aprendeu a transformar lembranças em poesia.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Talvez a alma seja justamente aquilo que permanece quando todas as versões que criamos de nós mesmos desaparecem.”

— Juliana Hoffmann Liska

⁠Leva mais coragem cavar fundo nos cantos escuros da sua própria alma e nos becos da sua sociedade do que um soldado precisa para lutar no campo de batalha.

⁠Status, o preço a ser pago

Você perdeu sua alma, sua honra, negociou seus valores, vendeu a dignidade, ficou sem moral, sem respeito

Está nu perante si mesmo e vestido de finos trajes para agradar os outros, mas não sabe que por dentro és pobre e infeliz

“Olhar para a minha trajetória mexe com a alma: faz o coração disparar e desperta aquela voz interna que sussurra: 'eu também nasci para comandar a minha própria história'.”

Não tenho vergonha das cicatrizes que não se veem na pele. Essas marcas quietas, gravadas na alma, não me envergonham, elas gritam a verdade de quem eu sou. As feridas do corpo cicatrizam com tempo e pomada, mas as da alma? Essas sangram em silêncio, teimam em doer nas noites frias, mas é delas que eu me orgulho. Porque cada racha no peito, cada sombra que o medo deixou, prova o quanto eu sou maior. Maior que as quedas que me jogaram no chão, maior que as palavras que tentaram me apagar, maior que os vendavais que arrancaram pedaços de mim. Elas não me definem pela dor, mas pela dança que fiz depois: levantei, costurei o que restou com fios de coragem, e floresci onde antes só havia terra seca. Essas cicatrizes invisíveis são minhas medalhas. Mostram as batalhas que venci sozinho, os abismos que cruzei sem mapa. Quem me olhou de fora viu fraqueza? Enganou-se. Elas revelam a força bruta de quem sobreviveu e cresceu. Sou o carvalho que o raio fez uma fenda, mas não derrubou; a onda que o rochedo partiu, mas seguiu correndo para o mar.

Nas ruas vazias da alma coletiva, o eco do silêncio coletivo se alastra como uma névoa densa, tecida por milhões de vozes caladas. Cada ser carrega um grito engolido — o operário que engole o cansaço, a criança que guarda o sonho partido, o amante que murmura promessas ao vento. Juntos, formam um coro invisível, onde o nada ressoa mais alto que o clamor.É um oceano de pausas, onde o ar vibra com ausências: mãos que não se tocam, olhares que fogem, corações batendo em uníssono mudo. O silêncio não é vazio; ele pulsa, ecoando feridas compartilhadas, solidões entrelaçadas como raízes sob a terra. Nesse vasto auditório sem paredes, o eco se multiplica, transformando o individual em hino universal — um lamento que cura ao ser sentido por todos.

O Alívio do Riso Compartilhado.


Como faz bem para a alma desarmar as defesas e se permitir sorrir de coração aberto ao lado de quem nos quer bem. No convívio com os amigos sinceros, encontramos um porto seguro onde as máscaras caem e as preocupações se dissolvem em gargalhadas. Dividir momentos de alegria e conversas despretensiosas é um dos remédios mais eficazes para aliviar o peso da jornada humana. Que a gente não se esqueça de cultivar esses espaços de afeto e leveza, pois é na troca generosa de sorrisos que relembramos que somos todos companheiros de caminhada, feitos para caminhar juntos sob o mesmo sol.

A Regeneração invisível é uma reconstrução da alma fechando as feridas.

NÃO COLOQUE EXPECTATIVA EM PESSOAS DE ALTA GANÂNCIA, ELAS SÃO CAPAZES DE VENDER A PRÓPRIA ALMA, PARA DESTRUIR A SUA REPUTAÇÃO.

Às vezes o coração transborda, mas a alma não encontra linguagem.
É como carregar um universo inteiro dentro de si e ainda assim não saber por onde começar.
Não é falta de palavras.
É excesso de sentir.
É quando o olhar pesa mais que qualquer discurso, quando o peito aperta sem aviso e o que existe dentro de você simplesmente não cabe no mundo.
Um milhão de sentimentos… e talvez, no fundo, nem precise de palavras, porque quem sente de verdade, entende.

Não sei se sou resistente ou mais teimosa que minhas dores emocionais. Com a alma dilacerada tenho que suportar as suas maldades!

Às vezes sinto que você me assassinou. Sinto tanta dor em minha alma. Sinto pena de mim mesma. Sinto-me miserável e destruída pela total falta de consideração. Eu fiz tanto por você.

Quem ganha uma alma alegra o céu; quem forma um discípulo expande o Reino

O desgosto é um silêncio pesado dentro da alma. Não grita, mas corrói devagar. É o choque entre o que esperávamos e o que a vida entregou, uma ferida que não sangra por fora, mas exige do coração uma força que ele nem sempre estava pronto para dar. O desgosto não é apenas um sentimento — é um peso que o corpo inteiro aprende a carregar.

O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.


O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.


Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.


Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.


Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.