Olho

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Te olho com tanta ternura que você não cabe nos meus olhos de desejo; todos os meus sentimentos são por ti, linda mulher, amante da felicidade.

Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.

Edson Ricardo Paiva.

Inúmeras vezes ao dia
Eu paro tudo o que estou fazendo...
E penso em você!
Então olho para um ponto fixo
E espero o coração
Parar de doer...

⁠Deus é o Olho do Universo o átomo, a partícula primordial que se expandiu, antes de tudo existir. Ele e a partícula são o UM e o OM.

⁠Assombração

Já estou lá fora, olho aquele escuro, o silêncio perpetua, mas vou em frente sem me prender ao medo que está presente.
Uma dúvida vem a seguir, por que estou aqui?
Tem árvores, flores, a lua está linda, mas tem algo ali, a imaginação vai além, ouço ruídos, vou em frente...
Olha! Ali está uma fogueira, mas pq será? Alguém estava por aqui? Andando e buscando saber o que há de acontecer.
Passos largos para chegar até aquela luz, tudo parece tão distante, mas em um instante estarei lá.
Cheguei próximo a uma casa, onde uma única Luz acesa e uma mesa parece dar vida! Não vejo ninguém, o silêncio insiste em ficar, preciso me recuperar, caminhei demais, vejo sinais, cheguei até aqui e agora como voltar? Alarme tocou , meus olhos abriram, queria ficar! Seria só um sonho ou poderia mergulhar pra ficar? Ao final pensei, na mente há muitos segredos que nos trazem medos, que levam à alucinação, e a imaginar assombração.

⁠Favela

Olho daqui de cima
Algo me ensina
A respeitar essa diferença
Aqui o acesso é limitado
O Preconceito é real
Vivem na sociedade desigual
Porque não serem visto de forma humana
Abre seus olhos e não se espanta
Eles tem sonhos
Imaginem, a favela não tem estrutura
A vida dura perpetua
Sou uma pessoa que penso no social
Isso me torna igual
Crianças ingênuas vivendo na pobreza
E o Brasil com tanta riqueza
Consegue me entender ?
Ou gosta de vê-los sofrer
Entre agora nessa luta
Ou prefere essa política esmagadora
Que não respeita as pessoas
Faço parte dessa cultura
Vamos nos unir pra ajudar essas pessoas
Minha voz não está aqui atoa
Não sou egoísta!
Então pensa nessas vidas !
Deixa de ser egoísta !
Minha voz é de igualdade
Mundo ! Chega de maldade
Pensem na favela
Algo nos revela
Precisamos nos unir
E fazer o Brasil evoluir .

⁠Suas curvas são pinturas que enganam,
Em minha mente, emoções se amalgamam.
Quando fechas os olhos, respiras serena,
Meu corpo estremece só de imaginar a cena.

Quando tua pele toca a minha, suavemente,
Teu aroma envolve-me, meu corpo se sente.
Traço e retrato o caminho do teu prazer,
Em chamas queimo, como brasas a arder.

Tu és minha perdição, meu vício sem fim,
Teu momento entrelaça-se ao meu, assim.
Num misto de emoções, nossos corpos se entrelaçam,
Onde o amor se entorpece, mas jamais se desfaça.

Andando pela praia
Sentindo a maciez da areia fofa
Cabelos ao vento
Olhos nos olhos
Olho em teus gestos
Comovo-me registrando seu semblante
Que carrego no retrato aqui comigo
De mãos dadas...ternuras ditas
Boca molhada...
As palavras secam na garganta.
Somente palavras ditas em silêncio
Ondas isoladas testemunham
O dia se fez pele...
Ihaaa!!!! Doce vida!!!
TU é CArinho!.

Todas as noites olho para o céu
E vejo estrelas radiantes
Fico imaginando a quantidade
Milhões delas
Indefiníveis existentes
Baluartes cintilantes
Mas você deve concordar comigo
Elas são lindas, brilhantes e maravilhosas.
Sei que para muitos, somente luzes que brilham.
Para outros, luzes que iluminam os seus caminhos.
Outros mais devem pensar que elas estão lá porque tem que ficar lá
Mas eu as vejo em visão divina
Acho tudo isso e mais um pouco
E digo mais
Quando o entardecer vai chegando
E o sol vai se pondo
Dando permissão a imensa sombra surgir
A noite brilha
É lógico que elas vêm bordadas no véu da noite
E eu na minha humilde alegria
Corro para o jardim
Paro e olho a imensidão do céu
A visão é estonteante
Céu, como um véu negro.
Às estrelas brilham em suas numerosas irmãs
Abro um sorriso e grito em minha mente
Boa noite estrelas lindas, brilhantes e maravilhosas.
Vocês são lindas e gigantes
Agradeço a Deus onipotente
Por permitir meus olhos contemplar
E vivenciar todos os dias esse momento glorioso
O curioso é que sinto
Sei
É impressão
Mas sinto no olhar
Elas são desinibidas
E assim vou vendo-as mais e mais
Surgindo no bordado negro
Milhões de pontos brilhantes, algumas muito pequeninas.
Quase invisíveis aos olhos
Como ponto de luz fosse
Escorço da natureza celestial
Lindas e majestosas
Da a impressão em meu ser
Que elas me conhecem e também me esperam
Tenho a sensação que cada uma me responde
Boa noite moça
E quanto mais olho
Mais pontos brilhantes aparecem
Formando um cenário maravilhoso e hilariante
É assim que acontece todas as noites
Dia após dia
É uma cumplicidade que tenho
Com a noite e as estrelas
Agradeço a entidade maior
Por vivenciar cada minuto do meu tempo
Em minhas iluminadas e maravilhosas
Noites em meu jardim!

Creio que, se doando, a serenidade eleva-se de modo mais espontâneo. É mágico. Olho para o meu exterior e visualizo o próximo. Ajudar é sempre minha meta, elevando assim, meu espírito guerreiro.

É tarde, mas o tempo me permitiu olhar o relógio: a hora é essa.
Olho ao redor e vejo aquela luz no seu olhar. Sim, preciso retribuir e compreender que a luz pura nasce a cada dia para nos ensinar a sorrir.
No entanto, mudanças são necessárias, até porque a vida precisa se tornar um hábito, para que aprender a ser feliz não se transforme em algo penoso.

"Procuro alguém que me olhe como eu olho para o cardápio de uma boa pizzaria."

“Procuro alguém que me olhe como eu olho para o cardápio de uma boa pizzaria: com fome e sem pressa.”

“Procuro alguém que me olhe como eu olho para o cardápio de uma boa pizzaria — sabendo que qualquer escolha vai me deixar feliz.”

“Procuro alguém que me olhe como eu olho para o cardápio de uma boa pizzaria: emocionado e incapaz de decidir.”

“O amor é uma ilusão nível Genjutsu — e eu, claramente, pulei a aula sobre como selar os olhos.”

Hoje vi você ali de repente
Está contente
Olho mais a frente , tem gente que sente
Uma dor do passado frustado
É, parece estar tudo errado
Hoje é dia Natal
Aquela criança passou o ano esperando esse dia
Seu rosto é de alegria
Hoje é um dia especial
É Natal..
Mas acabou-se o mal ?
Não , a ilusão está presente
A fome permanece e eles esquecem
Vamos cooperar no dia-a-dia?
Sim, ajudar nossos irmãos
Hoje é Natal
Um presente recebi
Uma carta ; eu li.
Ao ler , uma esperança que surgia
O Autor é desconhecido
Mas as palavras ecoam em minha mente
Tudo que sente precisa estar presente
A desilusão da lugar a esperança
Sim , a gente alcança
Um mundo de paz e mais amor no coração
Li essa carta com muita emoção
Sempre com palavras de carinho e compaixão
Hoje é Natal
Que sirva de lição
Para fazer desse dia , iguais os outros do ano
Pois nós, humanos temos muito o que fazer
Não deixar nossa força derreter
Precisamos vencer
E para isso pensar em todos ao nosso redor
Queremos um mundo melhor
Hoje é Natal , um olhar para o céu
Vamos esquecer esse mundo cruel.

Enfim, aprendi que Deus não se esconde.

A felicidade não foge...

nós e que fechamos os olhos

para o que já temos nas mãos.

Me olho no espelho e não me reconheço,
Me olho mais uma vez e simplesmente desapareço.

Quem é este que insiste em me olhar?
Pois não é o mesmo que outrora gostava de se pentear.

Olho no espelho e vejo o invisível,
Pois não tem expressão, está irreconhecível.

Se ponho um espelho de frente para o outro, vejo um túnel sem fim.
Tenho vontade de entrar no espelho, que Deus tenha misericórdia de mim.

Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.


Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.


Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.


O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.


Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?


No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.


E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.


— Cyrox