Olhar Vazio

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Passas,
indiferente, não me diriges o olhar.
Como posso esquecer teu sorriso menino,
Teus lábios tocando aos meus,
A paixão que nos envolvia,
Como posso esquecer nossas noites,
nossas aventuras, o corpo vibrando de prazer...
Agora a vida não tem mais sentido,
Estou solta pelo mundo,
Esperando pela vida,
Por ti que me queres fazes sofrer,
Domina-te e não me faças morrer,
Só quero te amar, ser feliz e viver...

É fácil seguir em frente, difícil é não olhar pra trás...

Vamos olhar para a beleza através dos olhos, e olhar para a beleza com o coração.

Dificuldade, todo mundo passa por isso e nesses momentos, temos que parar e olhar para os lados e para trás e decidir que vamos em frente e o que vamos levar com a agente. Tenha em mente que o peso maior são os dos sentimentos.... Então não podemos ter dó, temos que nos livrar de alguns... Porque no início andávamos de colo, depois engatinhando, depois cambaleando, depois andamos firmes, depois corremos, nadamos e mais adiante temos que voar... equem quer voar não pode levar pesos desnecessários...

Se você busca viver com consciência, já está no caminho certo. Siga em frente sem olhar para trás.

toque de mágica

às vezes a vida muda
não com barulho
mas com um pequeno gesto

um olhar que encontra o nosso
uma palavra que chega na hora certa

e de repente
o peso vira leveza

como se o mundo
tivesse encostado na alma
com um toque de mágica ✨

Sei que a sua atmosfera guarda
mistérios que o olhar não alcança,
silêncios que só o sentir decifra.


Há em você um céu próprio,
onde o tempo desacelera
e a alma encontra repouso.

DEUS, O SENHOR DO TEMPO


É o tempo correndo.
É o olhar no espelho.
É ir se esquecendo do que já se viu.


É a vida passando um tanto ligeiro.
É a lágrima que cai, molhando o travesseiro.
É o ontem que ficou num canto esquecido.


É a vontade de recuperar o tempo perdido.
É o saber que é só saudade do que já foi esquecido.


Só ha alguém que não muda.
Nesta vida tão breve, que é Senhor do tempo e a ele rege.


Seu nome é Divino,
É Senhor de tudo o que se pode vê.
É Senhor do passado, está forme no presente e pra sempre vai viver.
Cícero Marcos

Um pensamento
puro suaviza o
olhar mais cansado.

A alma se torna
o que contempla.
Se olhar para
o que é puro,
refletirá pureza.

NEGRITUDE

O olhar do negro
Tem o tamanho de todas as estrelas,
As lembranças de arrastar correntes,
Tem a tortura de todos os troncos,
O olhar do negro
Veleja navio negreiros
Na saudade das savanas de sua liberdade,
O olhar do negro
Se perde nos canaviais, nos engenhos,
O olhar do negro
Tem a solidão ímpar de todas as noites,
Tem a angústia de todos os órfãos,
A dor de todas as humilhações,
A revolta de todos os mares,
O olhar do negro
Tem todas as angústias da colônia,
Tem traumas silenciosos,
De mães e irmãs abusadas,
O olhar do negro
Tem a ansiedade dos quilombos,
Tem a valentia do zumbi...
E uma saudade que urra, que brame, que zurra
Que agita manadas, alcateias, bandos e tribos
Da negritude que ainda corre em seu sangue...

O OLHAR DE CATARINA
A beleza das coisas
Tem uma face obscura oculta,
O seu sorriso contente,
Tem uma tristeza secreta
A terceira margem do rio,
Na sua essência
Está submersa
Boas ações muitas vezes
Têm uma finalidade perversa

Assim me perco em divagações
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina
Não entendo o seu universo
E por mais que eu filosofe e faça versos,
Não encontro uma rima
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina...

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.

Ficou aquele olhar... algo interpelando as razões da vida; o que nos conduz, o que nos acorda, o que nos levanta, o que nos faz respirar; sonhos e paixões. A eternidade em poucos segundos. As estrelas explodem criando supernovas; fatos, criações e a cultura secular de uma civilização tornam se a história, mas eternidade é algo bem subjetivo: primaveras, outonos, invernos e verões... momentos felizes ou agruras superadas; cicatrizes, cumplicidades e boas lembranças que fazem valer o parasempre. Teremos outras manhãs, só não olhe pelo retrovisor, não procure eclipses não faça promessas; e o meteoro que vem em nossa direção... não ouça tudo o que dizem, não acredite em tudo que falam, não peça que eu bata, que eu enforque, não se entregue tanto a esse vício chamado paixão... dentro de mim tem um vem-vem que pode voar bem longe, mas que faz valer seu nome. As grades não podem conter esse pássaro que há em mim. Ficou aquele olhar inquisitivo... um cheiro de pólvora, o cano do “Smith’’ fumegando... então eu volto como se pudesse refazer tardes tépidas dos sábados inesquecíveis, noites brilhantes quando contemplávamos constelações e eu tentava entender o enigma de capricórnio, ou noites chuvosas e incitantes ao prazer; então há um bloqueio, e eu me encontro aqui: olhares estranhos, palavras inquietantes, pessoas abstratas. O homem com a toga jamais entenderia que nenhuma sentença me condenaria mais que aquele olhar, o corpo sem vida, olhos arregalados incapazes de compreender de como a paixão pode ser letal. Jamais compreenderia que antes do homicídio eu já tinha sido assassinado.
O tempo parece que parou, aqui se perde noção de hora ou dia, mas nada me faz esquecer as nossas sextas-feiras ali na lagoa. Petra, a garota do açaí, já tinha me falado da ruiva que circulava ali numa Caloi; e quando nos conhecemos confesso que aquela intimidade me perturbava; mas as mulheres compartilham seus segredos, coisa que só outra mulher compreende, mas aquela cumplicidade me incomodava; mensagens no whatsapp, chamadas longas, sussurros... na manhã daquele sábado passei no ” pinga fogo” revi velhos conhecidos meus e seus, ouvi comentários indesejáveis, risos sarcásticos e talvez tenha bebido além da conta; quando ia saindo, uma prima sua ainda veio me provocar: ”o que a Iranir viu em você” -o que você não viu nem vai ver nunca, respondi. Mara, Liana, Nilde... tento comparar, repovoar, detalhar; agora era diferente, os momentos difíceis eram compartilhados assim como as alegrias. A forma de como tudo aconteceu não foi por um sentimento de posse, foi o cuidado excessivo de preservar algo precioso.
As manhãs de domingo ali na Lagoa... a garota na Caloi já fazia parte da paisagem; o Cristo Redentor lá de cima parecia uma sentinela para que tudo corresse dentro da normalidade.
Dez anos passados, a Lagoa continua acolhedora, a moça do açaí agora é uma afrodescendente: Dina tem um sorriso encantador, veste a camisa do fluminense e me confessou que leu AMORAMORA; e que não compreendia como alguém com tanta sensibilidade... tudo vai muito além dos bloqueios que nos afligem a alma; e as coisas acontecem exatamente pela sensibilidade, mas o redentor nos acolhe misericordioso como aquele que nos permite caminhar na tênue linha entre a paixão e a razão.

LAGOANDO
(Ode à Lagoa do Apodi)

Teu olhar de paz,
Tua orla.
Teu brilho noturno,
Tua luz.
Teu mistério franco,
Tua água.
Teu sonho abissal,
Tua profundeza.
Teu celeiro de vida,
Tua recompensa.
Teu cardume plural,
Tua fauna.
Teu cheiro de mato,
Tua relva.
Teu canto solitário,
Tua saudade.
Teu trabalho diário,
Tua lavandeira.
Teu sorriso nu,
Tua exuberância.

Fidúcia


A aparência pode até seduzir,
O olhar pode até encantar,
O sorriso pode até revelar,
O beijo pode até marcar,
O abraço pode até consolar,
A luxúria pode até deleitar,
O dinheiro pode até comprar,
A inveja pode até querer,
O orgulho pode até cogitar,
O medo pode até fugir,
A ira pode até frear,
A solidão pode até aumentar,
A insônia pode até sonhar,

Mas…
A fé sempre vai reinar!

Com todo respeito, alguém já parou para olhar para uma pessoa enquanto ela falava e pensou:

“Meu Deus… será que essa mulher tem noção do quanto ela é linda?”

E não falo apenas de uma beleza de fora.
Falo de uma beleza que vem de dentro também.

Daquelas que tocam de um jeito diferente.
Daquelas que você percebe mesmo quando não está olhando diretamente.

Uma beleza que se revela no jeito de existir, de falar, de sentir.

Aquela que não se vê só com os olhos —
mas que, de alguma forma, a gente reconhece.

Ana Caroline Marinato

você é a coisa mais linda que já vi na minha vida, pois apenas com seu simples olhar me eloqueci por completo, com seu sorriso lindo me deliro e com seu toque sedutor me dereto todinho. Amo você?

Viver significa ter um olhar renovado de esperança todos os dias.

Eu vejo.

Vejo com meus olhos que desvendam a alma,
com aquele olhar que eu quase posso tocar.

Vejo um olhar,
vejo admiração,
vejo tristeza,
vejo satisfação.

Vejo o sol.

As ruguinhas no nariz quando sorri,
o sorriso,
os olhos que se puxam.

Cada pintinha que eu decorei
como constelações.

E eu desenhei —
fiz você em minha memória.

E é só aqui
que você pode ficar.

Ana.